Veneziano diz que está de coração aberto para receber o Republicanos caso o partido deixe a base do governo: “Vamos acompanhar”

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Imagem: Assessoria

O senador Veneziano Vital do Rêgo, presidente do MDB da Paraíba e pré-candidato ao Governo do Estado, declarou nesta sexta-feira (17), após as trocas de farpas entre os deputados federais Aguinaldo Ribeiro (PP) e Hugo Motta (Republicanos), além do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), que enquanto seus adversários têm dúvidas e disputam entre si em relação à formação da chapa majoritária, o seu grupo está muito bem resolvido e conhece os nomes para a presidência da República, para o governo do Estado e para o Senado Federal.

“Nós não temos dúvidas sobre quem é o candidato a governador, sobre quem é a nossa opção ao Senado, e nunca tivemos sobre qual é a nossa opção presidencial, o presidente Lula”, disse em entrevista a rádio Correio 98 FM, na tarde de hoje.

Questionado sobre a definição do nome para compor a chapa na vaga de vice, Veneziano afirmou que até o início do próximo mês será feito o anúncio da pessoa escolhida para ocupar o cargo.

“Temos dito também, em comum acordo, que o final do mês de junho, ou primeira semana de julho, é tempo razoável para que nós tenhamos o nome daquela ou daquele que, conosco, estará nessa jornada que haverá, com as graças de Deus, de ser uma jornada vitoriosa”, declarou.

Segundo Veneziano, ele não terá dificuldade para indicar o nome, pois os quadros que compõem sua base têm nomes de qualidade para ocupar a vaga.

“Temos nomes, temos quadros e os identificamos pela qualidade dos mesmos ou das mesmas, e não seria razoável que nós nos antecipássemos, pois estamos dando a cada dia que passa, consistência a nossa postulação, enquanto os nossos adversários se põem nessas disputas que não nos cabe analisar”, ponderou o presidente do MDB-PB.

Com a vaga para a vice-governadoria aberta, Veneziano disse ainda que seu coração sempre esteve aberto, e não descartou uma conversa com o Republicanos caso o impasse na base do governador João Azevêdo (PSB) não seja resolvido.

“Vamos acompanhar. (…) É possível. Não vou estimular isso porque não quero ser instrumento de discórdia, nem valorizar, o que não é necessário, pois qualidade eles têm”, disse o vice-presidente do Senado.

Wscom