Perseguição e tentativa de homicídio foram registradas em frente a sede do SAMU, em Patos
Os funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que está localizado na Avenida Lima Campos, no Bairro São Sebastião, em Patos, viveram momentos de tensão na tarde deste domingo, dia 30, por volta das 16h00.
De acordo com relatos de servidores, tudo começou quando homens dentro de um veículo Chevrolet, modelo Celta, abriram fogo contra dois jovens que estavam em uma moto Honda, modelo Pop. O veículo estava no sentido bairro/centro e a moto também se deslocava neste mesmo itinerário.
Foram cerca de 4 disparos ouvidos e os gritos dos jovens da moto. Houve ainda manobras perigosas e a grade da sede do SAMU foi danificada. Os jovens caíram da moto e empreenderam fuga para salvar a vida. Os jovens da moto também estavam armados e ao que tudo indica eles iriam atirar contra os ocupantes do carro que perceberam e abriram fogo antes.
Relatos dão conta que ninguém ficou ferido e que os jovens conseguiram escapar correndo pelas ruas do Bairro São Sebastião. Os homens do carro saíram em alta velocidade em direção ao centro da cidade de Patos.
Jozivan Antero – Polêmica Patos
Fotos: Maurílio Nóbrega e Jurandi Formiga
Energia Eletrica: bandeira de escassez hídrica deve ir até abril, diz ministro
O Brasil vivenciou, no ano passado, a maior crise de escassez hídrica dos últimos 90 anos. Por conta disso, o país precisou comprar energia elétrica do exterior e acionar as usinas termelétricas que funcionam em solo brasileiro. Para financiar os gastos extras, foi criada uma nova bandeira tarifária de energia elétrica: a bandeira de escassez hídrica. A previsão do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, entretanto, é que ela deixe de ser necessária em meados de março ou abril.
Segundo Albuquerque, ainda não há como prever como será o cenário hídrico em 2022, mas há uma expectativa de que seja melhor do que o do ano passado. O ministro disse que as condições hídricas de 2021 foram 8% melhores que em 2020 graças às medidas adotadas pelo governo.
“A nossa expectativa para o fim do período úmido (março, abril) é estarmos em condições bem melhores do que estávamos no ano passado”. De acordo com ele, os consumidores – grandes , médios e pequenos – fizeram a sua parte. “Eu digo que foi um esforço coletivo”, garante.
Ainda segundo o ministro, o governo trabalhou para que não houvesse a possibilidade nem de racionamento nem de apagão. Bento Albuquerque citou que países como os Estados Unidos e a China tiveram que racionar energia, o que não ocorreu com o Brasil.
Leilões de petróleo e outros assuntos
Na entrevista ao programa Brasil em Pauta, Bento Albuquerque também falou sobre a matriz energética brasileira, sobre o avanço da energia solar – que cresceu 132% no ano passado – e sobre os leilões de petróleo. Segundo ele, a produção cresceu 14% nos últimos três anos.
Como o petróleo brasileiro tem baixo teor de carbono, ele se torna mais atrativo para investidores. O governo também colaborou, dando segurança jurídica e regulatória e previsibilidade ao processo. “E tudo isso só é possível com planejamento”, conclui.
O Brasil em Pauta vai ao ar neste domingo, às 19h30, na TV Brasil.
Agência Brasil
Paraíba registra sete mortes, 3.555 novos casos e 40% de ocupação de leitos Covid-19
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (30), 3.555 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 39 (1,09 %) são moderados ou graves e 3.516 (98,90 %) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 497.653 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.318.645 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 07 novos óbitos, desde a última atualização, quatro deles ocorridos nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 9.702 mortes. O boletim registra ainda um total de 371.531 pacientes recuperados da doença.
* Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI, e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h, do dia 30/01/2022, sujeitos à alteração por parte dos municípios.
Óbitos







