Paraíba registra mais 1.016 casos de Covid e taxa de ocupação de UTIs chega a 81%
A Paraíba contabilizou, nas últimas 24 horas, mais 1.016 casos confirmados de Covid-19, totalizando 330.965. O número de óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus saltou de 7.645 para 7.672 entre esse domingo (30) e segunda-feira (31). Noventa e quatro mortes ainda estão sob investigação. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até o momento, 923.073 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados na Paraíba.
Resumo | Últimas 24h na Paraíba
Confirmados: 330.965 (eram: 329.949)
Descartados: 312.428 (eram: 312.208)
Dentre os casos confirmados:
Internados: 1.003 (eram: 1.005)
Isolados em casa: 97.588 (eram: 96.785)
Recuperados: 224.702 (eram: 224.514)
Mortos: 7.672 (eram: 7.645)
Mortos
Dos 27 óbitos confirmados nesta segunda-feira (31) pela SES, 18 ocorreram nas últimas 24 horas. As vítimas são 14 homens e 13 mulheres, com idades entre 26 e 96 anos. Seis das 27 vítimas não possuíam comorbidades. Até esta segunda, 218 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19.
Ocupação de leitos
A ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, pediátrico e obstétrico em todo o estado é de 81%. Se for feito um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP), 79% estão ocupados. Em Campina Grande, estão ocupados 88% de leitos de UTI adulto e, no Sertão, 95%.
Vacinômetro
Até esta segunda, foi registrada no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 1.279.384 doses. Até o momento, 846.656 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 432.692 com a segunda dose da vacina. Um total de 1.620.498 doses já foram distribuídas
PortalCorreio
Secretário de Articulação Social confirma data do lançamento do Orçamento Participativo 2021 de Patos
O secretário executivo de articulação social do município de Patos, Sávio Salvador, informou que na próxima quarta-feira, dia 02 de junho, o prefeito, Nabor Wanderley, fará o lançamento do Orçamento Participativo 2021, em vista ao PPA dos próximos 04 anos e LOA do próximo ano.
“É um momento muito importante para o município, justamente por a gente receber da população como ela quer que o nosso tempo e os recursos da Prefeitura sejam investidos, se a gente vai priorizar a saúde, a educação, meio ambiente, o esporte, a cultura, todas as áreas”, disse o secretário.
No ano passado, o Orçamento Participativo já aconteceu somente de forma on-line com preenchimento do formulário disponível no site da Prefeitura. Esse ano, a edilidade pública irá manter o mesmo formato, mas adicionado a pontos estratégicos com formulários impressos para que a população possa preencher de forma física.
“Nesse momento é importante que a gente se cuide, e participe de forma híbrida. Nós vamos colocar no site da Prefeitura o formulário ou a consulta popular onde iremos receber da população esses indicativos e, também, em alguns pontos públicos da cidade como Unidade de Saúde, escolas e outros pontos para que a gente possa receber, de forma física, a opinião das pessoas sobre o PPA que é o Plano Plurianual e a LOA – Lei Orçamentária Anual”, explicou Sávio Salvador.
O Orçamento Participativo é um mecanismo em que a população tem a oportunidade de participar, de forma democrática, influenciando nas decisões do governo.
Coordecom
MPF recorre de decisão que remeteu para Justiça Eleitoral ação contra Ricardo Coutinho
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou, nessa sexta-feira (28), ao Supremo Tribunal Federal (STF) um agravo interno na Reclamação 46.987 a fim de reformar a decisão do ministro Gilmar Mendes, que determinou a remessa de uma ação penal contra o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, para a Justiça Eleitoral do estado.
Dessa forma, considerando que os fatos atribuídos a Ricardo Coutinho não configuraram crime eleitoral, o MPF entende que a competência para processar e julgar a ação penal é da Justiça comum, no caso, o Juízo de Direito da 3ª Vara Criminal da Comarca de João Pessoa.
Investigado na Operação Calvário, o ex-mandatário responde pelos crimes de corrupção passiva, fraude à licitação e peculato, por comandar um esquema de desvio de recursos da saúde e da educação por meio de fraudes a licitações e superfaturamento de contratos firmados com organizações sociais, notadamente a Cruz Vermelha do Brasil.
Mendes, atendendo a pedido da defesa, declarou a incompetência da 3ª Vara Criminal da Comarca de João Pessoa e determinou a remessa dos autos à Justiça Eleitoral paraibana. O ministro considerou que a decisão da Justiça comum, que se reconheceu competente para julgar crimes comuns em conexão com crimes eleitorais, desrespeitou o entendimento da Corte no julgamento do Inquérito 4.435 (decisão paradigma), devendo o processo, portanto, tramitar na Justiça especializada.
No entanto, na avaliação da subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques, tal decisão merece ser reformada, seja porque o recurso apresentado por Coutinho não preenche os requisitos de admissibilidade e por contrariar a jurisprudência da Corte, seja pelo fato de a denúncia dizer respeito à prática de crimes comuns, sem relação com matéria eleitoral.
De acordo com Cláudia Sampaio, a decisão do ministro contrariou a jurisprudência que considera ilegítimo o ajuizamento da reclamação por aquele que não foi parte do processo no qual foi proferida a decisão paradigma. “O reclamante não figurou como investigado no Inquérito 4.435, não podendo, por isso, vir diretamente ao Supremo Tribunal Federal reclamar do eventual descumprimento de decisão nele proferida”, enfatizou.
Quanto ao mérito, prossegue a representante do MPF, a decisão também merece reparo, pois a denúncia atribui ao ex-governador crimes de corrupção passiva, fraude à licitação e peculato, não havendo a imputação de crime eleitoral. “Ricardo Coutinho, por duas vezes, auxiliado por Livânia Farias, Ney Suassuna, Aracilba Rocha e Fabrício Suassuna, solicitou e recebeu para si, direta e indiretamente, antes de assumir a função pública, mas em razão dela, vantagem indevida de Daniel Gomes, consubstanciada na quantia de R$ 500 mil”, aponta trecho da denúncia.
Nesse sentido, fica claro que a entrega do dinheiro a Ricardo Coutinho não foi feita com o objetivo de financiar a campanha eleitoral mas de propiciar a implantação, na Paraíba, de um esquema de corrupção nas áreas da saúde e da educação. “O eventual destino que venha a ser dado ao dinheiro pelo agente corrompido não tem reflexo na tipificação penal. O dinheiro poderia ter sido utilizado na compra de uma casa, de um carro, de uma joia, ou mesmo no financiamento de uma viagem. O reclamante optou, no entanto, por utilizar o dinheiro para quitar as suas dívidas de campanha”, complementa Cláudia Sampaio.
PortalCorreio
Prefeitura de Patos e ONG Adota Patos firmam parceria para início do programa de castração e controle de zoonoses
A partir desta terça-feira, dia 1 de junho de 2021, a Prefeitura de Patos em parceria com a ONG Adota Patos dará início ao programa de castração dos animais de rua e controle de zoonoses.
Os últimos acertos foram discutidos durante reunião que aconteceu na última sexta-feira (28), entre o prefeito – Nabor Wanderley, o gerente de Vigilância em Saúde – Laerth Júnior, e o presidente da ONG Adota Patos – Rafael Gomes.
De acordo com o prefeito de Patos, Nabor Wanderley, a meta inicial é realizar a castração de cem animais por mês. Outra iniciativa divulgada pelo gestor será o início do controle de zoonoses por meio da testagem dos animais de rua.
Rafael Gomes, da ONG Adota Patos, considerou o encontro proveitoso, ainda mais por se tratar de uma demanda antiga e já bastante aguardada pela população. Rafael explicou que o programa será iniciado por alguns bairros onde a situação é mais precária, como ele mesmo colocou.
“Vai ser feito um cronograma por bairro, onde a meta é atender ao máximo de localidades possíveis dentro de cada mês”, pontuou.
Outras medidas também serão adotadas para conter as zoonoses, a exemplo das testagens com os animais de cada bairro. Quanto à castração, a Prefeitura de Patos vai disponibilizar servidores e os insumos necessários.
Coordecom








