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Força-tarefa intensifica trabalho e controla incêndio na Serra do Cruzeiro, em São José do Bonfim

A força-tarefa responsável pelo combate ao incêndio na Serra do Cruzeiro, localizada em São José do Bonfim, realizou mais um dia de operações intensivas nas proximidades do Parque Nacional Serra do Teixeira nessa sexta-feira (19). O incêndio, que já dura sete dias, mobilizou um efetivo conjunto do Corpo de Bombeiros e dos brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Secretaria de Segurança e da Defesa Social através da Polícia Civil e do Grupo Tático Aéreo (GTA), Polícia Militar, Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Sustentabilidade e Ministério Público da Paraíba (MPPB). A equipe técnica informa que o incêndio está controlado e se aproxima do final.

As ações do dia contaram com a participação de 61 militares, sendo 52 bombeiros e nove integrantes do Grupamento Tático Aéreo (GTA), que atuaram de forma coordenada no combate às chamas.

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, Saulo Laurentino, a operação transcorreu conforme o planejado. “Dentro das perspectivas que tínhamos estabelecido, nossas tropas permaneceram posicionadas em pontos estratégicos, combatendo os pequenos focos, enquanto o Grupamento Tático Aéreo realizou a extinção por aeronave próximo às nossas equipes terrestres, controlando os focos em locais de difícil acesso para que pudéssemos finalizar o trabalho por terra”, explicou.

Laurentino informou ainda que foi realizada uma varredura ao final do dia, constatando-se que alguns troncos de maior porte, que ainda apresentam combustão, estão sendo monitorados continuamente por 24 horas. “Se tudo ocorrer conforme nosso planejamento, realizaremos uma varredura final agora e outra pela manhã, com serviço de rescaldo nas áreas onde permanecem troncos mais frondosos em combustão. Com o monitoramento de 24 horas, acreditamos que, caso tudo transcorra de acordo com nossa estratégia, poderemos considerar a ocorrência encerrada no sábado no final da tarde”, projetou o comandante.

Investigação – O delegado Claudionor Lúcio, da Delegacia de Homicídios e Entorpecentes de Patos, informou que as investigações prosseguem com resultados significativos. “As investigações continuam avançando. Hoje conseguimos ouvir seis pessoas e já identificamos o local de origem das chamas. A perícia técnica do incêndio será requisitada e, com o controle definitivo do fogo, os peritos deverão se deslocar para a área”, declarou Claudionor.

Reunião – Na tarde dessa sexta-feira (19), foi realizada uma reunião em João Pessoa, entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e Ministério Público da Paraíba (MPPB), para articular medidas complementares de apoio às operações de combate ao incêndio, apresentar dados do trabalho realizado e enfatizar a necessidade de um trabalho posterior ao combate às chamas e à responsabilização dos culpados, de prevenção pela educação.

A secretária de Estado do Meio Ambiente e Sustentabilidade, Rafaela Camaraense, destacou a importância do trabalho realizado pela força-tarefa e reforça a importância do trabalho após o término do episódio. “É muito importante as entidades estarem envolvidas e trabalharem em conjunto. Avaliamos como necessária a realização de campanhas de educação ambiental, a fim de sensibilizar a população para a importância não apenas do parque mas daquela região, visto que estamos entrando em um período que o clima esquenta e os números de ocorrências de incêndios naquela região aumenta bastante”, afirmou a secretária.

A promotora Claudia Cabral e coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente afirmou que nos próximos dias apresentará ao procurador-geral um projeto de proteção à Caatinga. “Nos próximos dias estaremos apresentando ao procurador-geral um projeto estratégico de proteção à caatinga, um projeto que visa justamente trabalhar o princípio da prevenção. Estamos numa fase de coleta de dados para direcionar a atuação do Ministério Público na proteção desse importante bioma, que é 100 por cento nosso”, afirmou a promotora.

O procurador-geral de Justiça do MPPB, Leonardo Quintans, que também participou da reunião, reafirmou o compromisso do Ministério Público em atuar de forma integrada com os órgãos ambientais, policiais e de segurança.
“Não mediremos esforços para apoiar as investigações e responsabilizar criminalmente os culpados. O recado é claro: não haverá impunidade diante de ataques tão graves contra o patrimônio natural da Paraíba. Além de investigar e punir, também trabalhamos para planejar ações permanentes de proteção da Caatinga e prevenção de novos desastres”, disse o procurador.

Incêndio – No último sábado (13), o Corpo de Bombeiros de Patos recebeu um chamado reportando um incêndio florestal na Serra do Cruzeiro, em São José do Bonfim.

O Corpo de Bombeiros atua em operação integrada com a Polícia Militar, Polícia Civil, equipe técnica da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e brigadistas do ICMBio para conter as chamas e proteger a vegetação local.

A força-tarefa recebeu importante reforço na quinta-feira (18), quando o incêndio passou a contar com o apoio do Grupo Tático Aéreo (GTA), ampliando significativamente a capacidade operacional de combate ao fogo.

PB Agora

Impunidade levou Congresso a rever blindagem parlamentar em 2001

Foi a impunidade levou Congresso a rever blindagem parlamentar em 2001.Centenas de casos de impunidade de senadores e deputados investigados em crimes que incluíam corrupção, assassinatos e tráfico de drogas chocaram a opinião pública durante toda a década de 1990.

Como a Justiça precisava de autorização da Câmara ou do Senado para processar parlamentares, na prática, eles ficavam imunes a processos enquanto durava o mandato, atrasando, por anos, as investigações.

A revolta contra essa situação levou o Congresso Nacional a aprovar, em dezembro de 2001, a Emenda Constituição (EC) 35, que acabou com a exigência de autorização prévia para processar criminalmente um parlamentar.

Agora, a Câmara dos Deputados tenta retomar a proteção inicialmente prevista na Constituição de 1988, por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3 de 2021, conhecida também como PEC da Blindagem e PEC das Prerrogativas. A medida prevê que seja necessária a autorização da maioria das casas legislativas, em uma votação com voto secreto, para que parlamentares respondam a processos judiciais.

A jornalista Tereza Cruvinel trabalhou na editoria de política do jornal O Globo por mais de 20 anos, acompanhando o trabalho legislativo da Constituição à promulgação da emenda 35.

“Começaram a surgir parlamentares com envolvimentos criminais. Muitas vezes, eles pertenciam a partidos poderosos, e o Judiciário não conseguia as licenças para processá-los. Quando o Supremo pedia, era invariavelmente negado. Quase 300 pedidos foram negados até 2001”, lembrou.

Segundo a profissional, a aprovação da emenda que acabou com a necessidade de autorização do Congresso para as investigações foi motivada pelos inúmeros casos de impunidade relatos pela mídia. “Foi uma reprovação da sociedade àquele protecionismo extremo de parlamentares, que eram praticamente inalcançáveis pela lei. Houve uma confusão entre imunidade e impunidade”, completou a jornalista que, entre 2007 e 2011, foi presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Blindagem para o deputado da motosserra
Um dos casos que contribuiu para mudar a Constituição foi o do “deputado da motosserra”. Eleito em 1998, o parlamentar acreano Hildebrando Pascoal acabou condenado, após deixar o Parlamento, por tráfico de drogas e diversos homicídios, entre os quais, o esquartejamento de desafetos com um motosserra.
Cruvinel destacou que, mesmo nos casos mais chocantes, o Congresso preferia caçar o mandato do que permitir que o Judiciário abrisse uma ação penal.

“O caso do Hildebrando foi apenas o caso mais emblemático. Quando os crimes dele estavam provados, e o Supremo pediu a licença, em vez de conceder, preferiram caçá-lo para não dar precedente e preservar aquele mecanismo”, comentou.

Sérgio Naya e o Palace 2
Outro caso que apressou a aprovação da EC 35 foi a desabamento do Edifício Palace 2, que matou oito pessoas no Rio de Janeiro, em 1998, e pertencia ao engenheiro e deputado federal Sérgio Naya, responsável técnico pela construção do prédio.

“As PECs que tramitavam sobre o tema nesta casa tiveram o seu andamento acelerado pela pressão popular, entrando na pauta de discussão da Comissão de Constituição e Justiça”, diz documento dos anais do Senado.

Atentado no restaurante
Outro caso que contribuiu para aprovação da EC 35 foi o do senador Ronaldo Cunha Lima, da Paraíba. Quando era governador, ele atirou contra seu rival político, o ex-governador Tarcísio Burity, em um restaurante de João Pessoa, em 1993.

Cunha Lima chegou a ser preso, mas conseguiu habeas corpus. Em 1995, foi eleito senador e contou com a imunidade que duraria 8 anos. Ainda em 1995, o STF pediu licença para processar o parlamentar, mas o Senado só analisou o caso quatro anos depois, em 1999, negando a autorização.

Cunha Lima só foi processado depois da emenda 35. Porém, em outubro de 2007, a poucos dias de ser julgado no STF, o parlamentar renunciou ao cargo para levar o caso para a 1ª instância do Judiciário.

A família de Buricy reagiu com indignação. “Ele passou 14 anos ludibriando a Justiça. Agora, quando sabia que ia ser julgado, renunciou para ser julgado pelo Tribunal do Júri. É uma palhaçada”, lamentou à época a viúva do político, Glauce Burity.

Constituinte de 1988
Quando o constituinte de 1988 incluiu na Constituição a exigência de autorização para processos criminais contra deputados e senadores, ele tinha em mente criar uma proteção aos deputados depois de 21 anos de ditadura militar.

Tereza Cruvinel, que também cobriu a Constituinte de 1988, destacou que, na época, os constituintes temiam perseguições políticas após a redemocratização.

“A constituinte, que vinha para encerrar uma ditadura, teve a intenção de proteger os parlamentares contra eventuais futuros abusos, um retrocesso, uma nova ditadura ou meia ditadura. O deputado de hoje, por outro lado, está pensando em garantir uma blindagem contra quaisquer iniciativas da Justiça, inclusive dos delitos que envolvem emendas parlamentares”, acrescentou.

Segundo especialistas e organizações que trabalham com o combate a corrupção, a atual PEC da Blindagem pode favorecer a corrupção no uso de emendas.

A analista legislativa Orlange Maria Brito escreveu artigo sobre o tema e destacou que a proteção pensada para os parlamentares que saíam de uma ditadura começou a ser questionada uma vez que foi “desviada da sua correta utilização”.

“Permite-nos questionar a necessidade e atualidade em tempos em que não mais existiam a situação de autoritarismo do momento histórico e político em que foram concebidas”, ponderou.

Ainda segundo a especialista, “diante de inúmeros fatos, ocorridos à época, instalou-se a preocupação em evitar que a imunidade se degenerasse como mecanismo que lograsse acobertar atos delituosos que não deveriam fugir da atuação do Poder Judiciário”.

Proteger o Parlamento
Os defensores da PEC 3 da blindagem de 2021 afirmam que a proposta visa proteger o exercício do mandato parlamentar contra interferências indevidas do Judiciário e contra supostas “perseguições políticas”.

O relator da PEC da blindagem na Câmara, deputado Claudio Cajado (PP-BA), rejeita o argumento de que a proposta limite as ações criminais contra parlamentares.

“Isso aqui não é uma licença para abusos do exercício do mandato, é um escudo protetivo da defesa do parlamentar, da soberania do voto e, acima de tudo, do respeito à Câmara dos Deputados e ao Senado”, justificou.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu que o Congresso Nacional não barraria investigações contra quem cometeu crimes.

“Quem cometer crime vai pagar, uai. É simples assim, a gente vota, e a gente mostra que essa casa é contra criminoso”, disse Nikolas durante a sessão.

Clickpb com Agência Brasil

Maioria da bancada paraibana vota a favor da urgência do PL da Anistia

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), por 311 votos a favor, 163 contra e 7 abstenções, o regime de urgência para a tramitação do Projeto de Lei da Anistia (PL 2162/23), que pode beneficiar condenados e investigados pelos atos de 8 de janeiro. A decisão acelera a análise do projeto, que poderá ser votado diretamente no plenário, sem passar pelas comissões da Casa.

Na Paraíba, a votação dividiu a bancada, mas a maioria apoiou a urgência. Sete deputados votaram a favor, três contra, um se absteve e um não registrou voto.

Como votaram os paraibanos:

A favor: Aguinaldo Ribeiro (PP), Cabo Gilberto Silva (PL), Mersinho Lucena (PP), Romero Rodrigues (Podemos), Ruy Carneiro (Podemos), Wellington Roberto (PL) e Wilson Santiago (Republicanos).

Contra: Luiz Couto (PT), Gervásio Maia (PSB) e Damião Feliciano (União Brasil).

Abstenção: Hugo Motta (Republicanos).

Ausente: Murilo Galdino (Republicanos).

A aprovação da urgência foi comemorada pela oposição e parlamentares ligados ao PL, que chegaram a fazer orações e celebrar no plenário. Já partidos governistas criticaram a medida, apontando que a proposta pode abrir caminho para uma “anistia disfarçada” aos envolvidos nos ataques às instituições democráticas.

Portal Correio – Poder em Debate

Patos sedia 13º Encontro de Fuscas e Carros Antigos com participação de clubes de vários estados

Patos será palco, entre os dias 19, 20 e 21 de setembro, de um dos maiores encontros de carros antigos do Nordeste. O 13º Encontro de Fuscas e Carros Antigos acontece no estacionamento do Patos Shopping e promete reunir colecionadores, admiradores e clubes de diversas cidades do Brasil. A entrada é gratuita.

De acordo com a organização, já estão confirmadas as presenças de clubes de cidades do Rio Grande do Norte, como Caicó, Acari e Parelhas; do Piauí, com Floriano e Teresina; de Pernambuco, representado por Caruaru, Custódia, Petrolina, Olinda e Recife; além do Ceará, com grupos vindos de Crato e Juazeiro do Norte. A Paraíba também terá participação expressiva, com colecionadores de vários municípios do estado.

A programação vai além da exposição dos clássicos automotivos. O público poderá acompanhar shows musicais de forró, MPB, apresentações de artistas locais e o melhor do brega na voz do Coronel Roberto. Também haverá entrega de troféus e brindes especiais para os participantes e visitantes.

Realizado pelo Clube do Fusca e Carros Antigos de Patos, o evento conta com apoio do Patos Shopping e da Gráfica Visão, consolidando-se como um dos encontros mais tradicionais do segmento no interior da Paraíba.

Patos Online

DHE prende homem acusado do homicídio de Jorge Eduardo de Lima Rodrigues ocorrido em Patos

Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE) de Patos e da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Capital, cumpriu um mandado de prisão em desfavor de um indivíduo envolvido na morte de Jorge Eduardo de Lima Rodrigues, que está desaparecido desde setembro de 2024. O jovem, segundo informações, foi torturado por membros do crime organizado na localidade conhecida como “Rua do Meio”, e após o fato, a família não obteve mais informações sobre seu paradeiro.

Com o avanço das investigações conduzidas pela DHE, com o compartilhamento de informações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), foi possível finalizar as investigações e elucidar o caso, e, na tarde de ontem, com o apoio operacional da DHPP de João Pessoa, foi preso o último investigado envolvido no homicídio, de iniciais N.S.P, de 24 anos. A investigação concluiu que se tratou de um homicídio cometido por indivíduos de uma organização criminosa, com a consequente ocultação do cadáver.

A Polícia Civil reitera seu compromisso com a elucidação de crimes contra a vida e o combate ao crime organizado, garantindo a paz e a segurança da população. A instituição também reforça a importância do Disque-Denúncia, por meio do número 197 e do site da Polícia Civil da Paraíba, garantindo o anonimato do denunciante.

 

Fonte: DHE- Patos

Polícia Militar prende homem em flagrante e apreende arma de fogo, em Boa Ventura

Uma ação de Policiais Militares do 13º BPM terminou com um homem preso e uma Espingarda calibre 32 apreendida na noite de ontem (18/09) em Boa Ventura.

A prisão aconteceu no Sítio Castelo, zona rural do município, após o acusado ter efetuado um disparo de arma de fogo em direção a residência de um vizinho.

O fato teria acontecido após uma desentendimento entre as partes.

No local do ocorrido, os Policiais deram voz de prisão ao suspeito e localizaram a arma e duas munições.

O infrator foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Itaporanga para ser autuado em flagrante.

Seção de Comunicação Social Marketing Institucional do 13º BPM

Polícia Militar contém briga generalizada e efetua prisão, em Princesa Isabel

Na noite desta quarta-feira (17), a guarnição da Patrulha Rural da 5ª CIPM, acionada pelo CPU, foi chamada para conter uma briga na Rua José Florentino Duarte, bairro Macapá 2, em Princesa Isabel (PB).

No local, os policiais confirmaram a confusão, realizaram a prisão de um homem e conduziram todos os envolvidos à Delegacia de Polícia Civil de Princesa Isabel, para as medidas cabíveis.

POLÍCIA FORTE, SOCIEDADE SEGURA
Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional – 5ª CIPM

Professores da UEPB aprovam greve e paralisação começa na segunda-feira

Os professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) decidiram entrar em greve a partir da próxima segunda-feira (22), após aprovação em assembleia realizada nesta quinta-feira (18). Entre os principais motivos estão atrasos de pagamento, cortes no orçamento e falta de contratação de novos docentes.

Motivos da paralisação
De acordo com Elisabete Vale, presidente da Associação dos Docentes da UEPB (ADUEPB), 70% da categoria votou a favor da greve. A decisão reflete insatisfação com o encerramento do pagamento retroativo das progressões funcionais, além da redução de orçamento que afeta diretamente a universidade.

Segundo a dirigente, há turmas sem professores e candidatos aprovados em concurso público aguardam convocação. No entanto, a gestão da instituição alega que não há recursos para contratar novos profissionais.

Posição da Reitoria
Em nota, a Reitoria da UEPB informou que aguarda o envio oficial da pauta de reivindicações por parte do comando de greve para abrir uma mesa de diálogo. O comunicado reforça que as negociações com o Governo do Estado da Paraíba já estão em andamento.

Portal Paraíba

“Queria que tivessem aprovado mais prerrogativas”, diz deputado ao considerar que a PEC da Blindagem ainda foi muito enxuta

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A PEC da blindagem foi aprovada nesta semana pela Câmara dos Deputados sob o argumento de proteger o Parlamento do STF. Mas, na prática, trata-se de uma medida para proteger o sindicato dos parlamentares. Quem comentou a proposta e ainda a achou, muito ‘enxuta’ foi o deputado federal bolsonarista Cabo Gilberto (PL).

Pela PEC, em casos de crime inafiançável, Câmara ou Senado vão decidir se mantém ou não a prisão através de votação secreta entre os parlamentares. Mesmo diante de graves crimes, os sindicalistas do Parlamento terão de decidir se seu colega será de fato preso, por meio de votação secreta.

Para Cabo Gilberto (PL) a ´blindagem´ “foi muita enxuta. Eu queria que tivessem aprovado mais prerrogativas para os parlamentares, porque hoje eles são chantageados pelos ministros da suprema Corte”, disse o deputado paraibano ao destacar ainda: “O texto ainda foi muito fraco para o que queria a nossa bancada (PL)”, finalizou Gilberto.

PB Agora

Ministro Dias Toffoli determina prazo de 10 dias para Câmara explicar tramitação da ‘PEC da Blindagem’

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, determinou um prazo de 10 dias para que a Câmara dos Deputados apresente informações sobre a tramitação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Blindagem. Texto foi aprovado, na terça-feira (16), com 353 votos a favor, e amplia as proteções legais para parlamentares, ao dificultar a prisão e a abertura de processos criminais contra deputados e senadores.

O deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP) solicitou, na quarta-feira (17), a suspensão do andamento da PEC no STF e Toffoli é o relator.

Após as explicações, o ministro deve decidir sobre o pedido para barrar a tramitação da proposta.

No pedido apresentado pelos advogados de Kim Kataguiri ao STF, é questionada a validade da proposta e irregularidades na votação foram pontuadas.

A tramitação da PEC da blindagem gerou polêmica no Brasil e grupos se mobilizam para pressionar os senadores a impedir a aprovação do texto, com atos em diferentes cidades brasileiras.

Clickpb com informações do G1 Política