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ALPB aprova projeto que proíbe a cobrança da taxa de religação da água

O consumidor paraibano obteve uma notícia que agrada o seu bolso. Foi aprovado na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que versa sobre a proibição da cobrança da taxa de religação dos serviços de abastecimento de água e esgoto sanitário em caso de suspensão (o corte). O dispositivo é direcionado à população de baixa renda, e foi apresentado pelo deputado estadual Felipe Leitão (DEM).

Por ampla maioria de votos, o projeto foi aprovado, explicando Felipe Leitão que “não está se criando nenhuma despesa, nem onerando o Estado. Aqui é um projeto de lei, e quem me conhece sabe disso; é para aqueles que mais precisam”, discorreu o parlamentar na tribuna da Casa de Epitácio Pessoa.

Felipe Leitão lembrou o constrangimento e as dificuldades quando a água é cortada por falta de pagamento, observando que a taxa de religação “é matar quem já está morto”. Ele salientou que o consumidor, ao ficar inadimplente, e não conseguir pagar o débito por não ter recursos, ao normalizar sua situação na Companhia de Água e Esgoto (Cagepa), ainda tem que arcar com a taxa de religação.

“Depois que ele (o consumidor) obtiver o dinheiro, ou através de um empréstimo, ou fez um ‘bico’ e conseguiu pagar e religar a sua água, ainda é penalizado com a taxa de religação que custa seis vezes mais do que a tarifa social, pois esse projeto é só para aqueles que pagam a tarifa social; aqueles que realmente mais precisam. Então eu acho uma injustiça, e nós estamos reparando, nós estamos corrigindo essa distorção que há hoje por parte da Cagepa com os consumidores de baixa renda”, justificou Felipe Leitão.

O deputado ainda observou que praticamente não haverá impacto orçamentário na arrecadação da Cagepa, pois o projeto visa tão somente os consumidores de baixa renda. Na sua fala, Leitão pediu o apoio dos colegas para a aprovação da matéria, o que de fato ocorreu, obtendo o apoio, inclusive, do bloco de oposição.

Agora o Projeto de Lei 127/2019 segue para aprovação ou veto do governador João Azevedo. “O projeto está bem embasado juridicamente, tem papel social, por isso estou confiante que o governador João Azevedo, homem sensível com as causas do povo, sancione o projeto”, observou Leitão.

Paraiba.com.br com Assessoria

Advogado é suspeito de tentar entrar no PB1 com chips em colchão

Um advogado criminalista foi parar na delegacia suspeito de tentar repassar chips e baterias de celular para dentro da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1, em João Pessoa. O caso ocorreu no fim da manhã desta terça-feira (18).

Segundo apuração da TV Correio, os dispositivos estavam escondidos em um colchão. O material foi flagrado por agentes penitenciários e o advogado acabou sendo conduzido à Central de Polícia, no Geisel, na Zona Sul de João Pessoa, e o material que entraria no presídio foi apreendido.

À TV Correio, o advogado falou que pegou o colchão com parentes de um detento na porta do presídio, para entregar a um cliente, e não sabia que tinha chips e baterias.

Advogado há 22 anos, o criminalista negou que tivesse sido preso e falou que seguiu para a delegacia espontaneamente para explicar a situação que, segundo ele, não teria sido intencional.

PortalCorreio

Gabriel Diniz pode virar nome de medalha que homenageará artistas que representam a Paraíba pelo Brasil

Gabriel recebendo o Título de Cidadão Paraibano.

O deputado estadual Wilson Filho (PTB) apresentou na semana passada o projeto de resolução de nº 83/2019 que cria a medalha Gabriel Diniz para ser concedida a artistas de destaque que representem a Paraíba pelo Brasil afora.

“Uma homenagem merecida a um artista que, apesar de não ser paraibano de nascença, escolheu nosso Estado de coração, para morar e para iniciar a sua promissora carreira artística. GD, como era conhecido carinhosamente, levou o nome do nosso Estado para o Brasil e para o mundo. É um gesto de reconhecimento pelo seu legado e de gratidão por ele ter levado a Paraíba no coração para o Brasil e o mundo”, pontuou Wilson.

Segundo determina o projeto, poderão ser concedidas, anualmente, três medalhas Gabriel Diniz para artistas, paraibanos ou não, que no desempenho de suas atividades culturais enalteçam o nome da Paraíba no Brasil e no exterior.

A entrega da Medalha, se aprovada pela Assembleia Legislativa da Paraíba e sancionada pelo presidente Adriano Galdino (PSB), precisará ser aprovada por pelo menos um terço dos parlamentares ou pode ser acatada, também, por iniciativa do presidente da Casa de Epitácio Pessoa. A medalha será acompanhada de um diploma, registro em livro próprio, em que constarão os dados do agraciado e o motivo da outorga.

PBagora

Obra de Pinto do Acordeon passa a ser considerada Patrimônio Cultural da Paraíba

Imagem: Josley Oliveira

A obra do cantor e compositor Francisco Ferreira Lima, conhecido como o Pinto do Acordeon, passa a ser considerada Patrimônio Cultural do estado da Paraíba.

A proposta foi aprovada por unanimidade pelos deputados estaduais na sessão desta terça-feira (18).

O projeto de lei é do deputado Wallber Virgolino.

O deputado Felipe Leitão parabenizou Wallber pela iniciativa de valorização da cultura da Paraíba, e enalteceu a alegria do compositor.

“Pinto, mesmo doente, no hospital, ele faz a alegria de todos os pacientes. Homenagem mais do que justa. Eu me acosto ao projeto de Vossa Excelência, e se permitir gostaria de subscrevê-lo, porque declarar Pinto do Acordeon patrimônio histórico da Paraíba é fazer justiça a tudo que ele fez de bom à nossa Paraíba, para nossa cultura”, disse Felipe Leitão.

Trócolli Júnior relembrou que foi vereador junto com Pinto do Acordeon, em 1992, na Câmara Municipal. Afirmou o carinho pelo compositor e parabenizou o projeto de lei.

“Pinto do Acordeon é um grande amigo que eu tenho muita estima por ele e toda a sua família, seus filhos, sua esposa Madalena. Eu quero nesse momento parabenizá-lo por essa iniciativa”, disse o deputado.

Clickpb

Imagem: Josley Oliveira

Investir em educação é eficaz para redução de homicídios, diz Unicef

Um conjunto de estudos promovidos e apoiados pela Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), vinculada à Organização das Nações Unidas, apontam evidências de que garantir o direito à educação é uma estratégia eficaz para a proteção da vida e para a prevenção da violência. Com base em tais pesquisas, a entidade aposta no acesso à escola como um mecanismo fundamental para reverter a tendência atual que, segundo ela, pode levar à morte de quase 2 milhões de crianças e adolescentes no mundo até 2030.

Os estudos estão em debate no seminário “Educação é Proteção contra a Violência”, que começou hoje (17) e está reunindo especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

O evento é organizado pela Unicef em parceria com a Cidade Escola Aprendiz, uma organização da sociedade civil de interesse público, que se dedica a promover perspectiva integral da educação.

As pesquisas revelam ainda que, na maior parte das vezes, o jovem vítima de homicídio está fora da escola ou em vias de abandoná-la. “Estar na escola é um fator de proteção”, avalia Florence Bauer, representante do Unicef no Brasil. No Ceará, por exemplo, um levantamento feito em Fortaleza e em outros seis municípios mostrou que 70% dos meninos e meninas assassinados haviam largado a escola há, pelo menos, seis meses.

Aos participantes do seminário, foi distribuída a publicação Educação que protege contra a violência, na qual o Unicef concentra os principais dados em torno do assunto. O documento traz, por exemplo, um levantamento de 2015 segundo o qual a América Latina responde por quase a metade de todos os homicídios ocorridos no mundo envolvendo adolescentes de 10 a 19 anos. A região é a única do planeta que apresenta aumento desses índices desde 2007.

No Brasil, os dados apontam que 32 meninos e meninas entre 10 e 19 anos são vítimas de homicídio a cada dia, o que coloca o país na primeira posição em número absoluto de assassinatos de adolescentes no mundo. Proporcionalmente, os números brasileiros são inferiores apenas aos registrados na Venezuela, Colômbia, El Salvador e Honduras.

Segundo Florence Bauer, trata-se de um problema que afeta de forma mais incisiva um perfil específico: jovens negros de família de baixa renda. “Vivem em territórios vulneráveis e violentos, sem acesso adequado a serviços de saúde, assistência social, educação, esporte e lazer”, diz. Entre 2007 e 2017, mais de 107 mil adolescentes entre 10 e 19 anos no Brasil morreram em decorrência da violência. Para cada sete vítimas, cinco são negras.

Medo

Há estudos que também revelam o medo como fator que prejudica o acesso à educação. Na Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14,8% dos estudantes do 9º ano entrevistados em 2015 declararam ter deixado de ir à escola ao menos um dia nos 30 dias anteriores por não se sentirem seguros no caminho de ida ou de volta. Além disso, 9,5% disseram que, nesse mesmo período, se ausentaram em algum momento da aula por não se sentirem seguros no próprio ambiente escolar.

Uma investigação em 99 escolas realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostrou a diferença de percepção desse quadro na comparação entre instituições públicas e privadas. Na capital paulista, 41,2% dos diretores das escolas públicas consideraram alta a violência no entorno. Esse percentual cai para 22,6% entre os diretores de escolas particulares.

O seminário continua amanhã (18) quando será apresentado um panorama do enfrentamento da exclusão escolar e do desafio diante da violência extrema no Rio de Janeiro. Serão apresentados dados compilados pela plataforma Fogo Cruzado sobre os cinco primeiros meses de 2019. Eles revelam que 1,4 mil dos 3,5 mil tiroteios ocorridos no período na região metropolitana do Rio de Janeiro ocorreram em horário escolar no perímetro de 300 metros de escolas e creches.

“Ao todo, seis pessoas foram baleadas dentro ou próximo de estabelecimentos de ensino, ninguém morreu. Comparado com o mesmo período de 2018, houve uma queda de 6% no número de tiroteios no entorno de escolas este ano. Dos três baleados no mesmo período de 2018, um morreu”, registra a plataforma. Segundo dados do Sistema Único de Saúde (SUS), 1.303 jovens entre 10 e 19 anos foram assassinados no estado fluminense em 2017. Os números revelam a pior taxa de homicídios dos últimos 10 anos para essa faixa etária.

Manifesto

Segundo o Unicef, enfrentar a violência no interior da escola e nos domicílios é tão importante quanto combater a que ocorre nas ruas, uma vez que também provoca evasão. O documento distribuído no seminário lista uma série de situações que tem sido vivenciada por estudantes, que vão desde a disciplina violenta por pais e professores até a violência psicológica, que envolve discriminação, depreciação, constrangimento, humilhação, isolamento, violação de direitos, intimidação sistemática através do bullying, etc.

Para lidar com a questão, a entidade possui iniciativas variadas como projetos voltados para a inclusão escolar, canais para denúncia, mecanismos para avaliar a qualidade do ensino e estratégias para mapear jovens que estão fora da escola. Também acompanha a execução de políticas públicas implementadas pelos estados e também a nível federal. Um deles é o Bolsa Família, que beneficia famílias nas quais os membros entre 6 e 17 anos estão matriculados. Segundo o Unicef, em 2018, a taxa de frequência escolar dessa população foi 93,8%.

Durante a abertura do seminário, a estudante Lays dos Santos, de 19 anos, leu o Manifesto Jovem #ENDviolence, um documento aprovado durante um encontro que reuniu mais de 100 jovens de todo o mundo. Organizado pelo Unicef, esse encontro ocorreu em dezembro do ano passado na África do Sul.

“Considerando o princípio de coexistência pacífica e respeitosa, a escola – enquanto espaço de mudanças – em colaboração com os pais e mães e com a sociedade – deve dar suporte e proteção a todos os estudantes, incluindo os que sofrem violência e os que se envolvem em comportamentos violentos”, diz o manifesto.

O documento apresenta ainda diversas reivindicações, entre elas, a restrição da presença de armas nas escolas, a garantia de segurança nos caminhos de ida e volta realizados pelos estudantes, o fornecimento de instalações seguras para o ensino, a capacitação da comunidade escolar para lidar com questões de violência e o ensinamento sobre o respeito ao corpo e à sexualidade de cada pessoa.

Também presente na mesa de abertura do seminário, o jovem Rafael Barbosa afirmou que a violação dos direitos do adolescente pode ir desde o motorista de ônibus que não para no ponto para embarque de estudantes de escola pública uniformizados até a falta de ação da instituição de ensino. “A escola produz violência quando não toma partido contra a discriminação e não combate o bullying”.

Agência Brasil

ALPB realiza esforço concentrado e aprecia cerca de 500 matérias

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou esforço concentrado, durante sessão extraordinária na tarde desta segunda-feira (17), para ‘limpar a pauta’ e apreciar as matérias encaminhadas à Casa. Aproximadamente 500 propostas foram analisadas pelos parlamentares. Nesta terça-feira (18), será apreciada a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2020.

Entre as matérias aprovadas destaca-se o projeto 523/2019, do Governo do Estado, autorizando a realização do concurso público para agente socioeducativo da Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida” (Fundac). A autorização do concurso, que será para o cargo de agente socioeducativo, contempla 400 postos, já considerando as 100 vagas criadas. A comissão organizadora, segundo o Executivo, já está formada e a publicação do edital de abertura de inscrições está prevista para agosto, segundo informações do órgão.

Os salários pagos para os agentes socioeducativos previsto em Edital gira em torno de R$ 1.500, além de gratificações. Segundo a matéria, as atribuições do cargo de agente socioeducativo são relativas a segurança nas unidades socioeducacionais, incluindo o controle de movimentação dos internos, acompanhamento dos atendimentos médicos, dos horários de lazer, das refeições, da cultura, do esporte, das atividades escolares e dos cursos profissionalizantes.

O projeto de Lei 215/2019, de autoria da deputada Cida Ramos, também foi aprovado por unanimidade. A proposta dispõe sobre a adaptação de terminais de autoatendimento das instituições financeiras no Estado para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O projeto pretende adaptar os pontos de autoatendimento nas dependências internas e externas dos bancos, sempre que existirem terminais destinados ao público em geral.

Segundo Cida Ramos, a matéria se originou das reivindicações de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, que se sentem prejudicadas e impossibilitadas de acessar os caixas eletrônicos e bancos 24 horas, das instituições financeiras da Paraíba. Cida acrescentou que cada estabelecimento deve disponibilizar aos consumidores deficientes pelo menos um terminal adaptado. O não cumprimento da lei implicará na aplicação de multa a instituição financeira responsável, em valores que deverão ser normatizados por decreto do Governo do Estado.

Outro projeto aprovado foi o 197/2019, do presidente Adriano Galdino, que institui a obrigatoriedade de que seja informado, no interior e no exterior dos veículos utilizados pelas empresas concessionárias de transporte coletivo intermunicipal, um número de telefone oficial para fins de eventuais reclamações. Também foi aprovado o 469/2019, encaminhado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que altera o quadro de cargos dos servidores auxiliares do MPPB.

Os deputados aprovaram ainda, por maioria de votos, o projeto 35/2019, de autoria do Cabo Gilberto, que visa a blindagem de viaturas policiais operacionais no Estado da Paraíba. A proposta é que as viaturas operacionais do órgão de segurança pública sejam dotadas de blindagem balística para assegurar a proteção de seus ocupantes. Segundo o parlamentar, as viaturas que estiverem em uso serão adaptadas para a instalação da blindagem, de forma gradativa, no prazo de dois anos. A instalação deverá ser iniciada pelo para-brisa frontal. Os requerimentos e os projetos de indicação foram apreciados em bloco.

PBagora com Assessoria

Retardatários podem fazer matrícula no IFPB até quarta

A Pró-Reitoria de Ensino prorrogou, nesta segunda-feira (17), a chamada para pré-matrícula dos candidatos classificados pelo SiSU 2019.2 para os cursos superiores presenciais do IFPB nos campi de Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, João Pessoa Monteiro, Patos, Picuí, Princesa Isabel e Sousa. Os candidatos aprovados agora podem realizar a pré-matrícula no dia 19, para os retardatários.

A matrícula deverá ser realizada obrigatoriamente no Campus ofertante do curso no qual o candidato foi classificado, exclusivamente para o curso/turno escolhido no ato da inscrição. Os candidatos relacionados foram classificados nos cursos/turnos nos quais se inscreveram, de acordo com o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) ano 2018, levando-se em conta as modalidades de concorrência optadas no ato da inscrição e os critérios de classificação e desempate elencados no Termo de Adesão ao SiSU.

Convocação

Os candidatos classificados e listados no resultado final que concorrem aos cursos superiores presenciais serão convocados para realização de matrícula apenas para o semestre letivo 2019.2, obedecendo criteriosamente à ordem de classificação de acordo com a ação afirmativa para a qual concorrem e a quantidade de vagas ofertadas no Edital de Abertura.

Confira a íntegra do Edital PRE Nº 41/2019.

PortalCorreio

Presidente de sindicato de autoescolas diz que derrubada do simulador não vai baratear CNH na Paraíba

A decisão do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) de retirar a obrigatoriedade de aulas práticas em simuladores para formação de condutores da categoria B (automóvel, caminhonete, camioneta, utilitário) não deverá reduzir o valor cobrado pelas autoescolas. Quem diz isso é o presidente do Sindicato das Autoescolas da Paraíba e diretor da Federação Nacional das Autoescolas, Claudionor Fernandes.

Ele prevê, segundo disse em entrevista ao Portal ClickPB, que haverá muitas ações judiciais porque as autoescolas teriam investidos na aquisição ou comodato dos equipamentos.

Entre as mudanças anunciadas pelo Contran para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) está a redução do número de aulas práticas obrigatórias, que vai de 25 para 20 horas. A exigência de aulas práticas noturnas foi a mais atingida, diminuindo de cinco para uma hora. E o fim da obrigatoriedade de aulas práticas em simulador, que volta a ser facultativo.

Quem for tirar sua habilitação, tem que pagar à autoescola cerca de R$ 1.600, para carro e motocicleta. Fora isso, o uso de simuladores custa, em média, R$ 300 a R$ 350. No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro postou na semana passada que a redução do custo para tirar a CNH será reduzido em aproximadamente R$ 300.

Claudionor Fernandes argumenta que não haverá o barateamento do curso porque a inclusão do simulador não teria encarecido o valor da formação dos condutores. “Ele (o simulador) não encareceu porque muita gente embutiu no pacote, o valor da habilitação vai ficar o mesmo”, afirmou Claudionor. Segundo ele, a ausência do equipamento fará com que a autoescola gaste com a contratação de mais instrutores e aumento na quantidade de salas de aula, por exemplo.

“Tem autoescola que você vai, já está tudo embutido, simulador, tudo. Para a gente não vai baratear, porque a diferença de cinco aulas no carro para cinco aulas no simulador é grande. No simulador, para cada dois simuladores, pode ter um instrutor; no carro, a gente vai ter que aumentar mais um instrutor. As vinte aulas continuam do mesmo jeito”, disse.

Claudionor alega que desde 2014, o valor da habilitação é o mesmo preço, em torno de R$ 1.600, e somente as taxas do Detran somam R$ 400. Para o sindicalista, a medida do presidente Jair Bolsonaro é populista, mas não surtirá efeito de reduzir o custo para os consumidores. Ele defende que o que baratearia os custos da formação de condutores seria a redução da carga tributária para as autoescolas, como desconto na aquisição de veículos.

“Para a gente aqui da Paraíba, vai ser prejuízo para as empresas, porque a gente não cobrava o simulador no pacote, a gente cobrava o simulador fora, como manda a resolução do Contran. Mas tem pessoas que cobram R$ 1.700 com tudo. Isso aí depende de cada empresa”, disse o sindicalista.

Clickpb

Agricultor tem carro alvejado à bala, durante emboscada, em Piancó

O agricultor rural, Antônio Soares da Silva, foi alvejado a tiros de espingarda e revólver, durante uma emboscada, na manhã deste domingo (16), nas proximidades do sítio Caibras, na zona rural de Piancó.

De acordo com informações de populares, que estiveram no local do ocorrido, o agricultor seguia do sítio Caibras, quando foi surpreendido pelos disparos de espingarda, que acertaram o para-brisa do veículo.

Ao ouvir os disparos e ver as marcas no para-brisa o homem acelerou o veículo, mas novos disparos foram efetuados na sua direção. Por sorte, o agricultor não foi atingido.

Nas diligências os policiais militares encontraram vestígios de que o atirador preparou uma armadilha contra Antônio Soares, ao colocar galhos de mato para disfarçar a sua presença às margens da estrada.

Na Delegacia, o agricultor explicou que tem algumas intrigas, mas não sabe quem seria o atirador.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Vale do Piancó Notícias

Aposentados em todo o Brasil são alvos do “Golpe do Seguro”, e polícias investigam o caso

As polícias Federal e Civil começam a investigar um golpe que está atingindo milhares de aposentados no país. É um seguro, descontado ilegalmente nos contracheques dos idosos.

A proposta parece tentadora: um seguro que custa entre R$ 19 e R$ 52, por mês, e que dá direito a vários benefícios. O problema é que milhares de aposentados em todo o país estão sendo cobrados por um seguro que não contrataram. Mas como agenciadores e correspondentes bancários conseguem os dados dos aposentados? O repórter do Fantástico se infiltrou num grupo de conversa de um aplicativo de celular em que eles trocam informações e descobriu que existe um verdadeiro comércio clandestino.

paraiba.com.br com G1