Polícia Militar resgata mulher presa em local de difícil acesso, em Patos
Na manhã deste sábado, 05 de abril de 2025, uma guarnição de Radiopatrulha da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) realizou um resgate emocionante no bairro Jardim Magnólia, na cidade de Patos-PB. A ação reforça o compromisso da Polícia Militar com a segurança e bem-estar da população.
Por volta das 07h35, os policiais foram acionados pelo CIOP/CICC após moradores da região escutarem gritos de socorro. Ao chegarem ao local, confirmaram a veracidade da informação e encontraram uma mulher clamando por ajuda.
A mulher relatou que, na tarde do dia anterior (04/04), ao realizar a limpeza de um ambiente de difícil acesso em sua residência, acabou ficando presa. O local, situado no primeiro andar do imóvel, possuía um único acesso através de um pergolado, que se fechou ao seu redor, impossibilitando sua saída. Para piorar a situação, seu pai, um idoso de 89 anos e acamado, encontrava-se exatamente abaixo do local onde ela estava presa, o que a impediu de tentar forçar a saída.
Os policiais militares utilizaram um caminhão caçamba para alcançar a altura necessária e realizar o resgate. Ao ser resgatada, visivelmente emocionada, chorou e agradeceu aos policiais pelo salvamento. Ela relatou que passou toda a noite sem comer, beber água e sentindo frio, clamando por socorro, sem que ninguém a escutasse.
Graças à ação rápida e eficiente da Polícia Militar, a senhora foi resgatada com segurança e sem ferimentos graves, demonstrando, mais uma vez, o comprometimento da instituição em proteger e servir a sociedade.
Polícia Forte, Sociedade Segura.
SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E MARKETING INSTITUCIONAL DO 3⁰ BPM
Polícia Militar recupera em Patos dois transportes com suspeita de crimes de estelionato
Uma ação rápida da Polícia Militar em Patos resultou na recuperação de dois veículos suspeitos de envolvimento em crimes de estelionato na cidade de Riacho dos Cavalos, no Sertão paraibano.
O fato ocorreu na manhã deste sábado, dia 5 de abril de 2025, quando a equipe policial foi informada de que dois veículos — um FORD F-4000, de placa JFD-8137, e um FIAT Siena, de placa OFA-0128 — estariam se deslocando pela BR-230, sentido Malta, e estariam diretamente ligados à ocorrência criminosa.
Com base nas informações repassadas, os policiais seguiram até as imediações do Distrito de Santa Gertrudes e, nas proximidades do Motel Dallas, conseguiram localizar os veículos. Após a abordagem, foi realizada uma revista pessoal nos ocupantes e nos automóveis, mas nenhum material ilícito foi encontrado.
A equipe ainda realizou uma consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), e não foi identificado nenhum mandado de prisão em aberto contra os suspeitos.
Diante da situação, os veículos e os envolvidos foram conduzidos à 15ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (15ª DSPC) de Patos, onde foram apresentados à autoridade policial de plantão, para que fossem adotadas as medidas legais cabíveis.
Fonte: Repórter @pabhlorhuan
Entenda quanto é a dívida pública e por que ela existe
O governo ter dívidas, por si só, não é necessariamente ruim, mas é preciso ter noção das restrições orçamentárias das contas públicas. A avaliação é do economista Marco Cavalcanti, coordenador de Finanças Públicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento.
Cavalcanti, que já foi subsecretário de Política Fiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, em 2019 e 2020, conversou com a Agência Brasil sobre aspectos da Dívida Pública Federal (DPF), como trajetória e sustentabilidade.
A dívida pública é uma forma de o governo se financiar. Ela surge e aumenta sempre que o governo gasta mais do que arrecada. Quando os impostos e demais receitas não são suficientes para cobrir as despesas, o governo é financiado por credores.
As informações sobre o comportamento da dívida, seus detentores e valores pagos são atualizadas mensalmente pelo Tesouro Nacional, instituição do Ministério da Fazenda.
Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o economista descreve que, em 2024, o gasto do governo para honrar compromissos – chamado serviço da dívida – foi de 41,6% do orçamento federal executado.
Dentro desse valor, estão as amortizações e refinanciamentos, que somam R$ 1,658 trilhão (34,3% do orçamento); e os juros, R$ 352 milhões (7,3%).
Todos esses números referem-se apenas à dívida do governo federal, que é apenas uma parcela da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) – que inclui governos federal, estaduais e municipais e o Instituto Nacional do Seguro Social.
Esse montante fechou janeiro de 2025 em R$ 8,9 trilhões, o que representa 75,3% do total de riquezas produzidas em um ano pelo Brasil, medidas pelo Produto Interno Bruto.
A quem o país deve
O levantamento mais recente, relativo a fevereiro, divulgado no último dia 28, apontou que o estoque da Dívida Pública Federal era de R$ 7,492 trilhões. Esse valor não significa que precisa ser paga ou refinanciada toda de uma vez só, pois há um escalonamento dos vencimentos, que têm prazo médio de 4,08 anos.
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R$ 7,178 trilhões são devidos a credores domésticos;
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R$ 314,34 bilhões a credores internacionais.
Para contrair uma dívida, o governo troca títulos públicos por dinheiro, que é usado para suas necessidades. Em troca, o credor combina receber algo além do mesmo dinheiro emprestado, ou seja, a remuneração da dívida, que é cobrada em forma de juros.
De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no início de fevereiro, a DPF deve encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões.
A remuneração que governo precisa pagar aos credores segue a proporção:
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47,77% do estoque atrelada à taxa Selic – atualmente em 14,25% ao ano;
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20,54% pré-fixada (taxa fixa acertada no momento da contratação da dívida);
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27,51% indexados à inflação;
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4,18% corrigidos em dólar.
E quem são os credores?
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29,8% da dívida são devidos a instituições financeiras;
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24,1% a fundos de pensão;
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22,3% a fundos de investimentos;
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9,7% a não residentes (estrangeiros);
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3,2% a governo;
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3,8% a seguradoras;
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7,1% a outros.










