Após meses de discussão, deputados e senadores aprovaram no fim do prazo a reforma política. As novas regras foram sancionadas pelo presidente Michel Temer e algumas já passarão a valer para as eleições de 2018.
Entre as novidades estão a criação de um fundo com recursos públicos para financiar campanhas para compensar o fim das doações de empresas (proibida pelo Supremo Tribunal Federal), a adoção de uma cláusula de desempenho para os partidos, o fim de coligações partidárias a partir de 2020 e a determinação de um teto de gastos para candidaturas.
Ao sancionar a reforma, o presidente vetou proposta que determinava que os sites suspendessem, em no máximo 24 horas, sem decisão judicial, a publicação de conteúdo denunciado como “discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa em desfavor de partido ou candidato”. A proposta foi alvo de críticas de parlamentares e de várias entidades do setor de comunicação.
Confira o que muda a partir das eleições de 2018:
Cláusula de desempenho
Como era: todos os partidos recebiam uma parcela do fundo partidário, e o tempo de propaganda em emissoras de televisão e de rádio era calculado de acordo com o tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.
Agora: os partidos precisam atingir um desempenho eleitoral mínimo para ter direito a tempo de propaganda e acesso ao fundo partidário. Para 2018, os partidos terão que alcançar, pelo menos, 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove estados, com ao menos 1% dos votos válidos em cada um deles. Como alternativa, as siglas devem eleger pelo menos nove deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da Federação. As exigências aumentarão gradativamente até 2030.
Fundo eleitoral
Como era: não existia. Partidos e candidatos podiam receber doações somente de pessoas físicas e não havia verba pública destinada diretamente a campanhas eleitorais.
Agora: foi criado um fundo eleitoral com dinheiro público para financiamento de campanhas eleitorais. O fundo, estimado em R$1,7 bilhão, terá a seguinte distribuição: 2% igualmente entre todos os partidos; 35% entre os partidos com ao menos um deputado na Câmara, 48% entre os partidos na proporção do número de deputados na Câmara em 28 de agosto de 2017 e 15% entre os partidos na proporção do número de senadores em 28 de agosto de 2017.
Arrecadação
Como era: os candidatos podiam iniciar a arrecadação apenas em agosto do ano da eleição, mas o acesso ao dinheiro estava condicionado ao registro da candidatura.
Agora: os candidatos podem arrecadar recursos em campanhas online (crowdfunding) a partir de 15 de maio do ano eleitoral. Além disso, os partidos podem vender bens e serviços e promover eventos de arrecadação. Empresas estão proibidas de financiar candidatos.
Limite para doações
Como era: as pessoas físicas poderão doar 10% do rendimento bruto declarado no ano anterior à eleição.
Agora: não mudou. O presidente Michel Temer vetou item que previa um teto de 10 salários mínimos.
Limite para gastos
Como era: sem limite.
Agora: haverá limite de gasto com valores distintos conforme o cargo que o candidato almeja:
Presidente: R$ 70 milhões no primeiro turno e metade desse valor em caso de segundo turno.
Governador: entre R$ 2,8 milhões e R$ 21 milhões, dependendo do número de eleitores do estado.
Senador: entre R$ 2,5 milhões e R$ 5,6 milhões, dependendo do número de eleitores do estado.
Deputado federal: R$ 2,5 milhões.
Deputado estadual/distrital: R$ 1 milhão.
Debates
Como era: emissoras de televisão e rádio eram obrigadas a convidar candidatos de partidos com mais de nove deputados na Câmara dos Deputados.
Agora: esse número foi reduzido para cinco.
Voto impresso
Como era: não havia. O voto dos eleitores ficava registrado apenas na urna eletrônica.
Agora: o voto deverá ser impresso a partir da eleição de 2018, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já comunicou que não terá orçamento para implementar a medida em todo o Brasil no próximo ano.
Wscom com Agência Brasil
No tempo normal da partida válida pela final da Segunda Divisão do Campeonato Paraibano, a Desportiva Guarabira conseguiu vitória por 2 a 0. Mas deixou a vitória escapar nas cobranças de pênaltis e o Nacional de Patos conquistou o troféu de campeão neste domingo (08) no Estádio Silvio Porto, em Guarabira.
Um jovem de idade não revelada, identificado no primeiro momento como Junior de Boneco, foi morto a tiros na noite deste domingo (08/10), nas imediações da Rua João Pequeno de Oliveira, saída para Ipueira/RN, em São Mamede. Ele foi atingido por vários disparos de arma de fogo e morreu no local.

Por volta das 3h20 deste sábado (07), a Polícia Militar recebeu uma ligação anônima informando que um homem em companhia de uma mulher, teriam acabado de sair de um restaurante localizado na Rua Engenheiro Carlos Pires de Sá, e que o mesmo portava uma arma de fogo.
O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) recebeu, na tarde desta sexta-feira, 6, em Campina Grande, o colega Luciano Cartaxo (PSD), de João Pessoa. Ao final do encontro, em entrevista à imprensa, ambos mantiveram uma sintonia no discurso político: as candidaturas de cada um continuarão como alternativas nos processo sucessório, mas da reunião foi costurado um pacto em prol do fortalecimento das oposições na Paraíba.
O senador José Maranhão defendeu nesta sexta-feira em entrevista ao Portal WSCOM a união dos diversos atores da política da Paraiba, Pernambuco e Rio Grande do Norte para resgatar o projeto de Porto de Águas Profundas no Litoral Norte paraibano como incremento à economia e ao futuro do desenvolvimento do Estado. Ele disse ainda que reagiu contrário à aprovação de censura aos sites e veículos digitas em materia aprovada na Câmara Federal.
A Caixa Econômica Federal criou um serviço exclusivo para consulta de saldo de cotas do PIS (Programa de Integração Social), liberadas pelo governo federal de acordo com a Medida Provisória 797/2017. Por meio do site, os aposentados ou idosos a partir de 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) têm acesso à conta e são informados sobre o melhor canal para saque dos recursos.
O deputado federal Benjamin Maranhão, presidente estadual do partido Solidariedade (SD), entende que é legítimo o interesse de candidatura própria dos postulantes da oposição Luciano Cartaxo (PSD), José Maranhão (PMDB) e Romero Rodrigues (PSDB) para eleição a governador de 2018. Benjamin defende, porém, que a unidade dos partidos seja mantida.
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