Hugo Motta diz que candidatura de Adriano Galdino a governador é legítima, mas trata tema como especulação
O deputado federal Hugo Motta presidente estadual do Republicanos declarou que candidatura do deputado Adriano Galdino ao governo é legítima, mas tratou o tema como especulação.
“O presidente Adriano, das maiores lideranças políticas do Estado, preside do poder, demonstra muito compromisso com a Paraíba, nada mais natural do que colocar o seu nome para a disputa”, disse.
O deputado Adriano Galdino (Republicanos) já declarou que não vai forçar uma candidatura ao governo do Estado da Paraíba nas eleições de 2026. Mas revelou que vai construir uma equação para viabilizar o seu nome na disputa.
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Com a iminente eleição de Hugo Motta; relembre os paraibanos que foram Presidentes da Câmara e do Senado
Assumir a Presidência de uma Casa Legislativa nos municípios e estados é motivo de orgulho para qualquer parlamentar, mas alcançar esses postos em Brasília é algo digno de poucos, principalmente pela dificuldade imposta para se chegar à esses cargos.
Fazendo uma pesquisa mais aprofundada sobre as Presidências da Câmara e do Senado, verificamos que o Nordeste teve poucos representantes, caso que se aplica a Paraíba
Mas o número de paraibanos que irão chegar um dos mais importantes postos da política nacional tende a aumentar em breve, com a iminente eleição de Hugo Motta para a Presidência da Câmara em fevereiro de 2025.
Pensando nisso, o Polêmica Paraíba apresenta uma matéria relembrando os grande políticos paraibanos que foram Presidentes das Casas Legislativas em Brasília.
SENADO
Humberto Lucena: Lucena iniciou sua carreira política no PSD elegendo-se deputado estadual em 1950 e 1954 e deputado federal em 1958 e 1962.
Após o Golpe Militar de 1964 e a outorga do bipartidarismo ingressou no MDB, quando foi reeleito para um terceiro mandato em 1966. Nas eleições de 1970, tentou ser Senador pela primeira vez, mas acabou ficando apenas na terceira colocação.
Com um novo retorno à Câmara em 1974, Humberto tenta mais um mandato no Senado, mas mesmo ficando na segunda colocação, é eleito pois o número totais de votos do MDB, superou os votos de Ivan Bichara que foi o mais votado, mas que era apenas o único candidato da Arena.
Reeleito para um novo mandato em 1986, Lucena se torna Presidente do Senado em 1987, se tornando figura nacionalmente conhecida durante a aprovação da Constituição em 1988.
Impedido de exercer um novo mandato, pois ainda não existia o mecanismo de reeleição, o paraibano retorna para um segundo mandato de Presidente em 1993, fica novamente em evidência por estar no cargo durante a elaboração do Plano Real.
Após ser reeleito para um terceiro mandato de Senador em 1994, Lucena falece durante a legislatura, aos 69 anos, vitimado por problemas cardíacos em abril de 1998.
CÂMARA FEDERAL
Samuel Duarte: A carreira política de Samuel Duarte começa de um jeito um tanto quanto curioso. Trabalhando como Jornalista durante a morte de João Pessoa e a Revolução de 1930, Duarte começa a ficar conhecido pela sua atuação, sendo nomeado diretor de “A União”, onde ficou até outubro de 1934, mesmo ano no qual se candidatou a Deputado Federal pela primeira vez.
Após se eleger em sua primeira disputa política, Samuel teve sua carreira abruptamente interrompida com a implantação do Estado Novo em 1937. Retorna aos holofotes no Governo de Rui Carneiro, no cargo de Secretário Estadual de Interior e Justiça, pasta considerada a mais importante à época.
Com a renúncia de Carneiro para se candidatar novamente ao Governo, desta vez por via direta, Samuel assume o cargo entre 22 de outubro e 5 de novembro de 1945.
No ano seguinte, retorna para a Câmara Federal, sendo eleito Presidente da Câmara em 1947, ficando no cargo até 1949.
Após dois novos mandatos de Deputado, perde a eleição para o Senado em 1954 e em 1958 não consegue retornar para a Câmara Federal, abandonando a política.
Com a saída da política, retomou o trabalho focado no Direito, chegando ao cargo de Presidente da OAB Nacional entre 1967 e 1969, falecendo aos 74 anos em 3 de dezembro de 1979.
Efraim Morais: Filho do ex-Deputado e ex-Prefeito Inácio Bento de Morais, a trajetória de Efraim começa em 1982, quando é eleito Deputado Estadual, se reelegendo em 1986.
Na eleição seguinte decide alçar voos mais altos, quando se torna Deputado Federal, cargo que ocuparia por mais dois mandatos.
Foi no último de seus mandatos na Câmara que Efraim se torna Presidente da Casa. A única diferença em comparação a Humberto Lucena e Samuel Duarte é que Morais não foi diretamente eleito para o cargo.
Vice-Presidente da Casa durante o mandato de Aécio Neves, Efraim assumiu a Presidência após a renúncia de Neves, que havia ganho à disputa pelo Governo de Minas nas eleições de 2002.
Ficando no cargo apenas entre Dezembro de 2002 e Fevereiro de 2003, Morais foi o Presidente da Câmara durante a posse de Lula no dia 1 de fevereiro.
Logo após a posse do novo Presidente, deixou a Câmara para assumir o mandato de Senador, ficando em Brasília até 2010, quando não conseguiu se reeleger.
Fonte: Vitor Azevêdo
Créditos: Polêmica Paraíba
Município de Diamante terá primeira corrida de rua com premiações; confira
A Prefeitura de Diamante (PB) realizará a primeira edição da Corrida de Rua em comemoração aos 63 anos de emancipação política. Evento esportivo será realizado dia 26, às 17h.
A corrida prevê premiação em dinheiro para os cinco primeiros colocados, nas modalidades masculina e feminina. Confira:
Masculino e feminino (distintos)
1° lugar: R$ 650
2° lugar: R$ 550
3° lugar: R$ 350
4° lugar: R$ 250
5° lugar: R$ 150
Além das quantias, os 30 primeiros a cruzar a linha de chegada receberão medalhas.
As inscrições estão abertas até dia 11 de dezembro pelo site diamante.pb.gov.br e presencialmente nos dias 2, 3 e 9 na Secretaria de Esportes e Cultura.
Diamante Online
Quilombolas comemoram desapropriação de 355 hectares na Paraíba
As cerca de 90 famílias da comunidade quilombola de Pitombeira, no município paraibano de Várzea, na região da Borborema, estão comemorando a assinatura do Decreto Presidencial, na sexta-feira (29), autorizando o Incra a promover as desapropriações dos imóveis localizados no território de 355 hectares reivindicado pela comunidade. Na ocasião, também foram assinados outros 14 Decretos de Declaração de Interesse Social de áreas de quilombos, beneficiando mais 14 territórios. Ao todo, 1.123 famílias em oito estados brasileiros foram beneficiados.
A retomada da política quilombola, que havia sido paralisada entre 2016 e 2022, revela-se também por meio da criação da Diretoria de Territórios Quilombolas, e ainda do reconhecimento das famílias como beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA). No PNRA, os remanescentes de quilombos têm acesso às modalidades do Crédito Instalação, como Fomento e Habitação, oferecidas pelo Incra. Em 2023, a medida alcançou 3,2 mil famílias. Neste ano, já são mais de 10 mil.
De acordo com a antropóloga Cristiana Fernandes, da Divisão de Territórios Quilombolas do Incra na Paraíba (Incra/PB), a próxima etapa do processo de regularização do território de Pitombeira, após a desapropriação dos imóveis e a indenização dos proprietários, é a desintrusão dos posseiros e proprietários de imóveis rurais situados na área reivindicada pela comunidade.
Ela explicou que, após a etapa de desintrusão, o Incra poderá emitir o título em nome da associação de Pitombeira, registrado no cartório de imóveis, sem qualquer ônus financeiro para a comunidade. O documento final é coletivo, imprescritível e não permite venda e penhora da área. Ele garante a posse da terra, além de acesso a políticas públicas como educação, saúde e financiamentos.
Etapas do processo
O resumo do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) de Pitombeira foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 28 e 29 de junho de 2017. O documento é a peça inicial do processo administrativo de regularização dos territórios quilombolas e é constituído por relatório antropológico, relatório agronômico-ambiental, levantamento fundiário, mapa, memorial descritivo da área e relação das famílias quilombolas cadastradas pelo Incra, parecer conclusivo da equipe técnica e parecer jurídico.
O Incra publicou, em 20 de novembro de 2023, a portaria de reconhecimento que declara os limites do território quilombola. A próxima etapa antes da concessão de título de propriedade é o decreto de desapropriação de imóveis inseridos no período, que deverá ser assinado pelo presidente da República.
A última etapa do processo de regularização do território quilombola é a concessão de título de propriedade coletivo em nome da associação dos moradores da comunidade.
Comunidade de Pitombeira
Localizada a cerca de 275 quilômetros de João Pessoa, na região do Seridó Ocidental da Paraíba, a comunidade quilombola de Pitombeira, de acordo com os dados do relatório antropológico contido no RTID, teve sua origem a partir de quatro ex-escravos, Inácio Félix, Severino, Simplício e Gonçalo Fogo, que se estabeleceram naquela localidade com suas mulheres, na segunda metade do século XIX. O nome Pitombeira deve-se ao fato de que esses casais encontraram ali um grande pé de pitomba, que se tornou referência para o estabelecimento de suas posses.
As famílias de Pitombeira se dedicam principalmente à agricultura, com destaque para a fruticultura, com plantações de umbu, caju e banana. As criações de animais são pequenas e servem apenas para subsistência. O artesanato em madeira de umburana e em palha de carnaúba (vassouras, chapéus, abanos e bolsas) funciona como uma atividade complementar à economia da comunidade, assim como o extrativismo mineral, pois, segundo os moradores, a região é rica em minérios como xelita, feldspato, granito, calcário, turmalina negra e calcedônia.
Cinco membros da comunidade que trabalham com apicultura fazem parte da Associação de Criadores de Abelhas do Vale do Sabugi (ACAVS) e comercializam mel nas cidades da região. Ainda segundo o RTID, a comunidade só recebeu energia elétrica em 1999 e ainda utiliza jumentos como meio de transporte de pessoas e de galões de água potável. Entre os aspectos culturais e de sociabilidade destacam-se jogos de futebol, aulas de capoeira e forrós, bem como grupos de músicos tocadores de pífanos e de pandeiros, que entoam aboios, cocos ou declamam glosas. O evento de maior destaque na comunidade é a festa de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, na vizinha cidade de Santa Luzia, que, é celebrada pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, entidade religiosa e cultural fundada em 1871, e originária da comunidade Pitombeira. Na mesma época, também em Pitombeira, teria sido realizado o primeiro “tope do juiz”, cavalgada que é o principal atrativo da festa.
Na Paraíba
Atualmente, 37 processos para a regularização de territórios quilombolas encontram-se em andamento no Incra/PB. De acordo com a presidente da Aacade/PB, 49 comunidades remanescentes de quilombos na Paraíba já possuem a Certidão de Autodefinição expedida pela Fundação Cultural Palmares.
Processo de regularização
A missão de regularizar os territórios quilombolas foi atribuída ao Incra em 2003, com a promulgação do Decreto nº 4.887, que regulamentou o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata a Constituição Federal em seu Artigo 68.
As comunidades quilombolas são grupos étnicos predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana, que se autodefinem a partir das relações com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade, as tradições e práticas culturais próprias. Estima-se que em todo o País existam mais de três mil comunidades quilombolas.
Para terem seus territórios regularizados, as comunidades quilombolas devem encaminhar uma declaração na qual se identificam como comunidade remanescente de quilombo à Fundação Cultural Palmares, que expedirá uma Certidão de Autodefinição em nome da mesma. Devem ainda encaminhar à Superintendência Regional do Incra uma solicitação formal de abertura dos procedimentos administrativos visando à regularização.
MaisPB
Governador João Azevêdo planeja integrar Porto de Cabedelo à ferrovia Transnordestina e aprimorar logística na Paraíba
O governador da Paraíba, João Azevêdo, revelou nesta segunda-feira (2) a possibilidade de interligar o Porto de Cabedelo à ferrovia TransNordestina. A declaração foi feita durante o programa “Conversa com o Governador”, transmitido pela Rádio Tabajara, e trouxe novos desdobramentos sobre a integração logística no Nordeste.
A conexão poderá ser viabilizada com a conclusão do trecho entre Salgueiro (PE) e o Porto de Suape, previsto para ser entregue entre 2028 e 2029. “A Paraíba tem interesse nessa ligação. Se a ferrovia se consolidar nesse trecho, será possível planejar a integração entre Cabedelo e Suape, ampliando a movimentação de cargas no estado e na região”, afirmou João Azevêdo.
O governador destacou ainda que a interligação do Porto de Cabedelo com os portos de Suape (PE) e Pecém (CE) representaria um marco no transporte regional de mercadorias, fortalecendo o comércio interestadual e impulsionando a economia paraibana.
Rede ferroviária na Paraíba
A conexão com a TransNordestina envolveria a reativação do trecho ferroviário entre Recife e João Pessoa, que possui um ramal em Itabaiana atualmente desativado. João Azevêdo ressaltou que, para a Paraíba, a reestruturação desse ramal seria estratégica para integrar o estado a uma malha ferroviária mais ampla e moderna.
Investimentos na TransNordestina
Na última quinta-feira (28), João Azevêdo participou, em Brasília, da assinatura de um financiamento de R$ 3,6 bilhões pelo Banco do Nordeste, destinado à conclusão de outro trecho da TransNordestina, entre Eliseu Martins (PI) e o Porto de Pecém (CE).
Histórico da TransNordestina
Projetada em 2002 pelo Governo Federal, a ferrovia TransNordestina tinha previsão de conclusão para 2016, mas apenas 705 km dos 1.200 km planejados foram entregues. A obra tem como objetivo principal facilitar o escoamento de cargas entre os portos de Suape e Pecém, além de abranger áreas como Eliseu Martins (PI) e Porto Franco (MA).
O trecho atual em fase de construção conecta Paes Landim e Paulistana, no Piauí, e Missão Velha e Acopiara, no Ceará, ampliando a integração regional.
A concretização da interligação entre o Porto de Cabedelo e a TransNordestina poderá abrir novas perspectivas para o desenvolvimento econômico da Paraíba e do Nordeste como um todo.
PBAgora
Dom Eraldo preside Santa Missa em Catingueira durante a acolhida da Cruz Peregrina do Ano Diocesano da Juventude
Na noite de domingo, 1° de dezembro, a Paróquia São Sebastião, em Catingueira-PB, recebeu a Cruz Peregrina do Ano Diocesano da Juventude (2024-2025). A entrega da cruz foi realizada por jovens da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, de Emas, que participaram de uma caminhada até a Igreja Matriz de São Sebastião.
A caminhada percorreu parcialmente a BR 361 e culminou na recepção da cruz pela comunidade paroquial, que contou com a presença do bispo diocesano, dom Eraldo Bispo da Silva, e do Pe. Marcones Alves Lopes, administrador paroquial.
O ponto alto da programação foi a celebração da Santa Missa com a liturgia do 1º Domingo do Advento. Durante sua homilia, dom Eraldo abordou o papel da juventude na Igreja e fez um apelo pela vida. Ele também mencionou a doação de dom Gerardo Andrade Ponte, cujo centenário de nascimento foi celebrado na manhã do mesmo dia na Igreja Catedral.
Além disso, dom Eraldo incentivou os jovens a se prepararem em oração para o Jubileu das Juventudes, programado para 2025, durante a Festa de Pentecostes, que ocorrerá no Parque Religioso Cruz da Menina, em Patos.


Fonte: Diocesedepatospb.org.br
Aposta de João Pessoa fatura R$ 120 mil na Mega-Sena
Uma aposta de João Pessoa faturou mais de R$ 120 mil na Mega-Sena desse sábado (30). A aposta foi feita por canal eletrônico. Os números sorteados foram 17 – 21 – 26 – 28 – 32 – 60.
Na quadra da Mega-Sena, 36 apostas paraibanas ganharam prêmios a partir de R$ 1.370,72. Esses ganhadores são de João Pessoa, Campina Grande, Aguiar, Alagoa Grande, Alagoinha, Catolé do Rocha, Conde, Guarabira, Monteiro, Patos, Remígio, Solânea, Sousa e Sumé.
O prêmio principal acumulou em R$ 76 milhões para o sorteio da terça-feira (3), já que nenhum apostador acertou todas as seis dezenas.
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Santa Missa marca abertura do centenário de nascimento de dom Gerardo na Diocese de Patos
No dia 1° de dezembro, o bispo diocesano de Patos-PB, dom Eraldo Bispo da Silva, presidiu a celebração da Eucaristia do 1º Domingo do Advento na Igreja Catedral de Nossa Senhora da Guia, em Patos. A celebração foi marcada pela abertura do centenário de nascimento de dom Gerardo Andrade Ponte (1924-2024).
Durante a celebração, dom Eraldo destacou o lema episcopal de dom Gerardo, “tudo pelo evangelho”, enfatizando a profunda dedicação do bispo em favor de seus irmãos e irmãs. Ele ressaltou como dom Gerardo utilizou sua saúde e juventude para o serviço pastoral, sempre comprometido com a missão de evangelizar e cuidar das necessidades do seu rebanho.
A celebração contou com a presença de membros do clero diocesano ordenados por dom Gerardo, além do Pe. Josenildo Nunes, da Diocese de Afogados da Ingazeira-PE, que concelebrou a Santa Missa. Dom Eraldo mencionou a amizade entre dom Gerardo e dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho (1924-2006), bispo diocesano de Afogados da Ingazeira que é celebrado pela diocese irmã no Regional Nordeste 2 da CNBB.
Após a homilia, o Pe. Luciano Dias de Morais, Vigário Paroquial em Santa Terezinha-PB, fez uma reflexão sobre a trajetória de dom Gerardo, ressaltando seu compromisso com os mais pobres e seu desapego aos bens materiais. Ele destacou que, neste tempo de preparação para o Ano Santo (Jubileu 2025), o exemplo de dom Gerardo deve servir como uma bússola de esperança e referência para a evangelização.
Dom Eraldo também anunciou que a programação alusiva ao centenário de dom Gerardo continuará até maio do próximo ano, quando será a celebrada a memória dos 19 anos de sua páscoa definitiva.
Sobre dom Gerardo
Dom Gerardo Andrade Ponte nasceu em 1° de dezembro de 1924, em Fortaleza-CE. Foi sagrado bispo em 1975 e assumiu a Diocese de Petrolina-PE, onde permaneceu até 1983, quando foi transferido para a Diocese de Patos-PB. Faleceu aos 82 anos como bispo emérito.












