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Protesto da enfermagem reúne dezenas de profissionais e paralisa o Centro da cidade de Patos

O Brasil está vivenciando nesta sexta-feira, dia 09 de setembro, manifestações da categoria de enfermagem por centenas de cidades de todo o país. Os atos são em protesto em decorrência de ação movida no Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a Lei do Piso, que deveria entrar em vigor após a aprovação no Congresso Nacional e a sanção com veto de reajuste anual pelo presidente Bolsonaro (PL).

Na manhã desta sexta-feira, dezenas de profissionais da enfermagem se concentraram no centro da cidade de Patos e expressaram a sua indignação diante da ação impetrada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questiona a constitucionalidade da lei 14.434/2022. Diante da ação, o Ministro Luís Roberto Barroso acabou suspendendo a lei.

A manifestação contou com o apoio do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região (SINFEMP), do Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba (COREN PB), além de entidades de classe e movimentos sociais que estão defendendo a implementação imediata do piso da enfermagem em todo o Brasil. Para Carminha Soares, presidente do SINFEMP, a lei não tem o que ser questionada, pois atendeu todos os trâmites legais e foi aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Diversos profissionais da saúde de outras cidades estiveram em Patos para engrossar as fileiras da manifestação. Em determinado momento, os presentes fizeram um abraço simbólico no principal cruzamento do centro da cidade de Patos e o trânsito ficou interrompido em todas as vias durante cerca de 15 minutos.

Ao final, os presentes fizeram uma caminhada da Prefeitura Municipal de Patos até a Praça Getúlio Vargas. A expectativa é que a pressão dos milhares de profissionais da enfermagem consiga reverter a decisão monocrática do Ministro Luís Roberto Barroso, pois a decisão irá a plenário para ser votada ainda nesta sexta-feira.

Polêmica Patos

Várias pessoas são presas durante mega operação no Sertão da Paraíba

Foi desencadeada na manhã desta sexta-feira (9), a Mega Operação Policial “Teia”, encabeçada pelas Forças de Segurança Pública da Paraíba- Polícia Civil- Polícia Militar-BM- e Ministério Público-PB, que teve por objetivo a desarticulação de um grupo criminoso responsável pelo tráfico de drogas, roubos e execuções de pessoas nos municípios de Piancó, Santana dos Garrotes, Igaracy, Itaporanga e Patos.

Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara da Comarca de Piancó. Cerca de 120 policiais civis, militares e do corpo de bombeiros participaram da ação. Com o grupo criminoso foi apreendido armas e drogas.

A Operação policial foi coordenada pelos delegado Cristiano Jacques, Antônio Neto, além do coronel da Polícia Militar. Francisco Campos, coronel Elder, coronel Saulo Laurentino e da Promotora de Justiça Bruna Marcela.

“Operações como essa restabelecem a ordem pública, que acaba sendo afetada pelas ações do crime organizado. Além da desestruturação da ORCRIM pelas forças de segurança, a ação policial demonstra que o Estado está atento a qualquer tipo de afronto as leis penais do nosso país. Foi um basta!”, ressaltou o superintendente da 3ª SRPC delegado Cristiano Jacques.

Ao todo, 31 pessoas foram presas até o momento.

Fonte: Vale do Piancó Notícias

Venda do Patos Tênis Clube é aprovada para a Área Badalada

Em assembleia extraordinária dos sócios do Patos Tênis Clube que aconteceu na sede da Ordem dos Advogados do Brasil-OAB, Subseção de Patos, na noite desta quinta-feira (08), foi aprovada a venda do clube para Área Badalada Eventos.

O encontro ocorreu após primeira, segunda e terceira convocações. E por 54 votos a favor do total de presentes, dois contra e cinco abstenções, o negócio foi sacramentado no valor total de R$ 5.970.000,00.

Segundo Taciano Wanderley, presidente do Clube, 515 títulos têm direito ao valor da venda. Serão R$ 4.120.000,00 para serem divididos com 515 sócios no valor 8 mil reais para cada título (sócio), já sem os débitos contabilizados.

A área do Clube que tem 5.150 metros quadrados, foi avaliada inicialmente em mais de R$ 7 milhões, mas acabou sendo negociada por um valor mais baixo.

Do total da venda, R$ 400 mil serão destinados à Prefeitura Municipal de Patos para realizar ações em favor do município, segundo aprovou a Assembleia em conformidade com o Ministério Público Estadual.

Para que a venda do imóvel sede fosse concretizada, seriam necessários 10% dos sócios concordarem com a venda do Patos Tênis Clube que têm mais de 500 sócios com títulos ativos e ainda 130 já falecidos. A maioria dos proprietários de títulos do clube ou representantes moram fora da cidade hoje.

O Patos Tênis Clube encontra-se numa área importante do Centro da cidade, nas imediações da Praça Getúlio Vargas, Associação Comercial de Patos e do Hotel JK, e sempre foi conhecido na cidade por sua importante contribuição na realização de shows, com a presença de grandes nomes dos meios artístico e musicais, e de atividades sociais em geral.

No entanto, desde o início dos anos 2000, o clube foi reduzindo o calendário anual de eventos, até ficar sem realizar nenhum tipo de atividade, fechando totalmente suas portas anos atrás. O último evento realizado no espaço foi o show do humorista Zé Lezin no dia 2 de setembro de 2017.

Taciano disse que depois de muita conversa e celeuma, a venda foi concretizada por um valor justo. O importante é que o negócio foi fechado, pois como todos sabem, o Patos Tênis Clube não tinha mais utilidade para a cidade há mais de 5 anos,” disse ele.

Taciano ainda ressaltou que aquele espaço foi doado na década de 50 por seu avô Darcílio Wanderley (em 6 de maio de 1955), construído por seu pai Redy Wanderley, e que não só para sua família, mas para toda a sociedade patoense, aquele espaço é histórico e de grande serventia para cidade que ficará marcado na memória de todos pelas alegrias proporcionadas pelas inúmeras festas de carnaval e grandes eventos diversos.

Fonte: Portal 40 Graus

Presidente do PT-PB garante que Ricardo seguirá candidato ao Senado Federal

O presidente do PT na Paraíba Jackson Macêdo garantiu que o candidato ao Senado Federal Ricardo Coutinho (PT) seguirá na disputa das eleições deste ano, mesmo tendo o pedido da candidatura indeferido, nesta sexta-feira (9), pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Jackson afirmou que o PT irá recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Ricardo Coutinho continua candidato a senador. Nós temos vários recursos que serão colocados, tanto no TSE, como no STF, que garantem a permanência de Ricardo na disputa eleitoral”, garantiu.

A decisão da Corte indeferiu o registro de candidatura do petista, levando em consideração a pena de inelegibilidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em novembro de 2020 contra Ricardo Coutinho por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014, quando Coutinho foi reeleito governador da Paraíba na disputa contra Cássio Cunha Lima (PSDB).

Fonte: Paraíba Já

Dez refugiados da Venezuela morrem por falta de assistência na Paraíba e MPF aciona Justiça Federal

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação para que a Justiça Federal determine que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e o Distrito Especial de Saúde Indígena Potiguara (Dsei) iniciem atendimento de saúde às famílias indígenas venezuelanas da etnia Warao refugiadas na Paraíba. O pedido, realizado na última terça-feira (6), ocorre após a morte de 10 refugiados, sendo sete deles crianças.

De acordo com o MPF, desde que chegaram à Paraíba, entre novembro de 2019 e fevereiro de 2020, os indígenas venezuelanos só receberam assistência em saúde básica na rede de atenção municipal dos municípios de João Pessoa e Campina Grande.

“Em reunião com o MPF, em fevereiro de 2020, a Secretaria de Saúde de João Pessoa já ressaltava a necessidade de uma atuação conjunta para melhorar o estado de saúde dos indígenas, mencionando que corriam risco de morte. Em resposta ao MPF, a respeito do atendimento aos indígenas venezuelanos, o Dsei Potiguara alegou limitações legais e reduzida estrutura de pessoal, material e física para prestar suporte em atendimento específico aos Warao”, denuncia o MPF.

Os primeiros óbitos no grupo de aproximadamente 300 indígenas Warao refugiados em João Pessoa aconteceram em outubro de 2020. Um bebê não resistiu à cesárea da mãe, diagnosticada com infecção grave. Dias depois, uma adolescente de 16 anos morreu vítima de tuberculose. Em dezembro do mesmo ano, a mãe dela, de 53 anos, morreu com a mesma doença, sem sequer ter obtido leito médico para tratamento. Desde então, ocorreram pelo menos mais sete mortes, todas causadas por doenças similares, como pneumonia e sepse (infecção generalizada).

“Em março de 2021, faleceu no Ceará, vítima de sepse, uma menina Warao de apenas 10 meses de vida, poucos dias depois de deixar um abrigo em João Pessoa. Em abril de 2021, faleceram dois bebês gêmeos que nasceram prematuros, em fevereiro do mesmo ano, e foram diagnosticados com sepse. Em maio de 2021, uma jovem indígena grávida de oito meses faleceu cinco dias após uma cesárea de emergência. Em julho de 2021, uma bebê faleceu após ter tido febre durante uma madrugada. Em março de 2022, outra bebê Warao faleceu diagnosticada com pneumonia, sepse e insuficiência renal”, elenca o MPF.

Mortes ignoradas

Na petição, o Ministério Público Federal aponta a evidência mais nítida da ineficácia da prestação de saúde fornecida aos indígenas refugiados. O órgão destaca que as mortes aconteceram por doenças que são contornáveis, se houver a assistência em saúde em tempo hábil.

Para o MPF, é latente a desproteção a essa etnia pelo poder público, “principalmente, pelos próprios órgãos de proteção indígenas, que vêm ignorando esse número de mortes e deixando cada vez mais vulnerável essa população que já possui um evidente histórico de muita dor e sofrimento, desde a saída da Venezuela”, frisa a petição.

O órgão aponta, ainda, que a incidência de doenças respiratórias, principalmente nas crianças indígenas refugiadas, é muito recorrente, “o que os colocou sob um risco ainda maior em meio à pandemia da Covid-19, somado ao contexto de deslocamento em que eles vivem, bem como ao modo de vida coletivo”.

O MPF pontua também que a Constituição Federal brasileira prevê o tratamento isonômico entre brasileiros e estrangeiros residentes no país. Portanto, como refugiados, os Warao devem ser recebidos no Brasil “na sua qualidade de povo indígena, sendo titulares dos mesmos direitos dos indígenas brasileiros”. Assim, conforme o artigo 5º da Constituição Federal, os Warao “possuem a garantia constitucional reconhecida de ter acesso a um sistema de saúde diferenciado, que respeite suas particularidades culturais e lhes assegure a integridade e, por fim, a vida”.

Risco de extermínio da etnia

Ao demonstrar a urgência do pedido liminar, o MPF alerta sobre o perigo de mais mortes entre os indígenas refugiados se houver demora na contratação de equipe multidisciplinar de saúde indígena pelo Dsei Potiguara para atender aos Warao. “A demora condenará esse povo, que já se encontra em considerável vulnerabilidade social, a mais adoecimentos e mais mortes, até a concessão da tutela definitiva”, argumenta o órgão.

O procurador da República José Godoy Bezerra de Souza considera que o Estado brasileiro precisa urgentemente atentar para as condições de saúde dos indígenas Warao que chegaram refugiados ao país. Ele explicou a dimensão do alto número de óbitos ocorridos dentro do grupo de 300 indígenas em João Pessoa.

“A quantidade de mortes de criança por indivíduos é extremamente maior do que ocorre na média de mortes do povo brasileiro. Se essas condições se perpetuarem, poderemos ter o extermínio desse grupo de refugiados” afirmou. O procurador também mencionou que as condições de vida insalubre em nossas cidades aumentam a vulnerabilidade da saúde dos Warao. “Isso é algo preocupante e está sendo observado por autoridades nacionais e internacionais”, salientou.

Obstáculos no atendimento

A limitação da assistência em saúde aos indígenas refugiados feita pela rede de atenção básica dos municípios decorre da ausência de formação das equipes do SUS em geral, que não passam pelo treinamento diferenciado que as equipes do subsistema de saúde indígena recebem. Outra limitação decorre do obstáculo linguístico, frequentemente mencionado pelas equipes de saúde do município de João Pessoa, no atendimento aos indígenas – que se comunicam na língua Warao e apenas alguns conseguem dialogar em espanhol, pouquíssimos em português. A situação é agravada pelo fato de não existir muitos agentes de assistência básica que falam espanhol, aptos para lidar com os refugiados. “Se torna latente a necessidade de construção de vínculos entre as equipes de saúde e os grupos indígenas, para que eles ouçam os que buscam ajudá-los”, expõe o MPF.

Além desses entraves, ainda existem particularidades culturais dos indígenas, que entendem, por exemplo, que a cura das doenças deve vir dos curandeiros Warao. “Os indígenas Warao possuem um sistema xamânico próprio, em que os curandeiros detêm grande importância para o grupo. Nas ocasiões de adoecimentos e nascimentos, eles são os primeiros a serem consultados e, com muita frequência, as equipes de saúde ocidentais somente têm acesso aos pacientes depois de sua autorização”, relata o MPF.

O Ministério Público relata na ação que a fragilidade na saúde dos Warao ao chegarem à Paraíba se deu, em grande parte, pelo deslocamento, quase sempre em situações precárias e sem as devidas condições de higiene e alimentação. Para garantir a sobrevivência, ainda na Venezuela, os Warao desenvolveram a prática de pedir doações nas ruas das cidades para onde migraram, por remoção forçada, em decorrência dos vários impactos negativos causados por empreendimentos do setor petroleiro na fauna e na flora da região em que originalmente habitavam.

Outra característica dos Warao é a presença recorrente das crianças indígenas em todas as atividades desenvolvidas pelos adultos, nelas incluídas as atividades praticadas na rua, como a mendicância. Esse aspecto da cultura Warao foi alvo frequente de denúncias da sociedade civil e de averiguações do conselho tutelar em João Pessoa, cidade onde os indígenas venezuelanos aportaram fugindo da crise humanitária em seu país.

Os deslocamentos dos grupos Warao também influenciam no atendimento à saúde, observa o MPF, porque a assistência em saúde básica prestada pela rede municipal se organiza pelo princípio da territorialidade, onde cada equipe de saúde atende numa região preestabelecida. Desse modo, por exemplo, a população residente em determinado bairro só pode ser atendida pela rede do distrito sanitário daquele bairro.

Em se tratando dos indígenas, argumenta o Ministério Público: “A assistência em saúde com essa forma de organização resta essencialmente prejudicada, uma vez que a grande perambulação do grupo nos entornos da cidade, sem, muitas vezes, haver uma residência fixa, dificulta que um Distrito Sanitário – composto por uma rede de USFs – lhes preste atendimento adequado e contínuo, fazendo-se necessário o atendimento por meio da rede federal dos DSEIs”, reitera o órgão.

O MPF também pede na Justiça que a União contrate, em 60 dias, equipe multidisciplinar de saúde indígena para atender aos refugiados Warao, através de aditivo ao Convênio nº 882491/2019, que o Ministério da Saúde/Sesai firmou com o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Filgueira (Imip), o qual tem sido aditivado sucessivamente. O órgão ministerial ainda pede fixação de multa diária à União, no valor de R$ 50 mil, em caso de descumprimento da decisão judicial.

Portal Correio

Paraíba não registra óbitos de Covid-19; duas pessoas testaram positivo

Nas últimas 24h foram confirmados 2 casos de Covid-19 na Paraíba, todos leves. Até esta sexta (9), o estado já contabilizou um total de 651.816 casos da doença.

O município que apresentou registros nas últimas 24h foi João Pessoa. Não foram confirmados óbitos nas últimas 24h. No momento, o estado segue com 1 óbito em investigação.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI adulto em todo estado é de 3%. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 3 pacientes foram internados nas últimas 24 horas. Ao todo, 12 pacientes estão internados em uma unidade pública de referência para a covid-19.

Portal Paraíba

TRE-PB indefere candidatura de Ricardo Coutinho por unanimidade e ex-governador não poderá concorrer ao Senado

O registro de candidatura de Ricardo Coutinho para o Senado foi indeferido durante sessão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) na tarde desta sexta-feira (09), conforme acompanhou o ClickPB. A decisão foi tomada por unanimidade pela Corte Eleitoral em harmonia com o parecer do Ministério Público. Com a definição do TRE-PB em negar o registro de candidatura, a postulação de Ricardo Coutinho ao Senado fica inviabilizada. No entanto, a defesa do ex-governador deverá recorrer em outras instâncias.

Em sustentação oral durante a sessão, a procuradora Acácia Suassuna destacou as decisões que ensejaram na condenação de ineligibilidade de Ricardo Coutinho, que foi feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A procuradora destacou em sua fala a questão sobre a conta feita para determinar o prazo de inelegibilidade. “Se ela tem início no dia 5 de outubro de 2014, que foi a data da eleição, ela vai se findar no dia 5 de outubro de 2022. Por isso o candidato está inelegível”, ressaltou Acácia Suassuna.

O relator do processo, juiz José Ferreira Ramos Júnior, considerou em seu voto que a condenação por inelegibilidade se mantém e que “até a presenta data não foi atribuída decisão suspensiva”. O juiz destacou ainda o posicionamento sobre o prazo de vigência da inelegibilidade, questionado pela defesa de Ricardo Coutinho. Igualmente à procuradora, ele ressaltou que a inelegibilidade de Ricardo Coutinho segue até “data posterior à realização do primeiro turno das eleições deste ano que ocorrerá em 2 de outubro de 2022”.

O relator votou pelo indeferimento da candidatura de Ricardo Coutinho e da chapa completa da coligação para o Senado, incluindo os suplentes.

Votaram a favor do indeferimento, acompanhando o voto do relator: juiz Fábio Leandro de Alencar, juiz Bianor Arruda, juiz Roberto D’Horn, desembargadora Maria de Fátima Cavalcanti Maranhão e juiz Arthur Fialho.

O juiz Bianor Arruda observou que o pedido feito pelo impugnante Bruno Roberto para que Ricardo Coutinho seja excluído do guia eleitoral tenha que ser aceito também, já que o indeferimento da candidatura está sendo analisado. Porém, após sustentações dos colegas da Corte Eleitoral, se declarou convencido de que o candidato sub judice tem direito a permanecer no guia eleitoral.

Os registros de candidatura dos suplentes também foram julgados logo em seguida. Os registros de Jeová Campos Alexandre foram deferidos por unanimidade. No entanto, a chapa da Coligação para o Senado foi indeferida nos termos do voto do relator.

Em parecer, o Ministério Público Eleitoral pediu o indeferimento da candidatura de Senado devido a decisão de inelegibilidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2020. O candidato Bruno Roberto, também concorrente ao Senado, igualmente pediu indeferimento da candidatura do oponente.

O registro de candidatura de Ricardo Coutinho ao Senado é relatado pelo juiz José Ferreira Ramos Júnior, que ainda no mês de agosto suspendeu o repasse das verbas do fundo eleitoral. O pedido de tutela de urgência foi requerido pelo Ministério Público Eleitoral juntamente com o pedido de impugnação da candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho.

Resposta de Ricardo Coutinho

Após o TRE-PB rejeitar o registro de candidatura de Ricardo Coutinho, a defesa disse que a palavra final será do STF. Confira a nota na íntegra:

Em que pese a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, proferida na data de hoje (09/09/2022), julgando procedente a impugnação contra o registro da candidatura de Ricardo Coutinho, deve-se informar que, além de caber recurso para o TSE, incumbirá ainda ao STF dar a palavra final sobre a candidatura de Ricardo Coutinho.

João Pessoa, 09 de setembro de 2022.

Igor Suassuna de Vasconcelos

OAB/DF 47.398

OAB/PB 28.806-a

Eduardo de Araújo Cavalcanti

OAB/PB 8.392

Fonte:Clickpb

Candidato a governador Nilvan Ferreira e o candidato a deputado federal Cabo Gilberto cumprem agenda nesta sexta, em Patos

O candidato ao cargo de governador do estado da Paraíba, Nilvan Ferreira (PL) e o candidato ao cargo de deputado federal Cabo Gilberto (PL), estarão nesta sexta-feira (9) cumprindo agenda política na cidade de Patos.

Eles estarão presentes na inauguração do Comitê do candidato ao cargo de deputado estadual, Josmá Oliveira (PL). O local está situado na Rua Peregrino Filho, nº 34, Centro, na lateral da Churrascaria Boi Forte, situada na Rua do Prado.

A inauguração será às 17h e funcionará para a distribuição de material de campanha do time do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Josley Oliveira – PortalSantaTeresinha.com

Cantor Vicente Nery sofre acidente de carro em Fortaleza

O cantor de forró Vicente Nery sofreu um acidente de carro e fraturou o braço, nesta quinta-feira (8), próximo à Praia da Sabiaguaba, em Fortaleza. O caso foi confirmado pelo irmão e empresário do artista, Vilton Nery. A lesão atingiu três partes do braço e uma do antebraço.

Ele disse que Vicente estava voltando da praia, após gravar vídeos para um DVD que ele está produzindo. Na volta, um motorista teria passado em alta velocidade, o que assustou o cantor. Com isto, ele perdeu o controle do carro, subiu o meio fio e o carro capotou.

Vicente Nery foi socorrido por um colega que passava pelo local, e reconheceu o artista após o acidente. Ele foi levado ao Hospital Instituto Dr. José Frota, no Centro de Fortaleza, porque estava sentindo muitas dores.

No carro com Vicente, estava ainda um guitarrista da banda dele. Não há detalhes do estado de saúde do músico. Ele está consciente e espera transferência para um hospital particular, até a publicação desta reportagem.

G1CE

Prefeitura de São José do Bonfim inicia a segunda etapa das obras de abastecimento de água do Assentamento Tubarão

A prefeitura de São José do Bonfim continua realizando obras para trazer desenvolvimento e melhorias para a população e, nesta quinta-feira, dia 8 de setembro, a prefeitura e Cagepa iniciaram a segunda etapa das obras de abastecimento de água para a comunidade do Assentamento Tubarão.

O prefeito Esau Nóbrega esteve presente juntamente com técnicos da Cagepa para acompanhar o início das obras da segunda etapa do projeto que contará com a colocação de aproximadamente 800 metros de tubulação.

Na primeira fase das obras a prefeitura deixou tudo pronto e instalou os hidrômetros de cada residência da comunidade, desta importante obra de extensão da rede de abastecimento água dando continuidade ao abastecimento de água potável a comunidade rural do Assentamento Tubarão.

Ascom