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Homem é preso por suspeita de violência sexual contra enteada de 12 anos, em Coremas

A Polícia Civil prendeu preventivamente um homem de 48 anos, suspeito de cometer violência sexual contra a própria enteada, de 12 anos, no município de Coremas (PB).

Segundo as informações, a denúncia foi registrada no dia 25 de agosto. Durante os primeiros procedimentos, o Conselho Tutelar teria reunido elementos que contribuíram para o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Com base nas informações apuradas durante a investigação e após a expedição do mandado de prisão preventiva pela Justiça, os policiais localizaram o suspeito e efetuaram a prisão.

Após ser detido, o homem foi encaminhado para os procedimentos legais e deverá passar por audiência de custódia.

Diamante Online

Especialista alerta prefeituras da Paraíba para o fim do prazo de parcelamento previdenciário

Prestes a completar um ano de vigência, a Emenda Constitucional nº 136 chega ao seu marco decisivo. Estados e municípios têm até a próxima segunda-feira (31) para formalizar o pedido de adesão ao parcelamento excepcional de débitos previdenciários, que permite regularizar passivos vencidos até 31 de agosto de 2025 em até 300 parcelas mensais, com redução de 40% nas multas e de 80% nos juros de mora. A Confederação Nacional de Municípios já informou que não há previsão de prorrogação.

Diante do cenário, o advogado Enio Nascimento, especialista em previdência de servidores públicos municipais, alerta que prefeituras da Paraíba correm risco concreto de perder a janela. Dados do painel de acompanhamento do Ministério da Previdência Social mostram que 38 entes paraibanos apresentaram pedido de adesão ao Programa de Regularidade Previdenciária, o Pró-Regularidade, requisito obrigatório para quem pretende parcelar débitos com o RPPS. Como o estado reúne 71 municípios com regime próprio de previdência, ao menos 33 deles ainda não haviam formalizado o pedido.

Para o advogado, o número de municípios ausentes é apenas parte do problema. O painel registra 56 análises para os 38 entes que se apresentaram, o que indica que boa parte dos pedidos precisou ser reapresentada após correções. “O processo raramente é aprovado na primeira tentativa. Isso é normal e faz parte do procedimento, mas tem uma consequência prática que os gestores precisam enxergar agora: quem protocola no dia 31 não terá qualquer chance de corrigir e reapresentar”, afirma.

Na avaliação dele, o cenário revela menos desinteresse do que erro de avaliação sobre o tempo necessário para concluir o processo. “Muitos gestores acham que a adesão é um ato administrativo simples, quando na verdade depende de lei aprovada pela Câmara, de cadastro no Cadprev e de trâmite com o banco gestor. Nenhuma dessas etapas se resolve na véspera”, explica.

Parcelamentos anteriores

A medida alcança inclusive dívidas que já haviam sido objeto de parcelamentos anteriores, e o caminho para adesão varia conforme o regime previdenciário do município. No caso dos débitos com o Regime Próprio de Previdência Social, o ente precisa aderir ao Pró-Regularidade, aprovar lei local específica e formalizar o processo pelo Cadprev, enquanto os débitos com o Regime Geral são tratados pelos serviços digitais da Receita Federal ou, quando inscritos em dívida ativa, pelo Portal Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Diante do tempo restante, Enio Nascimento orienta que os municípios que ainda não formalizaram a adesão comecem pela conferência da posição do débito no Cadprev, identificando pendências impeditivas antes de qualquer outra providência, e sigam imediatamente para a verificação do estágio da lei autorizativa na Câmara Municipal, convocando sessão extraordinária quando necessário. O advogado recomenda ainda que se confirme a situação do pedido de adesão ao Pró-Regularidade, que se separem os débitos por regime, uma vez que RGPS e RPPS seguem sistemas distintos, e que a formalização não seja deixada para o último dia, pelo risco de instabilidade nos sistemas.

“É um exercício de triagem. Em poucos dias não dá para resolver tudo, mas dá para salvar o que é salvável e, principalmente, dá para saber com clareza o que ficou de fora, para tomar decisão consciente e documentada”, afirma.

O especialista destaca que a perda do prazo não elimina a dívida, mas altera suas condições de forma significativa. Encerrada a janela, os débitos voltam a se sujeitar ao parcelamento padrão de até 60 meses, sem as reduções de encargos previstas na emenda. “A diferença entre 300 e 60 prestações não é técnica, é orçamentária. Uma dívida diluída em 25 anos cabe no planejamento; a mesma dívida em cinco anos compromete a folha e trava o CRP”, avalia.

Ele lembra que a adesão também gera obrigações posteriores. Os entes que celebrarem o acordo deverão comprovar até 10 de dezembro de 2026 a reforma ampla das regras de benefícios do RPPS, sob pena de suspensão do parcelamento, e o não pagamento de três parcelas consecutivas ou seis alternadas suspende o acordo, podendo o gestor responder por improbidade administrativa. “A emenda não é anistia, é contrato de longo prazo com contrapartidas. O município que assina assume um compromisso de governança previdenciária que atravessa mandatos”, conclui.

Em âmbito nacional, o painel do Ministério da Previdência registra 421 entes com pedidos apresentados e 684 análises realizadas, das quais 352 resultaram em adesão aceita.

Há ainda prazo distinto para outra modalidade: municípios interessados no parcelamento especial de dívidas junto à Secretaria do Tesouro Nacional têm até 9 de setembro, conforme o Decreto 13.080, de 23 de julho de 2026.

Clickpb

Romero Rodrigues declara apoio a Nabor na disputa pelo Senado

O deputado federal, Romero Rodrigues (Podemos), oficializou o apoio a Nabor Wanderley (Republicanos) na disputa pelo Senado Federal. O parlamentar destacou as parcerias do ex-prefeito de Patos com municípios paraibanos ao anunciar o voto.

A declaração ocorreu durante o lançamento da candidatura de Zé do Mutirão (MDB), na última segunda-feira (24). Na ocasião, Romero afirmou que Nabor pode contribuir com ações para Patos e outras cidades da Paraíba.

“O segundo voto, do Senado Federal, e nesse caso específico, eu vou pedir para Nabor Wanderley, que tem ajudado, que tem estabelecido, através de Hugo, do seu filho, inúmeras parcerias com os municípios paraibanos, pode ajudar muito a nossa cidade, pode ajudar muito vários municípios do estado da Paraíba”, frisou Rodrigues.

Romero cita apoio de Cícero Lucena e Diogo Cunha Lima

Durante o anúncio, Romero Rodrigues afirmou que sua decisão conta com a “permissão” de Cícero Lucena (MDB), candidato ao Governo da Paraíba e ex-prefeito de João Pessoa, e de seu vice, Diogo Cunha Lima (PSD).

Na sequência, o deputado reforçou o pedido de voto para Nabor Wanderley e destacou o número eleitoral do candidato ao Senado.

“Com a permissão de Cícero Lucena e de Diogo, a gente reforça também o voto em Nabor Wanderley, o 100. O número de Nabor é 100. Grave na cabeça e também leve no coração”, pediu Romero Rodrigues.

Portal Paraíba

Levantamento do TSE aponta que mulheres somam 34,8% das candidaturas registradas

As mulheres representam 34,85% das candidaturas registradas para as eleições de 2026, segundo dados consolidados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo esse levantamento, esse percentual mostra avanço em relação às eleições anteriores, mas ainda está distante da paridade de gênero nos espaços de poder.

Dos 20.560 registros de candidaturas considerados pelo TSE, 7.165 são de mulheres, enquanto 13.395 pertencem a homens, que correspondem a 65,15% do total. Em 2022, as mulheres representaram 33,8% das candidaturas. O crescimento observado neste ano ocorre em um cenário de aplicação das regras de cotas partidárias e de mecanismos de financiamento público destinados às candidaturas femininas e plurirraciais.

Apesar de representarem 52,8% do eleitorado brasileiro, o equivalente a aproximadamente 83,9 milhões de eleitoras aptas a votar, as mulheres ainda são minoria entre os candidatos. A participação feminina também varia de acordo com o cargo disputado e é mais concentrada nas eleições proporcionais, como as disputas para as casas legislativas.

No recorte de cor e raça, os dados do TSE mostram que a maioria das mulheres candidatas em 2026 se autodeclara preta ou parda. Juntas, as candidatas pardas e pretas representam 52,3% dos registros femininos. As mulheres pardas correspondem a 35% e as pretas, a 17,3%. As candidatas que se autodeclaram brancas representam 45,9% do total de mulheres que disputam as eleições deste ano.

PB Agora

Família comunica o falecimento de Maria Luiza Oliveira

A família de Maria Luiza Oliveira (73), comunica o seu falecimento, ocorrido nesse sábado (29). Ela deixa três filhos e quatro netos. Era mãe de Maria Geane Soares, agente comunitário de Saúde.

Maria Luiza trabalhou no município por 30 anos como servidora pública estadual.

O seu corpo está sendo velado na residência de sua filha, situada na Rua Janduy Nunes, por trás da ECI Professor João Noberto. O sepultamento será neste domingo às 18h, no cemitério municipal de Santa Terezinha – PB.

Agosto Lilás: Secretaria de Educação promove Caminhada em defesa da vida e combate a violência contra a mulher

AGOSTO LILÁS: EDUCAÇÃO QUE PROTEGE!

A Rede Municipal de Ensino de Santa Terezinha em parceria com a Escola Cidadã Integral Professor João Noberto, promoveram na manhã desta sexta-feira, uma caminhada em defesa da vida, do respeito e da dignidade das mulheres. Os públicos alvos foram: alunos, famílias, professores e demais profissionais de Educação.

Com cartazes os estudantes saíram as ruas para conscientizar a população sobre a violência contra a mulher.

O evento iniciou na Rua Epitácio Rodrigues, em frente a ECI João Noberto, percorrendo as principais ruas da cidade. Em frente a Igreja Matriz, os alunos fizeram apresentações. Em frente a prefeitura ocorreu mais um momento de apresentação. A caminhada seguiu até o ginásio de esportes da Escola Professor João Noberto. Alunos da Rede Municipal de Ensino e estudantes da Rede Estadual de Ensino apresentaram cartazes e fizeram mais apresentações.

O objetivo foi promover a sensibilização e a formação dos profissionais de Educação para a prevenção e o enfrentamento e a violência contra a mulher, fortalecendo a escola como espaço de proteção, acolhimento, conscientização e promoção dos direitos humanos.

Ascom

Hugo participará de reunião com Lula e Alcolumbre visando destravar as PECs da Segurança e medidas de impacto econômico

Foto: Ricardo Stuckert / Presidência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne amanhã (26) com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), numa tentativa de destravar a agenda legislativa considerada prioritária pelo Palácio do Planalto. O governo pretende aproveitar uma janela de votações entre 31 de agosto e 4 de setembro para avançar com propostas antes que deputados e senadores voltem a concentrar esforços na campanha eleitoral.

Apesar do Congresso Nacional não esteja formalmente em recesso, as atividades legislativas perderam intensidade desde o início do período eleitoral. A expectativa é que os parlamentares reduzam temporariamente os compromissos de campanha durante a próxima semana para participar das votações em Brasília.

O encontro de Hugo com Lula e Alcolumbre ganha importância porque parte das propostas defendidas pelo Executivo depende de articulações distintas na Câmara e no Senado. Além de mudanças constitucionais, o Planalto acompanha medidas de impacto direto sobre preços, consumo e relações de trabalho.

Entenda as PECs que entram na lista de prioridades

No Senado, duas propostas de emenda à Constituição estão entre os principais interesses do governo: a PEC que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e a PEC da Segurança Pública. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), acertou com Alcolumbre a escolha dos relatores das duas matérias. Omar Aziz (PSD-AM) ficará responsável pela proposta relacionada à escala 6×1, enquanto Rogério Carvalho (PT-SE) será o relator da PEC da Segurança Pública.

A definição dos nomes é uma etapa importante para o andamento das propostas, mas não garante, por si só, a votação. Mudanças constitucionais exigem um rito mais complexo e apoio político amplo, com aprovação em dois turnos e pelo menos três quintos dos votos dos integrantes de cada Casa.

Por isso, Lula pretende usar a reunião com Alcolumbre e Motta também para avaliar quais matérias têm condições políticas de avançar durante a curta janela em que o Congresso deverá retomar as votações em ritmo mais intenso.

A PEC da Segurança é uma das apostas do governo para ampliar a coordenação nacional das políticas de combate à criminalidade. Já a proposta relacionada à escala 6×1 tem forte apelo entre trabalhadores e tende a ganhar espaço no debate eleitoral, o que aumenta o peso político de sua tramitação.

Término da “taxa das blusinhas” depende da Câmara

Na Câmara, uma das prioridades acompanhadas diretamente pelo Palácio do Planalto é a medida provisória que acabou com a chamada “taxa das blusinhas”, cobrança de 20% sobre importações de produtos de até US$ 50. A retirada da tributação foi uma decisão de Lula diante das reclamações de consumidores, sobretudo de menor renda, que passaram a pagar o imposto nas compras de pequeno valor realizadas em plataformas internacionais.

A medida, no entanto, enfrenta resistência. Empresários articulam para impedir que o texto seja aprovado dentro do prazo, o que faria a MP perder a validade no início de setembro. O calendário apertado torna a situação especialmente delicada para o governo. A comissão mista responsável pela análise da medida provisória tem instalação prevista para 1º de setembro, depois de duas tentativas frustradas.

Ainda não há definição sobre quem comandará o colegiado nem sobre qual senador ficará responsável pela relatoria. Depois de passar pela comissão, o texto ainda precisará ser aprovado pelos plenários da Câmara e do Senado antes do fim do prazo de validade. Nesse cenário, a reunião desta quarta-feira poderá ser determinante para saber se haverá espaço político e tempo regimental para preservar a medida adotada pelo governo.

Preço dos combustíveis também entram na negociação

Outra proposta que Lula quer ver avançar autoriza o uso do excesso de arrecadação obtido com a venda de petróleo para conter aumentos nos preços da gasolina e do diesel. Assim como a medida referente às compras internacionais, o texto precisa avançar primeiro pela Câmara. A proposta tem potencial impacto eleitoral porque mexe com um dos componentes mais sensíveis do orçamento das famílias e da atividade econômica.

Variações nos combustíveis afetam não apenas os motoristas, mas também custos de transporte, fretes e diferentes etapas das cadeias produtivas. Para o Planalto, portanto, a possibilidade de criar um instrumento para amortecer aumentos pode ter efeitos econômicos e políticos.

A quantidade de propostas consideradas prioritárias, porém, contrasta com o pouco tempo disponível para votação. O desafio de Lula será convencer Alcolumbre e Motta a organizar uma pauta que contemple os interesses do Executivo sem atropelar as prioridades próprias da Câmara e do Senado.

PB Agora

Candidaturas femininas caem mais de 37% nas Eleições 2026, na Paraíba

O número de candidaturas femininas para as Eleições 2026 caiu 37% em relação a 2022. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quantidade reduziu de 257 para 160. Apesar da queda no total de inscritas, a proporção de mulheres candidatas subiu de 34% para 36,28%.

Ao todo, são 75 mulheres disputando uma das vagas na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), 70 para a Câmara Federal, nenhuma candidata ao governo do estado e quatro candidatas a vice-governadora.

No Senado, a Paraíba tem apenas uma candidata e, na suplência, são 6 mulheres inscritas na 1ª vaga e 4 para a 2ª.

Nas eleições majoritárias, há apenas duas mulheres encabeçando as chapas presidenciais.

Portal Correio

Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027

O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto.

O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril.

O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Ao mesmo tempo, uma elevação acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários que recebem o piso.

“Cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Durigan nesta noite.

Inflação define valor

Os R$ 1.741 ainda são uma projeção. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos.

A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final.

A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo.

Pressão sobre gastos

O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo.

A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso.

Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso.

Efeito na economia

O aumento também pode estimular o consumo, principalmente entre famílias de menor renda, que tendem a destinar uma parcela maior dos recursos recebidos para despesas básicas.

Por outro lado, o impacto fiscal limita o espaço do governo para ampliar outras despesas. O reajuste do mínimo, portanto, envolve um equilíbrio entre aumento da renda, preservação do poder de compra e controle das contas públicas.

Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 será elaborado levando em conta esse cenário e destacou que o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outros gastos obrigatórios.

“Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, argumentou o ministro.

Orçamento no Congresso

O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares.

O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.

Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.

Agência Brasil

Polícia Militar prende homem após ameaças e tentativa de agressão com armas brancas, em Desterro

Na noite deste domingo (23), por volta das 18h35, a Polícia Militar por meio de uma guarnição da 4ª CIA do 3º BPM foi acionada pelo CIOP para atender a uma ocorrência de ameaça e tentativa de agressão no Sítio Mulungu, zona rural do município de Desterro-PB.

De imediato, a guarnição deslocou-se até o local, onde encontrou um grupo de pessoas bastante nervosas em razão de um conflito envolvendo um homem que, segundo os relatos, estaria sob efeito de bebida alcoólica.

Conforme as informações colhidas pelos policiais, após ter o empréstimo de uma motocicleta negado devido ao seu estado de embriaguez, o suspeito teria se deslocado até sua residência. Momentos depois, retornou ao local onde estava a vítima e passou a ameaçá-la e tentar agredi-la utilizando uma foice.

Diante da situação, algumas pessoas intervieram e conseguiram desarmar o suspeito, impedindo a continuidade da agressão. Enquanto aguardavam a chegada da Polícia Militar, o homem teria retornado à sua residência, armado-se com uma faca tipo peixeira e voltado ao local, passando novamente a ameaçar as pessoas envolvidas. Mais uma vez, os presentes conseguiram retirar a arma de suas mãos.

Após colher as informações, a guarnição deslocou-se até a residência do suspeito, onde o localizou bastante alterado e ainda proferindo ameaças contra os envolvidos. Diante dos fatos, os policiais militares deram voz de prisão ao homem, sendo-lhe assegurados os direitos e garantias constitucionais.

O conduzido e os demais envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Teixeira-PB, onde foram apresentados à autoridade policial para a adoção das medidas legais cabíveis.

Com informações da Polícia Militar