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Câmara dos Deputados vota esta semana PEC que autoriza volta do auxílio emergencial

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial, que entre outras medidas, pauta a volta do auxílio emergencial. O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que ela deve ir para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões. A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos.

Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março.

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos.

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

Agência Brasil

Com chapa de consenso, Senador Veneziano será novo presidente do MDB da Paraíba

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) será o novo presidente do MDB da Paraíba. A decisão foi tomada de forma participativa e consensualizada pelas principais lideranças que integram o partido no Estado, a exemplo do ex-Governador Roberto Paulino, do Deputado Estadual Raniery Paulino, dos dez Prefeitos filiados à legenda e demais membros.

Em documento enviado à Executiva Nacional, o MDB-PB lamentou, inicialmente, as circunstâncias que levaram a legenda a fazer o comunicado das mudanças, ocorridas em virtude do falecimento “do nosso grande líder e Presidente Estadual do Partido, Senador e ex-Governador José Targino Maranhão, que atravessou e construiu a história desse Estado tendo como único norte o bem do nosso povo, deixando um legado inigualável de serviços prestados”.

O documento fala que o momento é de reorganização da legenda e que, após diversos diálogos objetivando o compartilhamento democrático das decisões e dos espaços partidários, o ex-Governador Roberto Paulino assume temporariamente a presidência como substituto imediato, até o dia 08 de abril deste ano.

Diante desta realidade e em conformidade com o deliberado pela Executiva Nacional, respeitando a presença de todos e o fortalecimento da legenda, que passou a ter dois senadores na Paraíba, com o retorno do Senador Veneziano Vital do Rêgo ao partido e a assunção da titularidade do mandato pela Senadora Nilda Gondim, emedebista histórica além do reconhecimento da liderança do ex-Governador Roberto Paulino e do Deputado Estadual Raniery Paulino, atual Presidente da Fundação Ulysses Guimarães na Paraíba “com vistoso trabalho” e preservando o legado do Presidente José Targino Maranhão, o MDB-PB decidiu a composição de sua Comissão Provisória, com vigência a partir de 09 de abril de 2021, de forma participativa e consensualizada, com a participação direta ou indireta de todos os líderes que compõem a legenda no Estado.

Veja como ficou a composição:

Presidente: Veneziano Vital do Rêgo
Vice-Presidente: Antônio Roberto de Sousa Paulino
Tesoureiro: José Luís de Sousa
Membro: Ozanilda Gondim Vital do Rêgo
Membro: Roberto Raniery de Aquino Paulino
Membro: Maria Alice Bezerra Cavancanti Maranhão Santana
Membro: Marcos Eron Nogueira
Membro: Benjamin Gomes Maranhão Neto
Membro: Ives Rocha Leitão

A composição evidencia uma representativa participação na Comissão Provisória, após entendimento de todos os emedebistas, com representante dos dez prefeitos da legenda (Marcos Heron, prefeito de Monte Horebe), representante dos vereadores do partido no Estado (vereador Mikika Leitão, de João Pessoa), com a presença do ex-Deputado Federal Benjamin Maranhão, com três mandatos na Câmara Federal, com a presença da filha do ex-Senador José Maranhão (Maria Alice Bezerra Cavancanti Maranhão Santana), numa demonstração de respeito e do desejo que o MDB tem de que o legado de José Maranhão seja continuado no partido, além da participação do ex-Governador Roberto Paulino, do Deputado Estadual Raniery Paulino e de outros segmentos importantes do MDB-PB.

O documento, assinado pelo Vice-Presidente Roberto Paulino e pelo Senador Veneziano Vital do Rêgo, foi enviado pelo MDB-PB à Executiva Nacional do Partido, que deverá se posicionar em breve sobre as deliberações locais.

Assessoria de Imprensa
MDB – Paraíba

Saiba quem foi o ganhador da Rifa do Garrote organizado por Egildo de Zezé

O popular Egildo de Zezé organizou uma rifa de um garrote com o intuito de arrecadar dinheiro para o conserto da sua caminhonete Chevrolet D-20, ano 1993. O transporte é a ferramenta de trabalho do Egildo.

A doação do animal foi feita pelo fazendeiro, o veterinário Marlos Lúcio. Muitas pessoas venderam a rifa e muitas pessoas também compraram os bilhetes.

Em contato com o Portal Santa Teresinha, ele informou que o sorteio ocorreu sábado (6), após a divulgação da Loteria Federal, o ganhador teria que ter os três últimos números do primeiro prêmio da Loteria Federal. O primeiro prêmio foi 12.202, portanto, o número sorteado foi 202, trata-se de Gleydson R. do Nascimento, ele reside na Rua Projetada, nº 2, Bairro São Sebastião, em Patos (PB).

Josley Oliveira 

Contato: portalsantateresinha1@gmail.com

Catingueira parmanece na Bandeira Vermelha do Plano Novo Normal PB que analisa a situação dos municípios sobre a Covid-19

Arquivo

O município de Catingueira (PB), situado na Região Metropolitana de Patos, a 357 km da capital João Pessoa, permanece na Bandeira Vermelha do Plano Novo Normal PB que analisa a situação dos municípios sobre a Covid-19.

Na 20ª Avaliação feita pelo Governo do Estado, o município continuará apenas com as atividades essenciais com restrição de circulação. O início da vigência iniciará no dia 8 de março de 2021.

No dia 21 de fevereiro deste ano, a Prefeitura Municipal publicou o Decreto Municipal nº 07/2021 que dispõe sobre o fechamento do comércio de atividades não essenciais, disciplina restrição de atividades sociais e econômicas nas medidas de enfrentamento a pandemia da Covid-19.

No Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, no dia 4 de março, registrou 536 casos notificados, 69 casos confirmados, sete pessoas em tratamento domiciliar, uma pessoa em tratamento hospitalar, 56 pessoas recuperadas, 13 casos suspeitos, 454 casos descartados e cinco óbitos.

O município terra do poeta Inácio da Catingueira, esteve na Bandeira Vermelha nas seguintes avaliações: 14ª (mês de dezembro de 2020), 15ª (mês de dezembro de 2020), 19ª (mês de fevereiro de 2021) e 20ª (mês de março de 2021).

Também estão na Bandeira Vermelha: Capim, Cuité de Mamanguape, Igaracy, Prata, São José do Bonfim, São Mamede e Sapé.

Plano Novo Normal PB

O Governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Estado da Saúde, criou o Plano Novo Normal PB, que monitora os municípios sobre a Covid-19. Há cada intervalo de 14 dias entre cada fase, a Secretaria de Saúde observa a redução do número de casos, taxa de letalidade e ocupação hospitalar.

Josley Oliveira – PortalSantaTeresinha.com

Contato: portalsantateresinha1@gmail.com

COVID-19: PB já possui 211 municípios em bandeira laranja

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) divulgou, neste sábado (6), a 20ª avaliação do Plano Novo Normal que entra em vigor a partir da segunda-feira (8). O documento traz recorte da pandemia do novo coronavírus nos 223 municípios da Paraíba com o agravamento da crise sanitária, onde 95% dos deles estão classificados em bandeira laranja.

Segundo a avaliação, a Paraíba passou de 138 para 211 municípios em bandeira laranja A avaliação aponta ainda que 8 estão em bandeira vermelha e 4 em bandeira amarela. Segundo o documento, as cidades de Campim, Catingueira, Cuité de Mamanguape, Igaracy, Prata, São José do Bonfim, São Mamede e Sapé são as que apresentam o pior cenário.

A Secretaria de Estado da Saúde classificada os municípios nas cores verde (normal), amarelo (mobilidade reduzida), laranja (mobilidade restrita) e vermelho (mobilidade impedida).

Neste sábado (6), a Paraíba registrou 1.440 novos casos da doença. Entre os confirmados neste boletim, 92 (6,4%) são casos de pacientes hospitalizados e 1.348 (93,6%) são leves. Também foram confirmados 24 novos óbitos desde a última atualização, sendo 20 deles nas últimas 24h. Agora, a Paraíba totaliza 227.976 casos confirmados, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

PB Agora

Governo do Estado confirma mais um óbito por Covid-19, no município de Santa Terezinha

O município de Santa Terezinha registrou mais um óbito por Covid-19. Os dados foram divulgados pelo Governo do Estado da Paraíba, na tarde deste sábado (6). Agora o município de Santa Terezinha totaliza sete mortes.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, trata-se de um homem (63), ele tinha hipertensão arterial sistêmica com comorbidade.

O último Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, na noite deste sábado, indica 557  casos notificados, 452 casos descartados, 105 casos confirmados, 93 casos recuperados, quatro pessoas em tratamento domiciliar, uma pessoa em tratamento hospitalar e sete óbitos.

Na Região Metropolitana de Patos, além de Santa Terezinha; São José de Espinharas e Patos registraram um óbito cada município.  

Veja a atualização do Governo do Estado:

Governo da Paraíba

Secretaria de Estado da Saúde

Atualização Covid-19 | 06/03/2021

Paraíba registra 1440 casos e 24 óbitos por covid-19 neste sábado

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste sábado (06), 1.440 casos de Covid- 19. Entre os confirmados hoje, 92 (6,4%) são casos de pacientes hospitalizados e 1.348 (93,6%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 227.976 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 668.096 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 24 novos óbitos desde a última atualização, sendo 20 deles nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias 02 e 06 de março de 2021, sendo 06 deles em hospitais privados e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 4.656 mortes. O boletim registra ainda um total de 165.016 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 846 novos casos, o que corresponde a 58,8% dos casos registrados neste sábado. São eles: João Pessoa, com 541 novos casos, totalizando 60.968; Campina Grande, com 145 novos casos, totalizando 21.043; Cajazeiras, com 58 novos casos, totalizando 4.996; Sousa, com 56 novos casos, totalizando 5198; Patos, com 46 novos casos, totalizando 8.961.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 06/03/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até este sábado, 206 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 24 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Areia (1), Bayeux (1), Belém (1), Caaporã (1), Cabedelo (1), Cajazeiras (1), Campina Grande (2), João Pessoa (10), Mamanguape (2), Patos (1), Santa Terezinha (1), Sâo José de Espinharas (1) e Taperoá (1). As vítimas são 13 homens e 11 mulheres, com idades entre 29 e 95 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente e oito (08) não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 81%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 94%. Em Campina Grande estão ocupados 74% dos leitos de UTI adulto e no sertão 94% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 71 pacientes foram internados nas últimas 24h.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 190.480 doses. Até o momento, 140.697 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 49.783 com a segunda dose da vacina.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Com informações da Secom

Atualizado às 20h15

Guedes diz que governo vai antecipar 13º ‘dos mais frágeis’ e ‘dos mais idosos’

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (5), sem dar detalhes, que o governo vai antecipar o 13º “dos mais frágeis” e “dos mais idosos”. Segundo ele, a medida será adotada após a aprovação do orçamento.

Guedes deu a declaração na portaria do ministério, após ter se reunido com o deputado Daniel Freitas (PSL-SC), relator da proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC Emergencial. O texto já foi aprovado pelo Senado e enviado para a Câmara.

Em janeiro, o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz informou que o governo federal havia decidido antecipar o 13º de aposentados do INSS e o abono salarial.

“O abono salarial já foi antecipado. Agora, assim que aprovar o orçamento, vai ser antecipado o 13º justamente dos mais frágeis, dos mais idosos, como fizemos da outra vez. O BEM, que é o programa de preservação de empregos, já estão sendo disparadas as novas bases. Então, tem mais coisa vindo por aí”, declarou Guedes nesta sexta.

O ministro já havia dito que iria retomar o programa de suspensão de contratos e redução de jornada, mas não deu detalhes sobre a duração ou sobre o início da nova rodada do programa.

Vacinação em massa

Também na entrevista desta sexta-feira, Paulo Guedes voltou a defender a vacinação em massa contra a Covid-19.

Nesta quinta, em um vídeo divulgado pela assessoria, o ministro já havia dito que a vacinação é necessária porque “sem saúde, não há economia”.

“O grande desafio é a vacinação em massa. Na saúde, nós precisamos avançar rapidamente para não derrubar a economia brasileira de novo. Além da dimensão humana, das tragédias, das famílias, tem o perigo de derrubar a economia de novo e ai você agudiza todo o problema brasileiro.”, afirmou o ministro nesta sexta.

“Agora é saúde, vacinação em massa, não vamos falar de Bolsa Família agora”, acrescentou.

PEC Emergencial

Após a reunião com Paulo Guedes, o relator da PEC Emergencial, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), sinalizou que não deve alterar o texto que foi aprovado no Senado.

“O Brasil tem pressa, a urgência dessa matéria é evidente e precisamos dar celeridade no processo. Qualquer alteração nessa PEC faz o Brasil atrasar, portanto vamos discutir e conversar e tentar acelerar o mais rápido possível a aprovação dessa PEC”, disse.

O texto viabiliza a retomada do auxílio emergencial. A proposta prevê também protocolos de contenção de despesas públicas e uma série de medidas que podem ser adotadas em caso de descumprimento do teto de gastos, regra que limita o aumento dos gastos da União à inflação do ano anterior.

Freitas afirmou que deve apresentar já na segunda-feira (8) uma minuta do seu relatório.

Clickpb com G1 Brasília

Ensino Superior: Brasil tem 44 cursos entre os 100 melhores do mundo

Odontologia, Petróleo e Engenharia de Minérios integram ranking

Estudo global feito pela consultoria QS Quacquarelli Symonds, divulgado ontem (03), aponta que entre os 100 melhores cursos do mundo, 44 são de universidades brasileiras. A pesquisa mostra a Universidade de São Paulo (USP) liderando entre as brasileiras, com 32 cursos. A análise considerou áreas de graduação e pós em diferentes campis das instituições.

Em seguida aparecem a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 4, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 3. A Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), cada uma com um curso, completam a lista.

Os cursos de Odontologia na USP, Unesp e Unicamp, foram eleitos como as melhores graduações no Brasil. Logo em seguida são apontadas as formações em Petróleo na USP e Unicamp, e Engenharia de Minérios e Mineração, na USP.

A pesquisa intitulada “QS World University Rankings by Subject” analisou 13.883 programas universitários individuais, em 1.440 universidades, em 85 locais ao redor do mundo, em 51 disciplinas acadêmicas e cinco amplas áreas de conhecimento. No caso da USP, por exemplo, foi analisada a produção de conhecimento em São Paulo, Bauru e Ribeirão Preto. O ranking completo.

A classificação não aponta a qualidade do ensino das instituições mas, sim, a relevância do curso e da universidade, segundo parâmetros estabelecidos pela instituição. Foram avaliados a posição acadêmica, a empregabilidade dos graduados, o impacto e a produtividade da pesquisa.

PBAgora com Agência Educa Mais Brasil

Irmão tenta matar o próprio irmão a facadas, em Piancó

Os irmãos Thiago Freitas Celestino, 27 anos e Diogo Freitas de Souza, 21 anos, trocaram ofensas e depois se envolveram em uma briga.

Um dos irmãos tentou matar o outro com golpe de faca, porém, a mãe, que estava no momento da discussão, ligou para a PM e evitou a tragédia.

Policiais foram ao local e prenderam Diogo Freitas. Após a prisão, o suspeito foi levado para delegacia de polícia civil de Piancó.

O fato aconteceu por volta das 15:H. desta sexta-feira(5), na Rua Nivaldo Amorim, no Bairro Caixa D´água, em Piancó.

Fonte: Vale News PB

Gestor que não agir contra pandemia pode pegar até 15 anos de prisão

O gestor que não adotar medidas de combate à pandemia causada pelo novo coronavírus pode responder por crime contra a saúde e também por improbidade administrativa e ser penalizado com até 15 anos de prisão, como revela a Associação Paraibana de Advocacia Municipalista (Apam).

Para o advogado Abelardo Jurema Neto, é fundamental que os gestores adotem ações de combate à doença como medidas restritivas para circulação de pessoas, mesmo que impopulares; monitoramento de leitos disponíveis para doentes nos hospitais; e ainda desenvolva junto à administração pública um papel decisivo na vacinação.

“O agente público que incorrer em omissões na gerência de cuidados, ações e expedientes, administrativos e práticos, relativos à pandemia causados poderá responder por crimes contra a saúde e, de via mediata, por improbidade administrativa. Em termos esquemáticos existe a possibilidade de responsabilização do agente público pelo delito previsto no artigo 267 do Código Penal na forma omissiva imprópria, o que significa prisão que vai de cinco até 15 anos”, destacou o advogado.

Já no que se refere às hipóteses de atos de Improbidade Administrativa, previstas nos 9º e 10º da Lei nº 8.429/92 – que trata do enriquecimento ilícito e lesão ao erário público – o advogado Abelardo Jurema Neto revela que os seus incisos descrevem as situações que caracterizam a prática de atos de improbidade como, por exemplo, praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência; retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício; e negar publicidade aos atos oficiais.

“Para que se concretize a improbidade é necessário apenas que a conduta praticada pelo agente deixe de observar princípio constitucional administrativo, intencionalmente, ou seja, que o referido agente aja impulsionado pela má-fé, consciente do descumprimento do dever constante no art. 4º, da Lei nº 8.429/92 em que os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia são obrigados a velar pela estrita observância dos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade no trato dos assuntos que lhe são afetos”, explicou.

De acordo com Abelardo Jurema, as administrações públicas terão que enfrentar também uma grave situação fiscal da maioria dos municípios. Segundo ele, para resolver esse problema, os prefeitos terão que criar condições políticas para o enxugamento da máquina e a aprovação de reformas estruturantes nas contas públicas das cidades.

Nessa conta da situação fiscal, os municípios tiveram que enfrentar uma queda na arrecadação de tributos (como IPTU, ITBI e ISS) vai comprometer a saúde financeira das prefeituras e cobrou o apoio da União no enfrentamento do problema. Desde o início da pandemia, o Poder Executivo autorizou a transferência de R$ 105,8 bilhões para estados, Distrito Federal e municípios. Desse total, foram executados R$ 33,5 bilhões, o equivalente a 31,6%.

O artigo 23 da Constituição expressa que “cuidar da saúde e assistência pública (…) é competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios” — ou seja, compartilhada pelos três entes. Mais à frente, no capítulo 30, a Carta Magna coloca ainda que compete aos municípios “prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da população”

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