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Inscrito no Bolsa Família pode contestar auxílio emergencial negado

O prazo para que beneficiários do Bolsa Família que tiveram o auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães solo) cancelado, bloqueado ou negado, requeiram o benefício, começou nesse domingo (20) e vai até o dia 29.

A revisão do benefício deve ser pedida no site da Dataprev, estatal que processa os requerimentos do auxílio emergencial. O processo será inteiramente virtual, dispensando a necessidade de ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou a um posto de atendimento do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

De acordo com o Ministério da Cidadania, a pasta promove mensalmente um pente-fino entre os beneficiários do auxílio emergencial para verificar se eles atendem a todos os requisitos definidos pela lei que criou o benefício. Quem não se enquadra em um dos critérios é excluído da lista de beneficiários, mesmo tendo recebido alguma parcela.

De acordo com a pasta, a verificação é necessária para garantir que o público-alvo do auxílio emergencial seja atendido e impedir que pessoas que não precisam do benefício recebam a ajuda. Entre as principais situações verificadas estão morte, descoberta de irregularidades ou obtenção de emprego formal durante a concessão do auxílio.

Paraiba.com.br com Agência Brasil

Justiça Eleitoral indefere candidatura de prefeito eleito e determina novo pleito em município da Paraíba

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu o registro de candidatura de Allan Seixas (PSB), prefeito eleito com 52,26% dos votos de Cachoeira dos Índios. A decisão ocorrida em sessão plenária extraordinária, que encerrou o Ano Judiciário de 2020, nesta sexta-feira (18), determina a realização de novas eleições no município localizado no Sertão paraibano.

Ao analisar recurso protocolizado pela defesa do então candidato Allan Seixas, o TSE seguiu o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), que em julgado anterior, entendeu que o socialista buscava disputar o 3º mandato consecutivo.

Com decisão, está anulada a eleição majoritária em Cachoeira dos Índios. O motivo é que a segunda colocada no pleito, Quinha Moura (Progressistas), com 47,74% dos votos, também teve o registro indeferido.

Quem deverá assumir a Prefeitura a partir de primeiro de janeiro é o próximo presidente da Câmara Municipal, que ficará responsável por convocar novas eleições.

“Na linha dos precedentes dos Tribunais Eleitorais e do Supremo Tribunal Federal, o vice-prefeito que substitui o titular nos seis meses anteriores ao pleito, a qualquer título e por qualquer período, e que se elegeu prefeito na eleição seguinte é inelegível para o mesmo cargo, tendo em vista a impossibilidade de exercício de terceiro mandato consecutivo (art. 1º, § 2º, da LC 64/1900 (sic) c/c art. 14, § 5º, da CF/1988). Portanto Julga-se desprovido o recurso, quando configurada a hipótese de inelegibilidade suscitada na ação de impugnação a registro de candidatura julgada procedente na origem”, diz trecho de voto conclusivo do relator Luís Felipe Salomão.

Wscom

Juíza suspende aumentos salariais aprovados para vereadores, prefeitos e secretários de João Pessoa e Cabedelo

A Justiça da Paraíba suspendeu neste domingo (20), em caráter de urgência, o andamento e os efeitos da lei que aumentava o salário dos vereadores e do prefeito da capital para o próximo mandato, aprovada pela Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).
A mesma decisão vale para Cabedelo. Ao todo, a juíza Teresa Cristina de Lyra Veloso Pereira, da 4ª Vara Mista de Cabedelo, com jurisdição na Região Metropolitana de João Pessoa, concedeu três decisões liminares, no plantão forense deste domingo (20), que determina a suspensão dos aumentos salariais aprovados, na última semana,

A lei que reajusta os salários dos vereadores, do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários municipais foi aprovada na quarta-feira (16) e estava pendente de sanção por parte do prefeito.

De acordo com a juíza, o autor da ação popular alega que a lei é lesiva ao patrimônio público e à moralidade administrativa. A ação foi distribuída no expediente normal e redistribuída no plantão judiciário. Segundo a decisão, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) opinou pela suspensão dos efeitos da lei.

Na decisão, a juíza levou em consideração uma lei complementar federal, publicada em maio, que proíbe o aumento de salário durante a situação de pandemia da Covid-19.

Conforme a lei, apontada na decisão, “A União, os estados, o Distrito Federal e os municípios afetados pela calamidade pública decorrente da pandemia de Covid-19 ficam proibidos, até 31 de dezembro de 2021, de conceder, a qualquer título, vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a membros de poder ou de órgão, servidores e empregados públicos e militares, exceto quando derivado de sentença judicial transitada em julgado ou de determinação legal anterior à calamidade pública”.

PB Agora

Morre Dona Regina Ferreira, mãe do padre Erivaldo

Faleceu na noite desse sábado (19), na residência de sua filha, em Santa Terezinha (PB), a senhora Regina Alves Ferreira (85), mãe do padre Erivaldo Alves Ferreira.

Ela estava doente há alguns dias e não resistiu aos problemas de saúde.

Era viúva e mãe de seis filhos: Padre Erivaldo, Gorete, Edmilson, José Damião, Antônio e Geraldo.

O velório está acontecendo na residência de sua filha, situada no Loteamento Alanderson Caio, próximo a Rádio Conexão FM e o sepultamento será as 16 no cemitério local.

O seu filho padre Erivaldo Alves Ferreira é pároco na Paróquia de São João Batista, no município de Olho D´Água e diretor da Rádio Conexão FM de Santa Terezinha. Nas redes sociais ele publicou uma homenagem a sua mãe.

Josley Oliveira – PortalSantaTeresinha.com

Polícia Militar prende acusado de furto e recupera objetos em São Mamede

Por volta das 08h da manhã desta sexta-feira, 18/12, policiais militares da 3ª CIA – 3° BPM foram solicitados pelo senhor B.A.D.C.

Segundo ele, foi furtado do interior de sua residência, em São Mamede, na Região Metropolitana de Patos, uma lixadeira Black Decker 4/2- 820w e uma extensão de 50m.

De posse das informações, os policiais militares daquele destacamento iniciaram as diligências e localizaram o acusado e os objetos. O homem queimou o cabo da extensão para vender o cobre.

Ele foi conduzido, juntamente com os objetos, para a Delegacia de Polícia Civil de São Mamede para as providências legais cabíveis.

Folha Patoense com 3ª CIA/3º BPM – Seção de Comunicação e Marketing Institucional, P/5

Suspeitos de assaltar casa de empresário em Sousa, disfarçados de policiais, são presos

A Polícia Civil da Paraíba, através das Delegacias Seccionais de Sousa e Cajazeiras, deu cumprimento a cinco mandados e sete de busca e apreensão nessa sexta-feira (18), nas cidades de São João do Rio do Peixe, Sousa e também em João Pessoa.

Durante a ação, a Polícia conseguiu prender os suspeitos que teriam praticado o assalto na casa de um empresário em Sousa. Os criminosos invadiram a residência usando fardas para dar a entender que eram policiais civis. Além disso, utilizaram um mandado judicial de busca e apreensão falso.

“As prisões ocorridas hoje retiram de circulação um grupo criminoso que vinha praticando assaltos em Sousa e outras cidades da região. Há algum tempo a Polícia vem investigando e monitorando o grupo. A partir desse trabalho investigativo, representamos pela prisão e fomos atendidos pela Justiça, fazendo cumprir os mandados com êxito nesta sexta-feira”, disse o delegado Glauber Fontes, da Seccional de Polícia Civil em Cajazeiras.

A ação foi realizada em conjunto pelas equipes das delegacias seccionais de Sousa e Cajazeiras e obteve êxito com a prisão de um homem conhecido como “Paulo Tábua” na cidade de São João do Rio do Peixe por participação em assaltos na região. Em Sousa, foram presos um popular conhecido como “Junior Papo” e outro conhecido como “Marquinhos de Paulo Tábua”, todos presos pela Polícia Civil. Além disso, a Polícia Militar prendeu mais dois envolvidos e os levou para a Delegacia de Sousa, onde foram realizados os procedimentos necessários.

Já em João Pessoa, foi dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão na casa de um advogado que também estaria envolvido com a quadrilha. “Eles trabalhavam de forma muito organizada. Nós vamos continuar as investigações e novas prisões poderão acontecer. O trabalho da Polícia é constante e todos os indícios estão sendo investigado”, concluiu o delegado Antonio Luís Barbosa Neto, da Seccional de Polícia Civil em Sousa.

Os presos foram ouvidos na Delegacia de Sousa e, depois das formalidades legais, foram conduzidos à Colônia Agrícola Penal da cidade.

Paraiba.com.br com Assessoria

Caio Roberto tira licença na Assembleia Legislativa e abre vaga para Jullys Roberto

O suplente de deputado estadual, Jullys Roberto, assumiu uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta sexta-feira (18). Ele ficará por 122 dias no lugar do deputado Caio Roberto, que se licenciou do cargo para tratamento de saúde e também para tratar de assuntos de interesse particular.

No mês de agosto, Jullys Roberto já havia ocupado o lugar de Raniery Paulino, que tirou licença de quatro meses para cuidar da saúde e da campanha eleitoral no município de Guarabira. Com o afastamento de Caio, o suplente garantiu a permanência na Casa. A licença de Caio Roberto será sem remuneração, ou seja, sem nenhum ônus para o Legislativo Paraibano.

Jullys Roberto é filho do ex-deputado estadual e ex-prefeito de São Bento, Márcio Roberto. Ele é natural da cidade de São Bento, no sertão do Estado. É formado em Direito, tem 33 anos de idade, e já assumiu anteriormente o mandato na Casa de Epitácio Pessoa na legislatura passada.

Wscom

João Azevêdo e mais 16 governadores pedem que Bolsonaro prorrogue estado de calamidade por seis meses

Governadores de 17 estados enviaram um ofício nesta sexta-feira (18) ao presidente Jair Bolsonaro no qual pediram que o governo federal prorrogue por seis meses o reconhecimento do estado de calamidade pública.

O atual decreto, proposto por Bolsonaro e aprovado pelo Congresso, vale até 31 de dezembro deste ano e foi motivado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Na prática, com o reconhecimento do estado de calamidade, o governo pode aumentar o gasto público e descumprir a meta fiscal prevista para o ano.

“Neste desafiador momento, em que vivenciamos o aumento do número de casos da doença [Covid-19], com elevação da taxa de transmissibilidade em várias regiões brasileiras, alto percentual de utilização de leitos clínicos e de terapia intensiva, e crescimento diário do número de óbitos, faz-se necessário o reconhecimento de que o país ainda se encontra em estado de calamidade pública”, argumentaram os governadores no pedido.

“Diante do exposto, apresentamos proposta de prorrogação, por mais 180 dias, do reconhecimento do estado de calamidade pública, uma vez que essa medida asseguraria a continuidade de ações de proteção àqueles que vivem em situação de vulnerabilidade social e que necessitam de auxílios correspondentes neste momento”, acrescentaram.

Articulação política

Segundo a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor, integrantes do governo federal e aliados no Congresso passaram a discutir, em agosto, a eventual prorrogação do estado de calamidade.

Dois meses depois, em outubro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que não iria pautar no plenário um eventual pedido de prorrogação do estado de calamidade (relembre no vídeo acima).

“Prorrogar a calamidade, em tese, vai gerar a prorrogação da PEC da Guerra e, automaticamente, prorrogando a PEC da Guerra vai passar uma sinalização muito ruim para aqueles que confiam e precisam da credibilidade da âncora fiscal para continuar investindo ou voltar a investir nesse país”, disse o presidente da Câmara na ocasião.

“PEC da Guerra” à qual Maia se referiu foi a emenda constitucional aprovada pelo Congresso que criou um orçamento destinado a ações de combate à pandemia. A emenda ficou conhecida como “PEC do orçamento de guerra”.

Lista

Assinam o documento enviado a Bolsonaro os seguintes governadores (na ordem de assinatura no documento):

Wellington Dias (Piauí);
Waldez Góes (Amapá);
Rui Costa (Bahia);
Camilo Santana (Ceará);
Renato Casagrande (Espírito Santo);
Ronaldo Caiado (Goiás);
Flavio Dino (Maranhão);
Mauro Mendes (Mato Grosso);
Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul);
Romeu Zema (Minas Gerais);
João Azevedo (Paraíba);
Ratinho Júnior (Paraná);
Paulo Câmara (Pernambuco);
Cláudio Castro (Rio de Janeiro; em exercício);
Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte);
Carlos Moisés (Santa Catarina);
Belivaldo Chagas (Sergipe).

Os governadores que não assinam o documento são os seguintes (por ordem alfabética): Antonio Denarium (Roraima), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Gladson Cameli (Acre), Helder Barbalho (Pará), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), João Doria (São Paulo), Marcos Rocha (Rondônia), Mauro Carlesse (Tocantins), Renan Filho (Alagoas) e Wilson Lima (Amazonas).

Clickpb com G1 Brasília

‘2020 está chegando ao fim, mas pandemia não acabou’, alerta Ministério Público

“2020 está chegando ao fim, mas a pandemia ainda não acabou”. A mensagem parece óbvia, mas o comportamento de pessoas nas ruas mostra que ela precisa ser reafirmada. Por isso, os três ramos do Ministério Público Paraibano (o MPPB, o MPF e o MPT) lançaram uma campanha nos meios de comunicação para reforçar a importância do uso de máscaras, da manutenção de protocolos sanitários para conter a infecção por Covid-19 e da importância de não alimentar boatos.

Paralelamente, o MP está recomendando e orientando aos gestores públicos e à sociedade que se abstenham de realizar eventos com aglomerações de pessoas, neste fim de ano, lembrando que, aproximadamente, 3,4 mil famílias paraibanas choram a perda de parentes para o vírus.

A campanha inclui VT e spot de um minuto, cards para redes sociais e banners para sites, que estão sendo disponibilizados a veículos de comunicação do Estado. A produção dos materiais foi feita pela Sin Comunicação, em caráter de doação, e a veiculação em TVs, rádios, sites e blogs ocorre de forma espontânea, fazendo parte do compromisso social das empresas que atenderem ao pedido dos MPs.

O Ministério Público também reforça a importância do trabalho dos jornalistas que fazem a cobertura diária das notícias relacionadas à pandemia, principalmente, no que se refere ao combate aos boatos que inviabilizam a prevenção da Covid-19 e trazendo ao conhecimento do público os avanços da ciência relacionados à produção de vacinas e a importância do uso de máscaras, principalmente, enquanto a imunização não é feita no Brasil.

A mensagem da campanha é: “Covid-19: uma doença mundial, infecciosa e mortal. Que não escolhe vítima e se espalha de forma continental. Enquanto a vacinação não começa, o melhor ‘remédio’ continua sendo a prevenção. Sempre que sair, é máscara no rosto, cobrindo o nariz e a boca. E álcool 70% nas mãos. Em casa, use água e sabão, e não se esqueça: em tempos de incerteza… tão letal quanto o vírus é a desinformação. Não dê ouvido a boatos. Antes de compartilhar qualquer notícia, cheque a fonte. A cura da Covid vai vir da ciência e da nossa união. Não subestime o vírus. Não se entregue à própria sorte. Dois mil e vinte está chegando ao fim, mas a pandemia ainda não acabou. Se cuide. Cuide da sua família e dos seus amigos. Por enquanto, só a máscara protege.”

O pedido para os meios de comunicação veicularem as peças da campanha está sendo feito pelos chefes dos três ramos do MP – o procurador-geral de Justiça Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho (MPPB), o procurador-chefe da República na Paraíba, Sérgio Rodrigo Pimentel de Castro Pinto, e a procuradora-chefe do MPT-PB/PRT – 13ª Região, Myllena Formiga Cavalcante de Alencar Medeiros.

O pedido tem sido endossado por promotores de Justiça e procuradores que atuam na área da saúde em vários municípios paraibanos, a exemplo de Adriana Amorim de Lacerda (MPPB), Andressa Alves Lucena Ribeiro Coutinho (MPT) e José Guilherme Ferraz (MPF), dentre outros.

PortalCorreio

Ministério da Saúde prevê 24,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 em janeiro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quinta-feira (17) que prevê receber 93,4 milhões de vacinas contra a Covid-19 entre janeiro e março — 24,7 milhões em janeiro; 37,7 milhões em fevereiro; e 31 milhões em março. São vacinas de três fabricantes: AstraZeneca (vacina de Oxford), Instituto Butantan/Sinovac e Pfizer.

A programação foi citada na fala inicial do ministro em sessão remota do Senado para debater os planos de imunização no Brasil contra o novo coronavírus.

“A data exata é o mês de janeiro […]. Isso tudo dependendo do registro da Anvisa. Se somarmos esses números, vamos ter 24,7 milhões de doses em janeiro”, disse o ministro. “Isso é daqui a 30 dias, janeiro aqui eu falo meio de janeiro. Não são seis meses”, completou Pazuello.

As três vacinas precisam ser aplicadas em duas doses. Segundo Pazuello, a previsão para janeiro e fevereiro é a seguinte:

Para março, o ministro disse, apenas, que seriam 31 milhões de doses, sem detalhar a quantidade entregue por laboratório.

Pazuello afirmou ainda que, além das negociações com os três laboratórios, há o consórcio Covax-Facility, coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que disponibilizará aos países-membros vacinas à medida que forem aprovadas para uso, independente do desenvolvedor.

“Temos dez fabricantes no consórcio e, no momento em que sair o registro de uma das dez, nós podemos optar pela compra de uma delas e vamos para 42 milhões de doses entregues. Todas essas possibilidades e números, estamos em uma vanguarda, não estamos sendo atropelados, estamos em uma vanguarda”, disse.

PBAgora com G1