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Serralheiro é assassinado dentro de madeireira, no Sertão

Na manhã desta segunda-feira (13), um serralheiro foi assassinado a tiros, no bairro Luzia Maia, em Catolé do Rocha, Sertão paraibano.

O dono da madeireira estava no local e também foi baleado.

De acordo com as primeiras informações, o crime aconteceu quando as vítimas chegavam no local para trabalhar.

O serralheiro morreu ainda no local e o dono da madeireira foi socorrido para o Hospital Regional de Catolé do Rocha.

Ainda não há informações sobre autoria ou motivação do crime.

PB Agora

‘Brasileiro não sabe se escuta o ministro ou o presidente’, diz Mandetta

Na tarde deste domingo (12), o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta deu entrevista ao repórter Murilo Salviano, do Fantástico. De Goiânia, no Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano, Mandetta falou sobre os meses que virão, o que projeta para frente e a relação com o presidente Jair Bolsonaro. Confira:

Fantástico: Ministro, primeiramente obrigado pela entrevista. Estou aqui no Rio de Janeiro e o senhor em Goiânia, no Palácio das Esmeraldas, sede do Governo do Estado de Goiás.
Luiz Henrique Mandetta: É isso. Eu vim aqui hoje, minha família, eu e minha esposa, estamos sem os filhos, sem meu pai, minha mãe. Em nome das nossas famílias, eu cumprimento todas as famílias brasileiras e a família do jornalismo do Fantástico nesse domingo de Páscoa tão atípico para todos nós.

Fantástico: O senhor sempre dá orientações para os brasileiros, sobre os cuidados a serem tomados. Na vida pessoal do senhor, que cuidados o senhor tem tomado?
Mandetta: Dentro do Ministério da Saúde, como a equipe é uma equipe que está trabalhando comigo, muito já formada, muito bem distribuída, a nossa distância entre um e outro é de 2,5 a 3 metros, em qualquer circunstância. Até agora, nós não tivemos nenhum colaborador nosso que tenha tido a gripe, a virose.

É um cuidado muito grande, uma saudade muito grande do meu neto, dos meus filhos que estão em Mato Grosso do Sul, do meu pai, da minha mãe. Esses eu falo com eles normalmente, por telefone, vendo as imagens. Uma parte que é dura para todo mundo. A gente também tem feito esse exercício de distanciamento de quem gosta, de quem ama a pessoa, e que sabe que nesse momento temos que ficar distante para proteger. Acho que no dia a dia não é diferente do que cada brasileiro está passando para tentar passar por isso junto. Quando a gente protege a família da gente, a gente está protegendo a família de todo mundo.

Fantástico: Já teve algum momento de fragilidade durante essa crise?
Mandetta: Acho que sim. Às vezes a gente também se pega profundamente emocionado quando um neto pergunta por que não está indo vê-lo. Às vezes você fica um pouco emocionado, a voz fica um pouco embargada, mas você respira fundo.

Fantástico: Ministro, vamos aos números aqui. Neste feriado da Semana Santa, o Brasil ultrapassou a marca de mil mortes por coronavírus. Qual a expectativa do senhor para esta próxima semana?
Mandetta: Primeiro, nós sabemos que esses números estão subestimados. Dentro do que a gente pensava lá no início, em fevereiro, fazendo simulações com outros países, fazendo adequações pro nosso clima, mais ou menos a gente sabia que chegaria na primeira quinzena de abril a aproximadamente com esses números. Sabemos também desde o início que fizemos a projeção que a segunda quinzena de abril seria a quinzena que aumentaríamos e que o mês de maio e junho seriam os meses de maior estresse pro nosso sistema de saúde. Nós estamos agora vivendo um pouco do que fizemos duas semanas pra trás. Se iniciarmos precocemente uma movimentação, nós vamos voltar a ter aquele mesmo padrão do início aonde você tinha dia após dia um aumento do surgimento de brotes epidêmicos. A gente imagina que os meses de maio e junho serão os sessenta dias mais duros para as cidades. A gente tem diferentes realidades. O Brasil a gente não pode comparar com um país pequeno, como é a Espanha, como é a Itália, a Grécia, Macedônia e até a Inglaterra. Nós somos o próprio continente. Sabemos que serão dias duros. Seja conosco ou qualquer outra pessoa. Maio, junho, em algumas regiões julho, nós teremos dias muito duros.

Fantástico: O que são dias muito duros?
Mandetta: Dias duros. Dias em que nós seremos taxados de “olha, vocês não fizeram o que tinham que fazer, por isso o sistema está entrando em colapso. Olha, vocês deveriam ter sido mais duros, menos duros, porque a economia está assim, está assado”. Sempre haverá engenheiros de obra pronta. Pessoas que depois que você trabalha, que faz o possível e o impossível para enfrentar a situação, que depois da situação passada fala “ah não, mas isso deveria ter sido feito assim ou assado”.

Nós teremos uma confrontação entre o que somos e para onde queremos ir constante nesses meses que temos pela frente. Serão dois a três meses de muito, muito questionamento das práticas de todos. E obviamente que o Ministério da Saúde vai ser o ministério mais questionado.

Essas semanas agora o comportamento da sociedade é que dita. Esse vírus, a história natural dele, como ele vai se comportar aqui, quem vai escrever essa história é o comportamento da sociedade, não é a polícia, o decreto. É como cada um de nós brasileiros vamos ter a consciência do cuidado individual, sendo o responsável pelo cuidado coletivo. Ele é uma coisa muito mais de como vamos encarar essa relação da dinâmica social e do sistema de saúde, da capacidade de atender.

Fantástico: Quantos casos de coronavírus são estimados para o Brasil neste ano?
Mandetta: Esse número muda muito ao sabor de como a gente vai se comportar. Se não fizermos absolutamente nada e tivermos como se nada estivesse acontecendo, se a gente falar assim: vamos todos trabalhar, deixa só quem tem mais de 60 anos em casa, como o país vai lidar com isso… Você tem de números menores, você tem cenários extremamente otimistas e tem cenários extremamente pessimistas. A gente tem a projeção, mas sabe que isso tudo é em função do comportamento das pessoas. Não existe absolutamente nada que influencie mais essa resposta do que como que a sociedade brasileira vai se comportar no próximo mês e dias.

Nós não experimentamos no Brasil até agora o lockdown, o fechamento total. Nós estamos com diminuição social, importante, chegamos a ter uma diminuição expressiva, relaxamos, estamos em torno de 50%, 55%. Chegamos a ter 70%. Se cada empresário, se cada setor achar que o dele é essencial e que ele tem que trabalhar, e começar um efeito cascata, tudo é essencial e tem que funcionar, o Ministério da Saúde vai mostrar: olha, essa atividade fez isso aqui com cada uma das cidades.

Fantástico: Em várias cidades, como aqui no Rio de Janeiro, é visível o desrespeito de muitas pessoas, principalmente durante a semana, às medidas de isolamento social. A que o senhor atribui esse afrouxamento?
Mandetta: Acho que é um conjunto, somatória, acho que tem muita gente que gosta da internet, que vê na internet alguma fake news dizendo que isso é uma invenção de países para ganharem vantagem econômica. Outras pessoas porque (acham que) existe um complô mundial contra elas. Como se tivesse alguma solução, com passe de mágica e que não precisasse que ninguém fizesse sacrifício. Quando você vê as pessoas entrando em padaria, entrando em supermercado, fazendo filas uma atrás da outra, encostadas, grudadas, pessoas fazendo piquenique em parque, isso é claramente uma coisa equivocada.

Fantástico: Ministro, a partir de amanhã o Ministério da Saúde vai distribuir pros estados mais de um milhão de testes, entre testes rápidos, PCR. Mas esses testes têm como foco profissionais de saúde, segurança e seus familiares. Quando é que vai ter, de fato, um teste em massa da população?
Mandetta: Não existe capacidade de se fazer uma testagem de 200 milhões de habitantes. E, às vezes, você testa e ele dá negativo, tem que repetir teste várias vezes. A gente vai trabalhando basicamente com trabalhadores que são mais importantes no momento. Vamos testar, principalmente, aqueles que a gente mais precisa que voltem ao trabalho. Se médico e enfermeira se contaminou e já têm anticorpos, eles trabalham com muito mais tranquilidade e a gente sabe que não vai mais adoecer daquela doença. Então esse teste a gente faz primeiro para eles. Também teremos o teste para o pessoal que é da segurança, que são serviços muito essenciais: agentes penitenciários, policiais, bombeiros, que precisam dessa informação. Esses são os dois grupos de trabalhadores.

O problema é que a gente tem hoje um mercado extremamente concentrado e aquecido que não tem testes suficientes para o planeta. Se a gente se comprometer a testar todos os brasileiros, não seria correto frente ao mercado que a gente vê. O planeta Terra inteiro quer o mesmo produto que nós queremos. O que, portanto, nos faz ter muita cautela em termos de nos comprometer com se nessa semana teremos ou na outra. O Brasil é um sistema forte e está tentando atingir um ponto de equilíbrio para os brasileiros.

Fantástico: Se não tem uma testagem tão ampla da população, a gente não tem como prever o avanço da doença. A gente está no escuro?
Mandetta: Não, a gente não está no escuro, porque mesmo com essa testagem, a gente tem modelos matemáticos. Com esses exames que nós fazemos, a gente tem modelos estatísticos, modelos matemáticos que nos permitem dimensionar, qual é o ritmo, para onde está indo, em que bairro está, em que cidade está, se está se deslocando, para qual faixa etária, se está internando quem, qual é a capacidade instalada. Nós temos modelos matemáticos que nos permitem fazer cálculos muito bons, que nos dão muita informação sem testar 100% das pessoas. Não tem receita de bolo, o que tem é: o Ministério da Saúde agrupar isso, e ir mostrando e dizer “tomem cuidado aqueles que estão no nível mais alto de transmissão”. Aí, cada governador, cada prefeito sabe o que está fazendo.

O Ministro da Saúde foi cuidadoso ao falar das atitudes do presidente da República.

Fantástico: Ministro, o senhor tem dito nas coletivas que médico não abandona paciente. Mas ao mesmo tempo, disse que precisa de paz para trabalhar, reclamou de solavancos internos. Já houve insinuação de demissão, o próprio presidente da República não respeita as orientações do Ministério da Saúde seguidas vezes. Ontem mesmo, o senhor e o presidente foram até Águas Lindas de Goiás, na região de Brasília, acompanhar a construção de um hospital de campanha, e na frente do senhor o presidente fez questão de cumprimentar apoiadores, fazer aglomeração, uma mulher chegou inclusive a beijar a mão do presidente. Essa relação do senhor com o presidente de alguma forma constrange o senhor?

Mandetta: Ela preocupa, porque a população olha e fala: mas será que o ministro é contra o presidente? Não há ninguém contra nem a favor de nada. O nosso inimigo, o nosso adversário, o nosso problema é o coronavírus. Esse é o nosso adversário, inimigo. Se eu estou ministro da Saúde, eu estou ministro da Saúde por obra de nomeação do presidente. O presidente olha muito também pelo lado da economia. E chama muito a atenção o lado da economia. O Ministério da Saúde entende a economia, entende a cultura e educação, mas chama pelo lado de equilíbrio de proteção à vida. Eu espero que essa validação dos diferentes modelos de enfrentamento dessa situação possa ser comum e que a gente possa ter uma fala única, unificada. Por que isso leva para o brasileiro uma dubiedade: ele não sabe se escuta o ministro da Saúde, se ele escuta o presidente, quem é que ele escuta.

Fantástico: E numa situação como essa, a quem ouvir?
Mandetta: A gente pode ter uma disciplina e pedir muita disciplina para as pessoas, por favor. Disciplina significa faça você também seu sacrifício, para que a gente possa bloquear o máximo possível. Eu não posso chegar e falar assim: essa pessoa está fazendo isso aqui, isso é certo, isso é errado. Eu estou dizendo qual é o caminho: vamos por aqui. Se você vai ao médico e ele diz que não coma doce porque você é diabético, tem pessoas que comem doce sistematicamente mesmo sendo (diabético). A gente pode dizer pra ela: você vai ter problema, o seu rim vai parar, você pode ter deficit de visão, amputação de perna, e a pessoa continua comendo doce. Mesmo que ela tenha todas as complicações, a gente vai lá para tentar minimizar o problema da visão, do rim, da perna.

A gente continua com esse doente para tentar ajudar ao máximo em encontrar um bom caminho para a gente superar isso que pode ser no Brasil uma coisa superável com menos ou mais intensidade de estresse para a nossa sociedade. Infelizmente não vai ser num toque de mágica que vamos passar por isso. A gente tem que pautar por foco, disciplina, ciência e ficar muito firme nesse tripé, e planejamento para que possamos sair disso juntos.

paraiba.com.br com G1

Covid-19: secretário de Saúde alerta que polícia pode mandar as pessoas para casa

O secretário estadual de Saúde, médico Geraldo Medeiros, voltou a ressaltar em entrevista a imprensa a do distanciamento social para que a Paraíba continue o combate contra o novo coronavírus. Segundo secretário, na Paraíba há leitos suficientes para os infectados, ele comentou ainda sobre o pico da doença para as próximas semanas no estado e os motivos pelo qual pessoas temem em desobedecer os pedidos das entidades de saúde para se manter o distanciamento social.

“Temos 60 leitos de UTI no Sertão e Alto Sertão, temos 20 leitos de UTI no Hospital Metropolitano e temos leitos de UTI que estão sendo habilitados; no Hospital Pedro I temos 20 leitos de UTI, no Hospital Alcides Carneiro, temos 12 leitos de UTI, no Hospital de Emergência e Trauma temos 20 leitos. A rede hospitalar está montada para pacientes com coronavírus”, comentou o médico.

Questionado como está a perspectiva da SES para as próximas semanas de novos casos de Covid-19. O secretário respondeu: “Há uma previsão de aumento no número de casos a partir da segunda quinzena de abril e primeira quinzena de maio. O Estado está pronto para lidar com este possível aumento quantitativo do número de casos. Temos também os hospitais privados com leitos de enfermaria e também leitos de UTI. Como esta doença começou nas classes A e B, a tendência foi um percentual grande de pacientes se internarem em hospitais privados”, comentou Geraldo.

O médico relatou em sua opinião ainda, os motivos de tantas pessoas ainda não terem atendido ao pedido de isolamento social. “Isto é inerente ao ser humano. Esta insensatez não é exclusiva do Brasil. Vimos na Itália, outros países da Europa, com a polícia tendo que mandar as pessoas para casa. E é isto que o governo estadual poderá ter que fazer no sentido de inibir a circulação de pessoas e, consequentemente, a circulação viral, reduzindo o número de casos e de mortes”, finalizou.

PBAgora

Prefeitura de Santa Terezinha distribui mascaras de tecido a população

Foram adquiridas 1000 mascaras de tecido pela Prefeitura Municipal de Santa Terezinha – PB e entregues a Secretaria Municipal de Saúde para serem distribuídas a população.

A distribuição iniciou pelo comércio e o trabalho deve ser finalizado esta semana.

O objetivo é conscientizar a população que só saia de casa se for para resolver algo necessário e se sair coloque a mascara para se proteger, uma recomendação do Ministério da Saúde. Esse tipo de mascara pode ser utilizada várias vezes, basta o cidadão lavar e higienizá-la.

Esta é mais uma ação com o foco na prevenção e combate ao Covid-19 (Coronavírus) no município. A Prefeitura emitiu um decreto que autoriza a funcionar apenas os serviços essenciais; realizou a desinfecção das ruas com maior circulação de pessoas e órgãos públicos; fez a compra de medicamentos, insumos, EPI’s e álcool em gel para a Secretaria de Saúde e Diretoria de Transportes; instituiu o Atendimento Especial (através de telefones e e-mails) visando evitar aglomerações de pessoas nas secretarias e órgãos ligados ao Município; as marcações de consultas nas unidades de saúde são feitas pelos telefones UBS1 – 98116-5438 e UBS2 – 98188-8801; criou o terceiro turno de atendimento na Unidade Básica de Saúde Pedro Rufino Sobrinho, com o horário das 16h às 23h.

Na cidade foi notificado um caso suspeito da doença, o material biológico foi enviado ao Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (LACEN-PB), sendo registrado como negativo para a Covid-19.

Prefeito se reúne com empresários e discute pandemia; novas medidas entram em vigor na quinta-feira, em Patos

A Associação Comercial e Industrial de Patos foi palco, na tarde deste domingo, 12 de abril de 2020, de mais um encontro entre o prefeito e empresários para a discussão de novas medidas de disciplinamento do comércio neste período de pandemia do coronavírus.

Ao final dos debates ficou acordado que as empresas serão abertas, a partir da próxima quinta-feira, em meio expediente, das 8h às 12h, como forma de manutenção dos empregos, uma vez que o Governo Federal, segundo Medida Provisória, entrará com a outra parte em ajuda, como forma de apoiar a economia, evitando demissão em massa. Outra determinação é no sentido da obrigatoriedade do uso de máscaras no interior das lojas e a fiscalização será de responsabilidade dos seus proprietários.

Com relação aos mercados, após uma série de questionamentos, o prefeito interino, Ivanes Lacerda, prometeu um maior disciplinamento, nos mesmos moldes em que foi estabelecido para as empresas, limitando a abertura e exigindo o uso do equipamento de protrção, mesmo procedimento a ser adotado nas feiras livres, que receberão estrutura para entrada controlada. Com relação às restrições do decreto atual, prevalecerá o fechamento de restaurantes e bares para o público, havendo a possibilidade de flexibilização para salões de beleza, no sentido de que atendam por horário marcado, com todas as precauções.

Um comunicado será feito ao CRM – Conselho Regional de Medicina, pelo Governo Municipal, assinalando todas as medidas de precaução, que passam a ter força de lei no município de Patos. Os empresários foram representados no evento pelo presidente da ACIAP – Iramilto Medeiros, da CDL – Oton Ferreira e do SINCOVEP, na pessoa do seu vice-presidente, José de Sales Martins, que supriu a ausência, justificada, do titular, Carlos Pinheiro Cavalcante. O CRM esteve representado pelo médico Jânio Rolim, que também falou em nome da direção do Hospital Regional, o advogado Gustavo Soares e o representante da distribuidora Pau Brasil, também tiveram participação ativa nas discussões, dentre outros.

Folha Patoense com Damião Lucena – Assessoria

Mais de 400 mil pessoas já se recuperaram da Covid-19 no mundo

O número total de pessoas que conseguiram se recuperar após serem infectadas pelo novo coronavírus, causador da doença covid-19, ultrapassou a marca de 400 mil casos neste fim de semana de Páscoa.

O número de pessoas infectadas no mundo já beira 2 milhões, sendo os países com mais casos de contágio Estados Unidos, Itália e Espanha. A quantidade de casos fatais é de mais de 100 mil até hoje. Ou seja, o número de recuperados já é quatro vezes maior do que o de mortos no planeta.

No Brasil, o número de casos é de mais de 20 mil, com mais de mil mortes.

Pesquisadores de todo o mundo ainda buscam encontrar melhores tratamentos ou criar uma vacina que previna o contágio do vírus. Por ora, nenhuma evidência encontrada nos estudos é conclusiva. Melinda Gates, da Fundação Bill & Melinda Gates, estimou nesta semana que o tempo de desenvolvimento de uma vacina seja de 18 meses.

Nesse contexto, há testes de medicamentos, como a hidroxicloroquina, mas os tratamentos convencionais contra síndromes respiratórias agudas graves têm sido adotados por médicos de todo o mundo, junto ao isolamento social para evitar novos contágios.

Clickpb com Exame

Padrasto é preso suspeito de agredir enteada, no Vale do Piancó

Um homem foi preso, suspeito de Violência Doméstica praticada contra a enteada dele, na manhã deste domingo (12), no sítio Caruá, localizada na região do Distrito de Mata Grande, em Conceição.

De acordo com informações do Sargento Júlio, atendente do Copom da 2ª Companhia de Polícia Militar, após receber uma denúncia guarnição se até o local, juntamente com o Conselho Tutelar.

Ao chegar no local, segundo militar, a guarnição se deparou com a vítima, que apresentava hematomas pelo corpo. À polícia, a adolescente informou que o homem teria chegado em casa com sintomas de embriagues e empurrou sua mãe. Ao tentar intervir, segundo relatos da própria adolescente, o agressor lhe deu uns empurrões, deixando hematomas pelo seu corpo.

O homem foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Itaporanga, onde foram tomadas as medidas cabíveis.

Vale do Piancó Notícias

Força Tática prende dois suspeitos com maconha e cocaína, no sertão

Policiais Militares do 14º BPM, por volta das 21h20min de ontem (11), no Bairro do Mutirão em Sousa, prenderam D.S.G. (20 anos) e apreenderam o adolescente em conflito com a lei D.A.S. (17 anos), após os mesmos serem abordados e ser encontrado em poder dos mesmos substâncias análogas à maconha e cocaína.

Uma equipe da Foça Tática durante rondas no bairro mencionado, recebeu denúncia informando que em uma residência estaria havendo comércio de substâncias entorpecentes. No momento em que foram averiguar o local, os dois homens estavam sentados na porta e ao avistarem a viatura operacional tentaram evadir-se, sendo alcançados. No momento em que foram interceptados o homem portava uma sacola plástica contendo porções de substância análoga a cocaína e maconha.

Uma vez em flagrante delito, foi realizada uma busca domiciliar e foram apreendidos:

• 13 papelotes tamanho diverso de substância análoga a cocaína pesando 32.2 gramas;
• 27 porções de substância análoga à maconha pesando 33.5 gramas;
• 01 tablete grande prensado de substância análoga à maconha pesando 290 gramas;
• 01 recipiente plástico contendo substância análoga a maconha pesando 19.3 gramas;
• 01 recipiente plástico contendo substância análoga a maconha pesando 47 gramas gramas;
• 01 balança de precisão marca Tomate.

O entorpecente e os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para lavratura do auto de prisão em flagrante e auto de flagrante de ato infracional.

FONTE: Repórter PB com 4º BPM

4ª CPTRAN doa ovos de páscoa às crianças no Hospital Infantil e carentes de Patos

Em um ato solidário de amor e carinho a 4ª CPTRAN, em Patos, realizaram na manhã deste domingo de Páscoa (12/04) a doação de ovos de chocolate às crianças que estavam internas e em atendimento no Hospital Infantil Noaldo Leite, bem como crianças carentes da cidade.

Em tempos de isolamento social proveniente da pandemia, se faz necessário ações solidárias, principalmente com aqueles que mais necessitam de atenção, cuidados e de esperança.

O Tenente Breno ressalta que “somos todos iguais, que estamos no mesmo barco e que precisamos ser solidários e apoiar uns aos outros. Confio que essa situação vai passar e que promoverá mudanças no comportamento das pessoas, tornando-os mais solidários e mais humanos”.

A diretora do Hospital Infantil, Rhyana Karla, parabenizou a ação e afirmou que “toda a criança, especialmente aquela submetida a um processo de hospitalização, tem a necessidade de se sentir acolhida e ter esperanças, e ações como os da 4ª CPTRAN minimiza o nível de ansiedade e dor nesse período, além de renovar suas forças para encarar o tratamento”.

As profissionais do Hospital realizaram todos cuidados de higienização dos ovos de chocolate antes de serem as crianças.

Folha Patoense com Assessoria

Coronavírus: Laureano pode parar de funcionar por falta de máscaras

A assessoria de imprensa do Hospital Napoleão Laureano, referência no tratamento do câncer na Paraíba, emitiu uma nota nesse sábado (11), através da qual informa que os atendimentos na unidade podem parar caso a instituição não obtenha máscaras necessárias para as ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

“A direção do hospital está com dificuldades de encontrar no mercado os equipamentos de proteção individual (EPIs)”, diz o comunicado. O diretor financeiro do hospital, Marcelo Lucena, explica no texto que o estoque no Napoleão Laureano já está chegando ao fim. Ele faz um apelo em busca de doações de máscaras cirúrgicas para não precisar parar o funcionamento.

“Não estamos com esse problema dos EPIs por questões financeiras, mas por dificuldade de encontrar lugar para comprar. Tentamos em todos os lugares a semana inteira e não encontramos. Os poucos lugares que ainda têm mudaram o custo de R$ 0,50 para R$ 5, sendo um valor absurdo. Estamos precisando urgentemente de doações de máscaras”, revelou Marcelo Lucena.

Em contato com a redação do Portal Correio na tarde deste domingo (12), a assessoria do hospital informou que a situação segue sem resolução e disse que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) já está ciente do problema. “Entramos em contato com o secretário, mas infelizmente o que ele tinha já havia repassado para outros hospitais do estado. Para os atendimentos precisamos de máscara cirúrgica e máscara N95, que tem respirador de filtro de carvão, além de luvas e capotes cirúrgicos”, afirmou a assessoria.

Conforme explicou a assessoria, são necessárias 15 mil máscaras cirúrgicas para suprir o hospital por um mês. Com relação às máscaras N95, a unidade precisa de 300 no mesmo período.

O Portal Correio tentou falar com a SES sobre o problema, mas não obteve respostas até a publicação desta matéria.

Instituições de ensino superior e o sistema prisional estão produzindo EPIs. Questionada se o hospital buscou essas alternativas, a assessoria relatou que houve uma doação por parte da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mas foi pequena em relação à necessidade.

Além das máscaras, no momento o hospital não está carente dos demais equipamentos de proteção necessários, que já foram acrescentados ao estoque da instituição a partir de doações recebidas.

Atualmente, o Hospital Napoleão Laureano atende 74% de todos casos de câncer da Paraíba. Desse número, 92% são pacientes do SUS. Todos os pacientes fazem parte do grupo de risco e são necessários os EPIs para a continuidade dos tratamentos.

PortalCorreio