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Pleno do TJPB julga prefeito afastado de Patos e mais 12 denunciados na Operação ‘Cidade Luz’

O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba julga, na sessão ordinária desta quarta-feira (31), a partir das 9h, duas notícias-crimes contra o prefeito afastado de Patos, Dinaldo Medeiros Wanderley Filho e outras pessoas, que têm como relator o desembargador Carlos Martins Beltrão Filho.

Dinaldinho, como é conhecido, foi afastado do cargo de prefeito pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, a pedido do Ministério Público estadual, no dia 14 de agosto de 2018. Ele e mais 12 pessoas foram denunciados na Operação ‘Cidade Luz’, do MPPB, que investigou fraudes em contratos de iluminação pública na cidade do Sertão paraibano.

A Notícia-crime nº 0001493-91.2018.815.0000 tem como denunciados Dinaldo Wanderley, Múcio Sátyro Filho e Fábio Henrique Silveira Nogueira. O prefeito afastado de Patos é acusado pelo Ministério Público, também, na Notícia-crime nº 0001059-05.2018.815.0000, com mais 12 pessoas: Múcio Sátyro Filho, Gustavo Guedes Wanderley, Felipe Moreira Cartaxo de Sá, Jardelson Pereira Medeiros, Maurício Ricardo de Moraes Guerra, Alberto Cardoso Correia Rêgo Filho, Júlio César Simões Martins, Anna Karla Maia Gondim, Ladjane Correia de Vasconcelos, Jorge Cavalcante de Mendonça e Silva, Alysson dos Santos Gomes e Fábio Henrique Silveira Nogueira.

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TRE afasta inelegibilidade de RC, mas impõe multa de R$ 60 mil

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) concluiu nesta terça-feira (30) o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), conhecida como Aije do Empreender-PB, e por 4 votos a 3, manteve a elegibilidade do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) e dos ex-secretários Márcia Lucena (Educação) e Waldson Sousa (Saúde), mas os condenou em multas.

A Corte entendeu por maioria, de 5 a 2, que houve a prática de conduta vedada nas eleições de 2014 na Paraíba e decidiu pela aplicação de multa no valor de R$ 60 mil a Ricardo Coutinho, de R$ 30 mil a Lígia e a Waldson, e de R$ 50 mil a Márcia Lucena. Apenas os juízes Antonio Carneiro de Paiva Junior e Paulo Câmara, votaram pela improcedência total da ação, afastando inclusive a pena de multas.

O julgamento foi concluído com apresentação do voto vistas do presidente do TRE-PB, desembargador Carlos Martins Beltrão Filho, que divergiu do relator, desembargador José Ricardo Porto e votou pela procedência da ação, reconhecendo que houve a prática de abuso de poder político e conduta vedada, aplicando inclusive uma multa no valor de R$ 70 mil ao ex-governador, que pela média dos votos, ficou em R$ 60 mil.

O presidente entendeu que as contratações em período eleitoral influenciaram no resultado do pleito e que o programa Empreender-PB foi utilizado sem nenhum critério. “Não pode ser normal a existência de 27 mil pessoas contratadas, por meio de CPFs no ano eleitoral, como também a quantidade de recursos que foram liberados por meio do Empreender-PB, sem critérios”, argumentou.

Beltrão acompanhou o entendimento dos juízes Sérgio Murilo e de Arthur Monteiro que votaram pela total procedência da ação, aplicando além de multa, a pena da inelegibilidade dos principais denunciados por oito anos, mas foram votos vencidos.

Após o voto do presidente, nenhum dos magistrados que haviam votado anteriormente no julgamento, que teve início no último dia 11, alteraram os votos. O primeiro a votar foi o relator, José Ricardo Porto, pela procedência parcial da ação, com o entendimento de que os atos praticados foram típicos da gestão.

Segundo ele, seria até possível admitir possíveis fraudes no programa Empreender-PB, mas que, no seu entendimento, seriam observados estritamente como atos de improbidade administrativa e por isso, não seria da competência da esfera da Justiça Eleitoral analisá-los. “Essa é uma competência da Justiça Comum”, argumentou.

Acusação vai recorrer ao TSE

O advogado Harrison Targino, que atua como assistente de acusação pela coligação ‘A vontade do Povo’, encabeçada pelo ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB), disse que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da decisão do TRE, com base nos três votos divergentes, que entenderam que houve a prática de abuso de poder nas eleições de 2014 na Paraíba.

“Os votos apresentados pelos três magistrados demonstram o que está bem claro na jurisprudência do TRE em casos como esses, é que houve a prática de abuso de poder político. Como bem pontuou o presidente desta Corte, não pode ser normal a contração de 27 mil pessoas por meio de CPFs em ano eleitoral, nem muito menos o uso indiscriminado, sem critérios objetivos, para liberação de valores do Empreender-PB”, argumentou o advogado.

Harrison Targino disse ainda que se prevalecer esse entendimento do TRE-PB, a partir de agora não haverá mais como condenar nenhum gestor público por prática de abuso de poder na Paraíba. “Tudo será considerado normal e como atos de gestão”, criticou.

Já o advogado Fábio Brito, que atua na defesa do ex-governador Ricardo Coutinho e demais investigados na ação, considerou que o Tribunal analisou com verticalidade todo o conjunto probatório contido nas Aijes e reconheceu que nenhum dos atos questionados pela acusação interferiram no resultado do pleito de 2014.

“Com esse resultado, fica evidenciado que a opção pela reeleição do ex-governador Ricardo Coutinho foi uma manifestação autêntica, livre e soberana dos paraibanos”, declarou.

Histórico da tramitação e votos

Depois de quatros ano de investigações e a troca de cinco relatores, o julgamento da Aije do Empreender-PB, que apura o uso de programa e de outras ações governamentais com fins eleitorais, pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), então candidato à reeleição nas eleições de 2014, voltou à pauta de julgamento do TER-PB no último dia 11.

Após o voto do relator, o julgamento foi suspenso pelo pedido de vista do juiz Antonio Carneiro de Paiva Júnior, que votou no dia 18 de julho, seguindo o relator, em parte, mas votando pela total improcedência da ação, sem a aplicação da multa. Depois dele, a análise foi suspensa mais uma vez, pelo pedido de vista da juíza Michelini Jatobá, que trouxe pedido de vista, no último dia 25.

Apesar de afastar o abuso de poder político e econômico para afastar a inelegibilidade dos citados na ação, ela divergiu do relator em alguns pontos, principalmente para a aplicação das multas. A magistrada sugeriu o aumento do valor referente à multa de cada um dos investigados. Para Ricardo Coutinho e Márcia Lucena, a multa passou de R$ 50 mil para R$ 60 mil. A de Waldson Sousa foi fixada em R$ 30 mil e a de Lígia Feliciano reduzida para R$ 15 mil. Nesse caso, Micheline entendeu que a vice-governadora apenas foi beneficiária dos atos.

Logo em seguida, houve o voto do juiz Paulo Câmara, pela total improcedência da ação. Ambos por acatar parcialmente a ação, afastando o abuso de poder político e econômico, mantendo apenas a conduta vedada nos caos que tratam sobre a contratação de servidores (codificados), o Empreender-PB, a entrega de kits escolares e nas plenárias de cultura.

Logo em seguida, o juiz Sérgio Murilo apresentou voto divergindo da maioria, afirmando que observou o caso por outra óptica. Apenas no ponto que se trata das plenárias de cultura, o juiz não vislumbrou ilicitude. Segundo ele, as provas não foram suficientes. “Eu enxerguei, no conjunto probatório, o extrapolamento para o abuso de poder pelos agentes públicos, entre eles o ex-governador”, disse.

Sérgio Murilo votou pela inelegibilidade de Ricardo Coutinho, Lígia Feliciano, Márcia Lucena, Waldson Sousa, Tárcio Pessoa e Antônio Balbino, aplicando multa a todos. A maior multa oferecida foi para Ricardo no valor de R$ 70 mil, de R$ 50 mil para Waldson e Márcia e de R$ 30 mil para a vice-governadora.

O juiz Arthur Monteiro seguiu o mesmo entendimento de Sérgio Murilo para tornar inelegível o ex-governador, a vice-governadora e os ex-secretários. No quesito em que trata sobre o Empreender-PB, o juiz entendeu que o programa foi utilizado na captação de votos e que existiam falhas substanciais. “É nítida a intenção de angariar a simpatia do eleitorado”, disse, afirmando que seguia integralmente o voto divergente, que também foi seguido pelo presidente da Corte eleitoral, na conclusão do julgamento.

*Texto de Adriana Rodrigues, do Jornal CORREIO – Portal Correio

Após 24 horas do sepultamento do genro, sogra do empresário Felizardo Félix infarta e morre

A família do empresário Felizardo Félix, morto após um acidente de vaquejada no último domingo, 28 de julho, quando o cavalo caiu por cima do seu corpo, está enfrentando mais um momento de dor. Por menos de 24 horas após a realização do sepultamento do empresário, a mãe da viúva, ou seja, sogra de Felizardo infartou e morreu.

O fato foi registrado na tarde desta terça-feira, 30 de julho no Hospital São Francisco aqui em Patos.

Odete Medeiros Diniz, conhecida como Tata, de 70 anos, residente no bairro Santo Antônio, em Patos.

O velório começa às 18 horas desta terça na Rua Capitão Crisanto, 247, no Santo Antônio, próximo ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER); e o sepultamento será às 16h30min de amanhã (quarta-feira, 31) em cemitério ainda a ser definido pela família.

Patos Online

Santa Terezinha sedia a IV Mostra de Bandas Escolares da Paraíba; assista a reportagem

As cidades de Santa Terezinha e Pombal, no sertão paraibano, sediaram no final de semana, IV Mostra de Bandas Escolares da Paraíba. Em Santa Terezinha o evento aconteceu no sábado (27) em praça pública e na cidade de Pombal ocorreu no domingo em um ginásio de esportes.

Na Princesinha da Espinharas, o desfile foi realizado às 16h e contou com a presença de várias autoridades: a prefeita Terezinha de Zé Afonso, secretários municipais, vereadores, professores e o deputado estadual Wilson Filho.

O gerente da Gerência Estadual de Bandas da Paraíba, Júlio César Ruffo, iniciou as atividades falando sobre o evento e depois apresentou a equipe de jurados. Depois foi facultada a palavra aos membros da mesa.

Na Etapa Sertão Santa Terezinha apresentaram-se 10 bandas: Fanfarra Municipal Santa Terezinha (Santa Terezinha), Banda Marcial Escola Dr. Manoel Dantas (Teixeira), Banda Marcial Pe. Gerônimo Lawen (Santa Luzia), Banda ECIT São Bento (São Bento), Banda Marcial Júlia Mendes (Itaporanga), Banda Marcial Luis Barbosa Neto (Pombal), Banda Marcial José Américo de Almeida (São José de Espinharas), Banda Marcial Professora Edília Torres (Piancó), Banda Marcial Maestro José Siqueira (Conceição) e Banda Marcial Monsenhor Manoel (Patos).

Os quesitos julgados foram: parte técnica instrumental, apresentação, performance, tempo, pelotão cívico, marcha, alinhamento, cobertura, baliza, corpo coreográfico e mór.

Assista a reportagem:

Reportagem: TV SOL

Partido Patriota se reúne em Patos e afirma que terá candidato a prefeito em 2020

O Partido Patriota se reúniu na noite desta segunda-feira, 29 aqui em Patos em Patos, elegeu o empresário Josmá Oliveira como Presidente da Comissão Provisória e deve lançar nome para disputar a Prefeitura de de Patos em 2020.

Entre os membros do partido está do Cabo PM Silvano Morais, que já colocou seu nome à disposição para prefeito. “Nós realizaremos ainda uma prévia dentro do partido, mas por enquanto existe apenas o meu nome e já começamos a construir um novo projeto para a cidade de Patos’, relatou o cabo que é presidente da ONG Abolição Militar.

Para Josmá Oliveira novas reuniões serão realizadas onde um grupo novo será formado e novos nomes deverão também surgir. Os nomes que serão escolhidos candidatos dever ser definidos nas assembleias de forma democrática e plural, segundo ele.

Além de Silvano Morais o próprio nome de Josmá é também citado dentro do partido para uma eventual candidatura a prefeito de Patos, no entanto, outros nomes poderão aparecer.

Patosonline.com

Popular vai a Fórum da cidade de Sousa participar de audiência e termina preso

A Polícia Militar de Sousa, através de uma guarnição composta pelo Sargento G. Mendes e o Cabo Fransuélio, conseguiu prender por volta das 13h40 desta terça-feira (30), o albergado Williams Tiago Abrantes Cavalcante de 37 anos, já que existia um mandado de prisão em seu desfavor, já que o mesmo responde pelo crime de roubo.

Conforme informações da polícia, o suspeito foi ao Fórum da cidade de Sousa participar de uma audiência e foi constatado o citado mandado, pois o mesmo teria deixado descarregar a tornozeleira, sendo decretada a sua prisão.

Wilamis Tiago Abrantes Cavalcante foi levado à delegacia de Polícia Civil e após o procedimento necessário será conduzido à Colônia Penal Agrícola do Sertão e ficará a disposição da Justiça.

Sertão Informado

Paraíba só perde para o Saara em condições de explorar energia solar

O pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Produção (PPGEP) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Rafael Cavalcante aponta que atraso da Paraíba para exploração da energia solar. Segundo o especialista, em condições favoráveis, o Estado só perde para o deserto do Saara, no continente africano, com 5,7KWh m²/dia.

Entre os principais desafios identificados para a utilização do sistema fotovoltaico na Paraíba, estão o alto custo do capital inicial e falta de políticas governamentais adequadas e de compromisso político em promover informações à população.

“Apesar da abundância de silício, matéria-prima utilizada na construção das placas solares, dos altos níveis de insolação principalmente na Região Nordeste e dos custos para implantação dos sistemas fotovoltaicos terem reduzido em todo o Brasil, esses fatores ainda continuam sendo empecilhos”, avalia Cavalcante.

A carência de instituições financeiras que apoiem as fontes renováveis de energia e o excesso de burocracia e de impostos e o acesso restrito à tecnologia também foram constatados na pesquisa como barreiras.

“É preciso investir em programas informativos sobre a tecnologia, políticas de incentivos e ter um compromisso firme do Estado com as metas traçadas para se alcançar resultados significativos”, defende o pesquisador.

Cavalcante também destaca a vantagem econômica da energia fotovoltaica sobre a de hidrelétrica, que gera hoje cerca de 60% do que o país consome. “Por depender dos níveis de chuva, a geração de energia das hidrelétricas pode ser reduzida durante períodos de longa estiagem”.

PBAGORA com Ascom/UFPB

Após delação, Justiça manda soltar Laura Carneiro presa na Operação Calvário

Após delação, a Justiça determinou a soltura de Maria Laura Caldas de Almeida Carneiro, presa em decorrência da Operação Calvário. O juiz em substituição Adilson Fabrício Gomes Filho determinou a expedição de alvará de soltura em favor dela, substituindo a prisão preventiva em medidas cautelares. A decisão foi divulgada em primeira mão pelo Portal ClickPB.

A ex-secretária de Gilberto Carneiro, só conseguiu o relaxamento da prisão após fazer uma delação premiada. De acordo com o magistrado, a decisão judicial considerou que “ela apresentou outras evidências por meios dos termos de colaboração premiada, não existindo risco de novas ocultações”, considerando ainda que “não se mostra adequada a manutenção da prisão uma vez ausente ameaça a instrução criminal”, diz o texto da decisão.

Entre as medidas cautelares estão as seguintes proibições: proibição de acessar as repartições do Governo do Estado da Paraíba, proibição de manter contato com testemunhas, exceto seus próprios familiares ou outros investigados na Operação Calvário, proibição de se deslocar a locais com distância superior a 200 km da Comarca de João Pessoa, à exceção dos descolamentos até o município de Santa Terezinha, salvo prévia comunicação e autorização deste juízo, entre outros.

Maria Laura já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão durante a terceira fase da Operação Calvário.

Clickpb

MEC prorroga prazo para renegociação de dívida com Fies

O Ministério da Educação prorrogou o prazo para a renegociação da dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29).

Confira a portaria

De acordo com a portaria o novo prazo estabelecido para renegociação é dia 10 de outubro de 2019.

A renegociação atinge aqueles que estão em dívida com o Fies até o segundo semestre de 2017.

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João Azevedo põe fim a polêmica com Bolsonaro; ” o que aconteceu são águas passadas’

O governador João Azevedo (PSB), que participou do encontro dos governadores do Nordeste, na cidade de Salvador, na Bahia, nesta segunda-feira (29) afirmou que a polêmica com o presidente da República ” São águas passadas”.

João Azevedo destacou que o que interessa no momento é lutar para se ter uma relação republicana aonde os pleitos dos governadores sejam atendidos pelo Governo Federal, sem quaisquer tipos de preconceitos ou retaliações.

“Vamos buscar um convivência harmoniosa entre os Estados e o Governo Federal, porque a relação republicana deve está a cima de qualquer coisa, independente de quem esteja sentado na cadeira de presidente da República”, finalizou o governador.

paraiba.com.br