Em documento entregue à equipe ministerial, nesta quinta-feira (27), o governo Bolsonaro determina a realização de um pente-fino nos últimos atos da gestão Temer e descreve órgãos de governança como disfuncionais.
No texto, antecipado pelo site Poder360 e obtido pela reportagem, o presidente eleito ainda se propõe a “identificar a proposta prioritária que deverá ser objeto de esforços para implementação ou envio ao Congresso Nacional nos cem dias iniciais de governo”.
Esta é a primeira vez que o governo eleito divulga um documento organizado, com metas e cronogramas, estabelecendo, inclusive, reuniões semanais -às terças-feiras- do núcleo do Planalto para acompanhar os resultados.
Um dos principais objetivos é “reavaliar os atos normativos legais ou infralegais publicados nos últimos 60 (sessenta) dias do mandato anterior”.
Entre as medidas previstas estão “encaminhar proposta de possíveis decretos e leis que devam ser revogados”, “reformular, quando necessário, o planejamento estratégico do órgão” e “verificar sobreposições ou lacunas em função da (nova) estrutura e das competências do órgão”.
No tópico intitulado “conhecer o modelo de governança do órgão”, são apontados riscos: “O sistema de governança do órgão é disfuncional, prejudicando a qualidade das políticas produzidas ou impedindo que os interesses da sociedade sejam corretamente identificados”, diz o texto.
O guia traz explicações muito básicas como o uso, por exemplo, de cartões corporativos, aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) e diárias e passagens por parte de integrantes do governo.
O documento também explica a função de cargos-chaves dos ministérios, como secretário-executivo e chefe de gabinete, e o significado de autarquia, empresa pública e agência reguladora, por exemplo.
Dentre os pré-requisitos do novo governo para nomeações a cargos públicos estão, segundo o texto, a “idoneidade moral e reputação ilibada”, além de “perfil profissional ou formação acadêmica compatível com o cargo ou função”.
Bolsonaro nomeou para o primeiro escalão de seu governo pessoas indicadas, principalmente, pelas bancadas temáticas no Congresso, evitando, assim, as indicações partidárias comuns no presidencialismo de coalizão.
Para os postos de segundo e terceiro escalão, porém, o presidente eleito não conseguiu impedir as negociações com parlamentares no varejo, que pleiteiam participação e influência em diversos postos da União.
Clickpb com Notícias ao Minuto e Folhapress
O Centro integrado de Pesquisa e Comunicação (CIPEC) divulgou uma pesquisa de avaliação da imagem institucional do governo do Estado da Paraíba e revelou uma aprovação recorde de 84% da administração de Ricardo Coutinho (PSB).
Um Jovem de 24 anos foi morto a tiros na noite desta quarta-feira (26), no Bairro Nova Vida III, em Pombal.
O Campeonato Paraibano de 2019 está marcado pra começar no dia 12 de janeiro, conforme estabeleceu a Federação Paraibana de Futebol. Mas, a exemplo dos anos anteriores, estádios podem ser vetados ou interditados parcialmente – jogo sem torcida -, conforme tem se noticiado nos últimos dias.
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) disse que não está em seus planos assumir a presidência nacional do partido, como tem sido especulado. Ele considera que houve apenas uma lembrança de seu nome para a liderança da legenda, assim como houve a citação do nome do senador Antônio Anastasia.
A Paraíba encerra o ano de 2018 com 155.007 pequenos negócios registrados. Deste total, 109.286 correspondem a microempreendedores individuais (MEIs), enquanto 45.721 são de micro e pequenos empreendedores que atuam em todo o estado. O levantamento, realizado pela Receita Federal, refere-se a empreendimentos optantes do Simples Nacional, regime diferenciado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos.
A assessoria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou hoje (26) que o atual secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial da pasta, Igor Calvet, foi convidado para compor a equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro.
O prazo para justificar a ausência no segundo turno das eleições gerais de 2018, dia 28 de outubro, termina nesta quinta-feira (27). Os eleitores que não votaram no segundo turno precisam regularizar a situação, sob pena de impedimento de fazer matrícula em universidades, tirar o passaporte, tomar posse em cargo público e receber o salário, no caso dos servidores.