A Maternidade Peregrino Filho, que fica no município de Patos, Sertão paraibano, a 317 quilômetros de João Pessoa, sofrerá uma intervenção do Estado para garantir o funcionamento.
A informação foi dada ao Portal Correio pelo presidente do Conselho Regional de Medicina na Paraíba (CRM-PB), Roberto Magliano, que constatou, nessa quinta-feira (21), falta de medicamentos e insumos na unidade, o que poderia causar a interdição.
Segundo o presidente do CRM-PB, os problemas na maternidade começaram no fim do ano passado quando a empresa responsável pela gestão da unidade deixou de comprar medicamentos e pagar aos funcionários, que já acumulam quatro meses de salários atrasados.
“A empresa estava recebendo do Estado, mas não pagava os salários dos funcionários, pois estava com processo judicial de penhora, o que a deixou sem dinheiro. Hoje estivemos no Tribunal de Contas (TCE) em uma reunião e ficou pactuado que a situação possivelmente vai ser resolvida de maneira emergencial com uma intervenção no hospital, com nomeação de um interventor e criação de uma conta para pagamento de fornecedores e profissionais que lá trabalham”, contou Roberto Magliano.
Também ao Portal Correio, o atual diretor da maternidade, Umberto Júnior, admitiu os problemas e relatou que o contrato entre o Estado e a empresa terminou em fevereiro. Agora, em situação emergencial, a Saúde Estadual irá enviar medicamentos para a maternidade.
“Os problemas existem, tanto de insumos como de salários. A Secretaria de Saúde está enviando alguns medicamentos e materiais para que o atendimento não sofra nenhum tipo de interrupção. O contrato com a empresa terminou em fevereiro e deverá ser feita uma nova licitação para que uma nova empresa assuma a administração da maternidade”, disse o diretor.
Rejeitos de mineração mais finos, carregados de metais pesados provenientes da barragem que se rompeu em Brumadinho, têm afluído no rio São Francisco. Essa foi a principal constatação da segunda expedição da SOS Mata Atlântica pelo rio Paraopeba, realizada de 8 a 14 de março.
Em 25 de janeiro, o rompimento da barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, da Vale, liberou 14 toneladas de rejeitos de minério de ferro. A lama invadiu o ribeirão Ferro-Carvão e percorreu 9 km até alcançar o rio Paraopeba, importante afluente do rio São Francisco.
“Os sedimentos grossos, a chamada lama, de fato estão decantando no reservatório de Retiro Baixo”, observa Malu Ribeiro, especialista em recursos hídricos da SOS Mata Atlântica. “Mas a pluma com os contaminantes – que muda a cor e a turbidez do rio – está sendo carregada gradativamente pelo vertedouro do reservatório em direção ao de Três Marias, onde está o São Francisco.” A barragem de Retiro Baixo é o último obstáculo antes do rio Paraopeba desaguar no reservatório de Três Marias.
A equipe da fundação analisou a qualidade da água entre os reservatórios das usinas hidrelétricas (UHE) de Retiro Baixo, em Felixlândia – a 217 km da barragem que se rompeu – e de Três Marias, que compreende nove municípios de Minas Gerais..
Dos 12 pontos de medição, nove estavam em condição ruim e três tinham a situação regular. A turbidez variava de duas a seis vezes acima dos 100 UNT (Unidade Nefelométrica de Turbidez) permitidos pela resolução 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Também foram identificadas concentrações de ferro, manganês, cromo e cobre além do autorizado por lei, o que “evidencia o impacto da pluma de rejeitos de minério sobre o São Francisco”.
Os resultados da segunda etapa de estudos pelo rio Paraopeba foram anunciados nesta sexta-feira, 22 de março, quando é celebrado o Dia Mundial da Água. O relatório O retrato da qualidade da água nas bacias da Mata Atlântica analisa a crescente degradação dos rios em 17 estados que compreendem os recursos hídricos do bioma.
Outra metodologia
No entanto, a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por regular o acesso e o uso dos recursos hídricos no Brasil, diz que suas análises realizadas no rio Paraopeba ainda não confirmam que os rejeitos passaram pela Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo, situada antes da usina de Três Marias.
Segundo a ANA, análises da qualidade de água do Paraopeba anteriores à ruptura da barragem já apontavam níveis de contaminação da água por ferro e alumínio. “Por exemplo, o rio Ribeirão das Almas, imediatamente a jusante de Retiro Baixo, lança muitos sedimentos no Paraopeba, o que pode confundir análises feitas sem contemplar as séries anteriores de dados”, observou a ANA, em nota.
“Os metais pesados que encontramos na coluna d’água do Reservatório de Três Marias, a 2 metros de profundidade – e não no espelho da água –, também estão presentes nos mesmos níveis excessivos que encontramos ao longo do Paraopeba afetado pela Vale”, explica Malu.
A equipe da SOS Mata Atlântica realizou medições no Ribeirão das Almas, a 43 km do quinto ponto de medição no Reservatório de Três Marias. Mesmo após as chuvas e com ferro e alumínio provenientes de atividade mineradora, o nível de turbidez estava em 43 NTU, dentro do permitido.
Malu reconhece uma possível metodologia diferente utilizada pela ANA e pela SOS Mata Atlântica, porém ressalta que metais pesados, turbidez e o conjunto de parâmetros que acarretam no desaparecimento da fauna aquática pela perda de qualidade da água indicam “que a situação está fora do normal, diferente de antes do dano praticado pela Vale. A nossa metodologia já constatou, infelizmente, esse impacto no reservatório de Três Marias.”
“Os níveis que encontramos são muito acima do padrão permitido na legislação. Isso já evidencia a urgente necessidade de medidas restritivas de uso dessa água por parte das autoridades, assim como em determinar qual é o plano B”, conclui a ambientalista.
A primeira expedição
De 31 de janeiro a 9 de fevereiro, a SOS Mata Atlântica realizou a primeira etapa dos estudos do impacto do rompimento da barragem no rio Paraopeba. Do Córrego do Feijão ao Reservatório de Retiro Baixo, todos os pontos analisados apresentaram condições de água impróprias para consumo humano, irrigação de plantações e dessedentação de animais, diante de concentrações de metais pesado acima do nível permitido por lei.
Já a elevada turbidez, a escassez de oxigênio e as altas temperaturas da água impossibilitam a vida aquática ao longo de 305 km do Paraopeba. Além disso, 112 hectares de Mata Atlântica natural foram desmatados pela lama.
Nesta quinta-feira (21), a Polícia Civil através do GTE de Cajazeiras apreendeu uma quantidade de droga análoga a maconha no Bairro São Francisco.
No local estava um jovem idenficado como Francisco Mateus Aguiar de Lima, Vulgo “Amaralzinho”, de 18 anos, onde foi preso em flagrante.
De acordo com informações, os Policiais do GTE realizavam rondas no referido bairro, quando em dado momento ao perceber a presença dos Agentes Civis o indivíduo tentou se desvencilhar de dois objetos.
Foi encontrado com Francisco Mateus uma quantidade de maconha.
O jovem foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras para serem tomada as medidas necessárias.
Por volta das 16h10 desta quinta-feira (21), o Destacamento da Polícia Militar de Marizópolis, foi informado de um roubo praticado no posto de combustíveis Nossa Senhora de Fátima, saída para a cidade de Cajazeiras.
Conforme informações, duas pessoas não identificadas, chegaram em uma moto Bros, e armadas com uma espingarda curta de fabricação caseira, renderam o frentista e subtraíram uma quantia em dinheiro e em seguida fugiram tomando rumo ignorado.
Diligências foram realizadas por toda região, porém os assaltantes não foram localizados. A polícia acredita que os suspeitos foram os mesmos que praticaram um assalto em outro posto de combustíveis na cidade de Nazarezinho.
A falta de medicamentos, insumos e a não realização de exames estão colocando em risco o atendimento aos pacientes da Maternidade Peregrino Filho, que fica no município de Patos, Sertão paraibano, a 317 quilômetros de João Pessoa. O local foi visitado pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) nesta quinta-feira (21). A mesma maternidade já enfrentou problemas em fevereiro deste ano.
Conforme o CRM-PB, a falta de insumos é ocasionada porque diversos fornecedores da maternidade não estão podendo atender as demandas por falta de pagamento. Além disso, médicos e outros profissionais de saúde estão sem receber seus salários há mais de três meses.
“É preciso uma atitude rápida, pois há risco para os pacientes e para os médicos. Essa situação não pode continuar. Estamos em uma situação crítica e de emergência. Por isso viemos até o município para conversar com os médicos e a direção do hospital e ajudar a resolver este problema o mais breve”, afirmou o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais.
O Portal Correio entrou em contato com a direção da Maternidade, mas o diretor da unidade não foi encontrado para prestar esclarecimentos até a publicação desta matéria.
O Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), do Município de Santa Terezinha – PB promoveu na tarde dessa quinta-feira (21), na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social, um encontro com as mulheres participantes dos serviços sociais e dos serviços eventuais da instituição.
Aconteceu uma roda de conversa com o tema ‘Ser Mulher’ abordando a violência / feminicídio.
A prefeita Terezinha de Zé Afonso e a vereadora Lidianny Medeiros prestigiaram o evento.
A diretora do CRAS, Maria José Medeiros, deu as boas vindas e falou da importância da mulher na sociedade. A secretária de Assistência Social, Ângela Pereira, comentou das lutas e das conquistas que as mulheres enfrentam. A prefeita Terezinha lembrou a mulher sensível, a mulher cheia de amor, mas também lembrou a mulher guerreira que vai a luta quer seja na família, no lar, no trabalho ou em qualquer outro lugar. Depois ficou facultada a palavra às pessoas.
O encontro foi animado com muito forró sendo distribuídos lanches e sendo distribuídas ‘lembrancinhas’.
Os usuários da Unidade de Saúde Chico Badu, situada no bairro Pedregal, em Santa Terezinha (PB), participaram na noite dessa quarta-feira (20), de uma palestra sobre Tuberculose. A palestra foi ministrada pela enfermeira da unidade, Anny Chrystina Silva de Araújo Lucena.
A profissional de saúde explicou que uma pessoa com tosse há mais de três semanas pode está com a doença. Ela informou o que é a doença, a história, onde ele ataca, os sintomas, o diagnóstico, as formas de transmissão, a prevenção e o tratamento.
Foi servido um lanche para as pessoas e foram realizados exames citológicos.
Uma aposta de Salvador (BA) levou sozinha o prêmio de R$ 32.689.083,52 do concurso 2.135 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta (20) em Cravinhos (SP).
A Secretaria de Estado da Receita vai ampliar e facilitar o pagamento do IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para os contribuintes paraibanos. A partir da segunda quinzena do mês de abril, o cidadão poderá efetuar o pagamento tanto nas lotéricas como em toda a rede bancária, por meio de Ficha de Compensação. Ela poderá ser emitida no portal da Receita Estadual (www.receita.pb.gov.br), como também do Detran-PB. Atualmente, o pagamento é feito apenas no Banco do Brasil.
O secretário de Estado da Receita, Marialvo Laureano, antecipou a novidade à presidente do Sindicato dos Empresários Lotéricos do Estado da Paraíba, Marlene Falcão, e aos membros da diretoria da entidade de classe e aos proprietários de lotéricas, que fizeram uma visita ao gabinete da Receita Estadual nesta quarta-feira (20). A pauta da audiência do segmento era justamente o pagamento dos impostos estaduais nas loterias, incluindo o IPVA. “Já estamos trabalhando essa ampliação com o gerente executivo de Arrecadação e de Informações Fiscais da Receita Estadual, Leonilson Lins de Lucena, para que essa ampliação seja efetivada até o mês de abril”, adiantou. O gerente também participou da reunião com a entidade.
O secretário Marialvo Laureano surpreendeu positivamente o segmento com o comunicado de que até o final do mês de abril os contribuintes poderão realizar o pagamento do IPVA nas casas lotéricas. Elas vão também desafogar as filas bancárias. Na Paraíba, existem mais de 300 lotéricas. “A presidente Marlene Falcão e os proprietários de lotéricas comemoraram a medida e agradeceram pela proatividade da Receita Estadual em ampliar o pagamento dos impostos estaduais para o segmento. As casas lotéricas, que funcionam como correspondentes bancários, são parceiros da Secretaria de Estado da Receita e esta ampliação vem também para facilitar a vida do cidadão, que ganhará centenas de pontos de pagamento do seu tributo”, comentou.
No último mês de fevereiro, a Receita Estadual ampliou também o pagamento do principal tributo do Estado, o ICMS, por meio de Ficha de Compensação, para toda a rede bancária do Estado, como forma de facilitar o serviço de pagamento dos empresários do Estado.