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Palocci diz a Moro que Lula recebeu da Odebrecht R$ 4 milhões em espécie

Os advogados de Antonio Palocci disseram nesta quarta-feira (6) que, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o ex-ministro afirmou que o PT tinha uma espécie de “pacto de sangue” com a Odebrecht e que o combinado era o partido receber R$ 300 milhões. Segundo os advogados, Palocci disse ainda que R$ 4 milhões foram dados em dinheiro para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Palocci também afirmou a Moro, segundo o advogado Adriano Bretas, que Lula sabia da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo.

“Houve o que ele próprio [Palocci] classificou como ‘pacto de sangue’, que seria um pacote de propinas que se desdobraria no pagamento de um imóvel onde seria feito um Instituto Lula, um sítio e R$ 300 milhões”, disse Bretas na saída da Justiça Federal de Curitiba, onde Palocci prestou depoimento.

“Especificamente no que tange o assunto do Instituto Lula, que é o objeto dessa denúncia, ficou absolutamente claro que esse assunto foi deliberado conjuntamente por um colegiado de pessoas composto por Paulo Okamotto, José Carlos Bumlai, Roberto Teixeira, o próprio Antonio Palocci, que não nega o seu mea culpa, não se exime da sua responsabilidade”, disse Bretas.

“Mas que também admite e reconhece que integrava esse colegiado também o ex-presidente Lula, que participou e acompanhou, par e passo, cada passo do andamento dessa operação, que culminou pela compra desse imóvel”, completou o advogado de Palocci.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Lula recebeu o terreno e o imóvel como vantagem indevida da Odebrecht.

Neste processo, Palocci responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele já foi condenado em outra ação da Lava Jato e está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) na capital paranaense.

A denúncia

Lula foi denunciado neste caso em 15 dezembro de 2016, e o juiz Sérgio Moro aceitou a denúncia quatro dias depois. Segundo o MPF, a Construtora Norberto Odebrecht pagou R$ 12.422.000 pelo terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula. Esta obra não foi executada.

A denúncia afirma também que Lula recebeu, como vantagem indevida, a cobertura vizinha à residência onde vive. De acordo com o MPF, foram usados R$ 504 mil para a compra do imóvel.

Ainda conforme a força-tarefa, este segundo apartamento foi adquirido no nome de Glaucos da Costamarques, que teria atuado como testa de ferro de Lula. Os procuradores afirmam que, na tentativa de dissimular a real propriedade do apartamento, Marisa Letícia chegou a assinar contrato fictício de locação com Glaucos da Costamarques.

Lula foi condenado no processo sobre o triplex no Guarujá, em São Paulo, a 9 anos e seis meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além disso, ele também foi denunciado pela Lava Jato no processo que envolve um sítio em Atibaia, no interior paulista.

G1

MPF vai apurar possível ato de improbidade praticado por ex-prefeito de Itabaiana

O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) instaurou procedimento para apurar possível ato de improbidade administrativa praticado por ex-prefeito do Município de Itabaiana (PB), decorrente da utilização indevida de recursos federais destinados à construção de uma creche. O procedimento investigativo foi aberto a partir de representação da atual gestão municipal.

De acordo com a representação, a verba no valor de R$ 277.341,13 foi transferida pelo Ministério da Educação (MEC), em 6 de julho de 2012, para uma conta específica da prefeitura, destinada à construção da primeira etapa de uma creche, oriunda do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), “não restando em conta nenhum centavo, mesmo sem a obra ter sido sequer iniciada”.

Dados obtidos no portal do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), mostram a situação da creche como “Obra Cancelada” com percentual de execução de 0%. O Simec permite que os cidadãos fiscalizem a aplicação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados à construção de creches, escolas e quadras poliesportivas.

Ainda conforme a representação, as irregularidades praticadas pela gestão anterior desencadearam uma série de problemas, a exemplo da inclusão da prefeitura no Cadastro de Restrições do Governo Federal, o que a impossibilitou de receber verbas.

Parlamentopb

Piancó sai do Cauc e passa a ter nome limpo junto ao Governo Federal

Após três anos com restrições junto ao Sistema Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias, o Cauc do Governo Federal, a Prefeitura de Piancó volta a estar apta a celebrar convênios com a União. “Não medimos esforços para sanar as dívidas do município e proporcionar que Piancó volte a viver uma era de desenvolvimento e melhoria da qualidade vida de nossa gente”, destacou o prefeito Daniel Galdino.

O Cauc é uma espécie de “SPC” das Prefeituras. A falta de quitação com determinadas obrigações e o não cumprimento com os convênios estabelecidos, fazem com que o município entre na lista de devedores e passe a ter restrições para firmar acordos, convênios e ter acesso a recursos do Governo Federal. Há três anos o município de Piancó figurava nessa lista.

“Isso, além de trazer prejuízos para nossa cidade, impedindo que algumas obras e projetos custeados com recursos do Governo Federal pudessem ser executados em Piancó, também tinha um efeito negativo de reputação do nosso município. Está entre as prefeituras que não cumprem seus compromissos financeiros é algo vexatório para nossa cidade. Mas, graças a Deus e ao trabalho de nossa equipe, nossa gestão está conseguindo sanear nossas finanças”, atestou o prefeito.

Piancó saiu da lista de restrições do Cauc na última terça-feira (5), quando comprovou Adimplência Financeira em Empréstimos e Financiamentos , aplicação mínima de recursos em Saúde e outras exigências dos sistemas de convênios federais.

Blog do Gordinho

Fisco libera consulta sexta-feira ao 4º lote do IR e 18.359 contribuintes serão contemplados na PB

A Receita Federal liberar na sexta-feira (8) a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda 2017. Também estão no lote as restituições de 2008 a 2016 que haviam caído na malha fina e serão liberadas a partir das 9 horas da sexta-feira.

Na Paraíba, o crédito bancário para 18.359 contribuintes será realizado no dia 15 de setembro, totalizando o valor de R$ 25.679.788,69.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://www.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências e então fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais) e 0800-729- 0001 (demais localidades) e 0800-729- 0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Clickpb

Curso de Jornalismo das FIP realiza Aula Magna com o jornalista Gilson Souto Maior

Foi realizada na noite (05), no Auditório Paulo Bonavides, às 19h, nas Faculdades Integradas de Patos (FIP). A Aula Magna de Jornalismo 2017.2 Que abordou o tema: o processo de evolução do Jornalismo na Paraíba.

O evento reuniu nas FIP estudantes, professores e profissionais da comunicação, em um debate sobre os aspectos históricos da imprensa paraibana.

As FIP convidou o jornalista, professor e escritor, Gilson Souto Maior. Ele ministrou a palestra sobre a temática do evento e lançou o livro “História da TV na Paraíba”, de sua autoria. A obra faz um apanhado da trajetória da mídia televisiva no Estado, destacando emissoras e grandes nomes do telejornalismo.

Na palestra o professor Gilson, discorreu sobre o processo evolutivo da Comunicação da Paraíba nos campos, que ele atuou como; o Impresso, o Rádio e a TV, explicou os avanços que esses meios passaram ao longo dos anos, disse que os alunos de jornalismo de hoje têm muitas facilidades de atuação, haja vista, que as ferramentas da internet vieram somar para essa evolução dos meios de Comunicação.

O escritor destacou o contentamento de está dividindo os conhecimentos para a Faculdade. “É grande alegria de estar nesta Casa, na Universidade que é referência, no Curso que é referência nacional. Fico feliz em participar na Aula Magna, que abre o semestre letivo e, trazer também o trabalho sobre a história da TV paraibana e dos atores que fizeram esse processo”, pontou Maior.

Para o professor os Cursos de Comunicação tem dado uma grande contribuição para a formação de novos profissionais para diversas áreas do Jornalismo. Por fim, ele destacou o bom trabalho realizado pelas FIP, segundo ele, dignifica a cidade e a Instituição, formando bons profissionais.

O coordenador do curso de Jornalismo das FIP, professor Flaubert Paiva, avaliou como positiva à palestra do professor Gilson Souto Maior. “Ele trouxe para gente de forma muita lúcida e embasada, uma reflexão sobre o processo histórico da TV e do Rádio na Paraíba e, como devemos pensar criticamente esses dois meios de comunicação, porque, eles entram nas nossas casas e, trazem significativas parcelas do cotidiano”, afirmou Paiva.

A estudante de Jornalismo do 6º período Morgana Medeiros, classificou como muito importante a Aula Magna. “Foi de grande relevância participar da Aula Magna, pois o professor Gilson ampliou nossos conhecimentos, com sua vasta experiência, trabalhando nos meios de comunicação da Paraíba. Hoje ele abordou o processo de evolução do Jornalismo na Paraíba”, ratificou Medeiros.

Por fim, os alunos de Jornalismo interagiram fazendo perguntas pertinentes para o professor Gilson, que as respondeu de forma convincente. O Coordenador do Curso de Jornalismo agradeceu em nome da Instituição ao palestrante e aos demais presentes ao evento.

Entrevista com Gilson Souto Maior, ouça:

Entrevista com Flaubert Paiva, ouça:

Entrevista com Morgana Medeiros, ouça:

 

Jordan Bezerra

Agricultor é assassinado pela enteada no Vale do Piancó

Uma bebedeira, que já durava quatro dias, acabou com um morto, vítima de golpes de punhal, praticados pela enteada, identificada como Laura Aline dos Santos, na cidade de Conceição. O crime ocorreu no sítio Ladeira Vermelha, que fica a cerca de 3 quilômetros do centro da cidade. A vítima foi Francisco Alberto Leite, 32 anos.

De acordo com informações do sargento Everaldo, da 2ª Companhia de Polícia Militar, o casal bebia desde a última sexta-feira, quando foi iniciada uma discussão, originada por ciúmes. Revoltado, o homem quebrou uma garrafa na cabeça da mulher, identificada como Maria Cicera do Nascimento.

Ainda de acordo com informações do sargento Everaldo, ao perceber a briga e a mãe ferida, a filha pegou um punhal e efetuou três golpes contra a vítima, que saiu correndo e pediu socorro. Os golpes acertaram a barriga e as costas da vítima.

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu foi acionada e prestou os primeiros socorros à vítima no local. Em seguida, o homem foi socorrido para o hospital e Maternidade Caçula Leite, mas morreu ao dar entrada na unidade hospitalar.

A polícia militar saiu em diligências e conseguiu prender a acusada, em flagrante delito. Ela foi conduzida para a cadeia pública de Conceição, onde ficará à disposição da justiça.

Vale do Piancó Notícias

Sem solução, motoristas fecham a BR-101 e podem deixar a Paraíba sem combustível nesta quarta

Motoristas de caminhão que transportam combustível do centro de distribuição da Petrobras, no Porto de Cabedelo, para todo o Estado Paraíba, fecharam os dois sentidos da BR-101, em João Pessoa. Com o protesto, apenas os carros de passeios e ambulâncias estão conseguindo trafegar normalmente.

A categoria está reivindicando a aprovação do PL 528, da aposentadoria especial para motorista, além do corte no orçamento da PRF e a volta do centro de apoio ao caminhoneiro. Por conta disso, nós devemos ficar o dia inteiro por lá. Só vamos sair às 17h por conta de possíveis assaltos na região”, afirmou.

Em agosto, a categoria fez um protesto semelhante na BR-101, porém como não conseguiu êxito, decidiram voltar a fechar as vias.

O Sindicato da categoria estima que 21 mil trabalhadores atuem diretamente na distribuição de combustível no estado. O sindicalista acredita que o reflexo da paralisação pode ser sentido a partir desta quarta-feira com a falta do produto nas bambas de combustíveis. “Só vamos retornar às nossas atividades quando no demanda (melhores condições de trabalho) for atendida”, declarou.

Ontem a presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Timóteo, acusou a empresa TECAB – responsável pela mistura do álcool anidro com a gasolina – de ter criado o problema e pediu que o Ministério Público e Agência Nacional do Petróleo (ANP) investiguem a denúncia dos caminhoneiros, entre as quais, a diferença no aferimento entre o Porto de Suape e a TECAB.

paraiba.com.br

Produtor rural espera colher cinco toneladas de melancia, no Vale do Piancó

É numa área de pouco mais de um hectare que o produtor rural Severino Casca tem um cultivo de melancia. A opção se deu pela simplicidade da cultura e barata para ser mantida. Um bom solo, a tecnologia e o manejo correto veem ajudando o produtor rural, Severino Casca na produção de melancia.

Ao todo o produtor espera colher cerca de 5 toneladas de melancia em uma pequena área plantada no sítio Cabaças dos Xavier, na zona rural de Conceição. Cada fruta é vendida, atualmente no mercado do atacado, por cerca 7 reais, pesando em média 10 quilogramas.

A melancia do agricultor é vendida nas cidades de Conceição, Bonito de Santa Fé e até Cajazeiras e Sousa.

Severino Casca explicou ao VPNRural, que a melancia é uma cultura muito rápida. Do plantio até a colheita são apenas 60 dias

Além de melancia, Severino Casca tem outras lavouras e vem gerando renda para 10 famílias.

Vale do Piancó Notícias

Azevêdo diz que PMDB é bem-vindo, mas PSB não abre mão de encabeçar chapa

O pré-candidato a governador da Paraíba pelo PSB, João Azevêdo, durante entrevista ao programa radiofônico do jornalista Tony Show, ao comentar uma possível aliança com o PMDB, disse que o partido socialista não abre mão de ser o cabeça da chapa para as eleições do ano que vem, em nome do projeto.

“O PMDB será muito bem-vindo para ser companheiro de chapa. O partido, o PSB, nunca colocou isso de que poderia negociar a cabeça de chapa, negociar o projeto”, comentou.

Segundo Azevêdo, o PSB apresenta a oportunidade da continuação de um projeto que ele considera ter feito a Paraíba crescer.

“É a possibilidade da continuidade de um projeto, da evolução desse processo. Considerando que a Paraíba hoje está dotada de toda uma infraestrutura, é possível sim a gente fazer a promoção do desenvolvimento nas diversas regiões do estado”, concluiu.

Wscom

Botijão de gás de cozinha ficará mais caro 12,2% a partir desta quarta-feira

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (5), no Rio de Janeiro, reajuste de 12,2% para o gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, o chamado gás de cozinha, vendido em botijões de até 13 quilos. O aumento foi decidido pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da empresa e começa a vigorar a partir desta quarta-feira (6). De acordo com o Sindicato de Revendedores de Gás na Paraíba, ainda não é possível saber quanto ficará o preço médio do gás de cozinha no estado.

Segundo a Petrobras, o Gemp considerou para efeito de ajustes nos preços do gás para uso residencial o cenário externo de estoques baixos, além dos reflexos de eventos climáticos, como o furacão Harvey, na maior região exportadora mundial do produto, que é a cidade de Houston, no Texas, Estados Unidos, cujos terminais permanecem fora de operação, o que afeta o mercado internacional. Com a menor disponibilidade de gás, os mercados consumidores, inclusive o brasileiro, sofreram aumento de preço.

A estatal afirmou, entretanto, que o reajuste aplicado “não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional”. O Gemp fará nova avaliação do comportamento do mercado no próximo dia 21.

A Petrobras destacou que o reajuste previsto foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a empresa indicou que “o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 4,2% ou cerca de R$ 2,44 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”.

A Petrobras reajustou também os preços de venda às distribuidoras do GLP destinado aos usos industrial e comercial. O aumento médio de 2,5% entra em vigor nesta quarta-feira (6).

Sindigás distribui nota

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) estimou que o reajuste para o gás residencial ficará entre 11,3% e 13,2%, de acordo com o polo de suprimento.

Como o aumento não repassa de forma integral a variação de preços do mercado internacional, a entidade calculou que o preço do produto destinado a embalagens até 13 quilos ficará 16,56% abaixo da paridade de importação. Segundo o Sindigás, isso inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento.

Em relação ao reajuste nos preços do gás industrial, para embalagens acima de 13 quilos, o Sindigás indicou que a variação será entre 2,4% a 2,6%, dependendo do polo de suprimento.

O sindicato externou preocupação com o reajuste para o gás industrial, porque “afasta ainda mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional, impactando justamente setores que precisam reduzir custos”.

De acordo com o Sindigás, esse aumento levará o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 quilos a ficar 39,94% acima da paridade de importação.

PortalCorreio com Agência Brasil