Suélio Félix renuncia à Presidência do Nacional Atlético Clube
Suélio Félix agora é ex-presidente do Nacional Atlético Clube. A renúncia ao cargo foi anunciada na noite desta segunda-feira, dia 13 de maio, em coletiva de imprensa. Suélio assumiu a presidência do clube em 25/10/2022 para o triênio 2023–2025.
Em sua despedida, Suélio Félix relatou que sua saída se deu por questões financeiras. Segundo o ex-presidente, ele investiu em torno de 3 milhões de reais, incluindo pagamentos de salários de atletas e funcionários, pagamento de rescisões contratuais, além de investimentos na base e na sede do clube. Suélio afirmou que gastou do próprio bolso cerca de 250 mil reais nos apartamentos de alojamento dos atletas.
Ainda conforme Suélio, houve tentativas de firmar parcerias com grandes empresários da cidade de Patos, mas não houve interesse por parte dos mesmos.
“A gente buscou muito, mas é difícil. Os empresários não querem nada com o futebol e não ajudaram”, relatou Suélio.
Pabhlo Rhuan, jornalista da Arapuan, esteve presente na coletiva e perguntou a Suélio sobre a notícia de que, desde dezembro do ano passado, ele não estaria mais à frente da direção do clube. Suélio informou que percebeu, ainda em dezembro, que não teria condições de seguir na temporada de 2024, mas que foi forçado a continuar.
“Desde dezembro, eu senti que não estava em condições de manter o Nacional. O pessoal me forçou a participar desse estadual, e eu falei que não tinha condições. Não é bom conduzir um time como o Nacional sem uma condição financeira compatível”, disse Suélio.
Em uma análise sobre a situação do Nacional, o jornalista Pabhlo Rhuan afirmou que o problema vai além do financeiro.
“Estive acompanhando a coletiva e a despedida de Suélio, e ficou claro que o problema não é só financeiro. O próprio Suélio relatou que o clube arrecada um valor x e gasta muito além disso. Não dá para todo mês tirar do bolso para cobrir esse furo. Mas o problema também é administrativo. Acredito que é necessário ajustar muitas coisas para que o dinheiro possa, pelo menos, empatar as contas”, disse Pabhlo.
Com a saída de Suélio Félix, quem assume é o presidente do Conselho Deliberativo, Flávio dos Santos Silva, que terá três meses para realizar uma eleição para um novo presidente. Nossa equipe recebeu informações de que já há alguns candidatos interessados em assumir a vaga.
Fonte: Paraíba em Dia
Deputado George Morais assume a Liderança da Oposição na ALPB
O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Sargento Neto (PL), protocolou nesta segunda-feira (13) uma licença para se afastar do mandato e assumir o comando da Secretaria de Serviços Urbanos e Desenvolvimento Humano de Campina Grande.
Com o movimento de Neto, que passa a integrar oficialmente o time de auxiliares do prefeito Bruno Cunha Lima, outros dois também acontecem na Casa de Epitácio. O primeiro fica com a troca de lideranças, onde quem assume o lugar é o deputado estadual do União Brasil, George Morais.
Além disso, a dança das cadeiras na Assembleia Legislativa trouxe uma outra mudança, com a ascensão do suplente do PL, Sargento Rui, que agora assume a titularidade do mandato.
Mudança de líder e de postura
Durante entrevista ao programa 60 Minutos, do Sistema Arapuan de Comunicação, o deputado estadual George Morais prometeu usar de um expediente duro contra a bancada governista. Como primeira ação, o deputado prometeu protocolar uma ação no Ministério Público da Paraíba (MPPB) para anular o requerimento que transforma em convite a convocação do secretário de Estado da Educação, Roberto Souza.
Paraiba.com.br
Promulgada lei que proibe fogos de artifício com estampido na Paraíba
Foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos) a lei que proíbe a fabricação, a comercialização, a guarda, o transporte e a utilização de fogos de artifício que produzam poluição sonora em todo o território da Paraíba.
O ClickPB apurou que a promulgação da lei consta na edição desta terça-feira (14) do Diário Oficial do Estado (DOE).
O projeto que originou a lei 13.235/2024 é de autoria da deputada Doutora Paula (Progressistas) e do deputado Professor Franscisco (Rede).
A lei abrange recintos fechados e ambientes abertos, envolvendo áreas públicas e privadas. A lei considera comofogos de artifício bombas,morteiros, morteirinhos de jardim, foguetes com ou sem flecha, busca-pés, serpentes voadoras, rojões com ou sem flecha, rojões com ou sem vara, sinalizadores.
Regras para uso de fogos sem estampido
Ainda na mesma lei constam regras para o uso de fogos de artifício sem estampido. Fica proibida a queima e soltura de fogos de artifício sem efeito sonoro, segundo a lei:
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a partir de porta, janela ou terraço das edificações residenciais ou comerciais;
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à distância inferior a 1.000 (um mil) metros:
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de hospitais de atendimento a humanos ou a animais;
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de casas e/ou clínicas de saúde humana ou animal;
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de asilos (ou instituição de longa permanência de idosos) e/ou abrigos para crianças;
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de hotéis, abrigos (gatis e/ou canis públicos ou privados) de animais e/ou entidades
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de proteção animal;
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de casas de repouso;
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de presídios
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de quartéis;
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de postos de serviços e de abastecimentos de veículos;
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de depósitos de inflamáveis e/ou explosivos;
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de área de preservação permanente (APP) e de reserva legal entendidas como tal na forma prevista, respectivamente, pelos incisos II e III do art. 3° da Lei n° 12.651/12;
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de qualquer Bioma Mata Atlântica, compreendido como tal as espécies definidas pelo art. 2° da Lei n.° 11.428/06 e detalhadas pelo art. 1° do Decreto n.° 6.660/08;
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de qualquer Bioma Caatinga, abrangendo a unidade biótica com seus limites fixados no mapa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE);
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de toda unidade de conservação na forma estabelecida pela Lei n° 9.985/00, quer se trate de Unidade de Proteção Integral (UPI) e respectivas categorias, quer diga respeito à Unidade de Uso Sustentável (UUS) e correlatas categorias.
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em eventos realizados com animais;
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em locais fechados.







