49 milhões de pessoas vivem sem esgoto adequado no Brasil, aponta Censo
O Brasil tinha, em 2022, 49 milhões de pessoas vivendo em lares sem descarte adequado de esgoto, apontam dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (23).
Esse número equivale a 24% da população brasileira. Entre os pretos e pardos – grupos que compõem pouco mais da metade da população brasileira – o percentual sobe para 68,6%. Veja:
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Pardos são 45,3% da população brasileira, e 58,1% dos sem esgoto adequado
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Brancos são 43,5% da população brasileira, e 29,5% dos sem esgoto adequado
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Pretos são 10,2% da população brasileira, e 10,4% dos sem esgoto adequado
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Indígenas são 0,8% da população brasileira, e 1,7% dos sem esgoto adequado
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Amarelos são 0,4% da população brasileira, e 0,1% dos sem esgoto adequado
São considerados descarte adequado o esgoto que via para as redes públicas de coleta (geral ou pluvial) ou para fossas sépticas ou com filtro, ainda que depois de passar por esses equipamentos não sejam destinados para essas redes.
As outras formas – uso de fossa rudimentar ou buraco, descarte direto em rios ou no mar, por exemplo, são consideradas inadequadas pelo Plano Nacional de Saneamento Básico.
Nas últimas duas décadas, a fatia da população sem coleta de esgoto adequado caiu. Em 2010, eram 36% e em 2000, 41%.
Paraiba.com.br
Desembargadora Maria das Graças lança ‘História da Comarca de Patos’ em março no Fórum Miguel Sátiro
A história da Comarca de Patos, município conhecido como ‘Capital do Sertão’, é a 11ª edição da Coletânea ‘História das Comarcas Paraibanas’, e tem como autora a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, vice-presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba. O lançamento está marcado para o dia 19 de março, no prédio do Fórum Miguel Sátiro. A obra tem como coautores Damião de Lucena, Flávio Sátiro Fernandes e José Ozildo dos Santos. A coordenação do livro é do juiz Aluízio Bezerra Filho e a editoração de Martinho Sampaio.
‘História da Comarca de Patos’ enfatiza e traz elementos históricos ao expressar a cronologia do tempo da comarca, desde a sua criação, todos(as) juízes(as) que passaram pela unidade judicial e os(as) atuais, a parte da evolução jurisdicional e administrativa até os dias de hoje, com o avanço da tecnologia.
No prefácio, a autora revela a virtude e as vinculações com a comarca. A desembargadora destaca a alegria e comprometimento para colaborar no sentido de pesquisar e escrever sobre a sua história, ressaltando que, em 1955, aos cinco anos de idade, “recebi o sacramento do batismo na Catedral de Nossa Senhora da Guia, na cidade de Patos, marcando uma afinidade que perdura ao tempo de minha existência”.
A passagem pela Comarca de Patos possibilitou à autora realizar alguns empreendimentos na sua estrutura administrativa e jurisdicional, que ganharam contornos de relevância por melhorar o atendimento e a vida daqueles que litigam e atuam no âmbito da Justiça, quais sejam: a instalação e inauguração do Juizado Especial de Pequenas Causas, conquista que ampliou e diversificou a prestação jurisdicional na Comarca, na gestão do então presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Evandro de Sousa Neves.
O juiz auxiliar da Presidência, Ely Jorge Trindade, disse que a comarca de Patos está de parabéns, assim como a sociedade patoense em geral. “A desembargadora Graça tem uma identificação de vida e de trabalho com a Comarca de Patos. Nesse livro ela consegue expressar de forma genuína os valores, as virtudes e a grandeza dessa Comarca para a qual ela contribuiu como juíza, desembargadora e como vice-presidente do Tribunal, oportunidade em que pode envidar os máximos esforços que vieram concretizar a elevação da comarca de Patos para terceira entrância”, afirmou.
A obra destaca, ainda, os operadores do Direito que contribuíram para o crescimento da comarca, com os serviços judiciários, os(as) juízes(as), promotores(as) de Justiça, defensores públicos, advogados(as) e serventuários(as), mencionadas nos períodos de suas atuações funcionais ao longo da existência da comarca.
Narra com precisão a comarca como um marco do Poder Judiciário em mais uma cidade sertaneja, de terceira entrância.










