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Prefeito de Mataraca corta salários, gratificações, diárias e demite contratados por crise no FPM e fechamento de mineradora

O prefeito de Mataraca, Egberto Madruga, assinou o Decreto nº 45/2023, no qual reduz salários dele, do vice-prefeito e de secretários e demite prestadores de serviço. No decreto também constam cortes de 50% nos gastos com secretarias, suspensão de gratificações, férias, diárias, contratações de serviços e outras medidas.

Na justificativa para os cortes, o prefeito destacou a perda de ICMS com o fechamento da mineradora Tronox/Millenium que, segundo ele, compromete o município de Mataraca com a perda de “sua maior fonte de receita, provocando por si só, um desequilíbrio nas contas públicas municipais”. Pontuou também as “sucessivas reduções nos repasses do FPM [Fundo de Participação dos Municípios]”.

O Art. 1º dispõe que “fica reduzido em 20% (vinte por cento) o subsídio do Prefeito, Vice Prefeito e dos Secretários Municipais do município de Mataraca”.

As contratações ficam suspensas, de acordo com o Art. 3º, com exceção dos casos de “excepcional interesse público, comprovadamente reconhecido”.

Também foram suspensas as horas extras, cessão de servidores, licenças, concessão de indenizações, viagens, eventos e passagens aéreas.

Clickpb

Polícia Militar apreende motocicleta adulterada em rodovia entre Desterro e Teixeira

Na noite desta quinta-feira (05/10), a Polícia Militar, através da 4ª CPTRAN, durante fiscalização na rodovia PB238, apreendeu uma motocicleta Honda CG 125 de cor prata.

O fato ocorreu quando os policiais avistaram o veiculo portando uma placa artesanal e sendo conduzida por um adolescente. Que foi realizada a abordagem e constatado que: os sinais identificadores do veículo estavam suprimidos; o condutor era menor de idade; e os dados da placa ostentada pertencia à outra motocicleta.

Diante do ocorrido, foi localizado o possuidor e a situação encaminhada à delegacia de polícia civil em Teixeira-PB.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional da 4ªCPTran

3º BPM promove ciclo de palestras com foco na melhoria da qualidade de vida do policial militar

O comando do 3ºBPM, iniciou na manhã desta sexta-feira, 06, o ciclo palestras que será realizado para o efetivo da unidade e que tem por propósito apresentar possibilidades e informações que possam provocar melhorias na qualidade de vida do policial militar.

A sequência de palestras foi iniciada pela exposição realizada pelo renomado nutrólogo, Dr. Rafael Nóbrega e teve como tema “Emagrecimento Saudável, entendendo o processo.”

SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E MARKETING INSTITUCIONAL DO 3º BPM

Desertificação avança e conselheiro do TCE critica ausência de iniciativas políticas para recuperar áreas na Paraíba

Enfrentar a desertificação com políticas públicas que ajudem a região do semiárido e ao bioma caatinga na Paraíba foi o tema tratado pelo conselheiro Tribunal de Contas do Estado (TCE), Fernando Catão, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta sexta-feira (6). Ele criticou a falta de atenção dos políticos sobre as ações de combate à desertificação.

“Precisamos de atenção dos nossos políticos com esse tema tão grave. Quantos programas, ações, projetos ou legislação foram pautados nessa temática da desertificação”, criticou como acompanhou o ClickPB.

Ele destacou que o estado é referência regional na produção de energia considerada ‘sustentável’ como a energia solar, no entanto, esquece que o avanço da desertificação também é influenciado pelas instalações dos parques de energia desse segmento, e cita os municípios atingidos com áreas desmatadas na implantação de usinas fotovoltaica, a exemplo de Santa Luzia, Malta e Coremas. Já os municípios de Congo, Picuí, Brejo do Cruz e Boa Vista, sofrem com área degradada pela atividade de mineração.

“Estamos exportando energia e temos capacidade de produzir ainda muito mais e por que não ficar uma parte dessa energia como insumo energético gratuito para combater essa desertificação”, sugeriu o conselheiro.

Um relatório de auditoria do TCE revelou o cenário de desertificação compreendido entre os exercícios de 2015 a 2022. A constatação do conselheiro Fernando Catão, relator do processo, é a de que a política estadual de combate à desertificação não tem sido implementada. De acordo com esse relatório, os auditores constataram que somente 18% dos municípios paraibanos (23 no total) consultados mantêm algum tipo de iniciativa para recuperar áreas devastadas.

Clickpb

O radiotelescópio que está sendo construído na Paraíba para ajudar a desvendar mistérios da energia escura no Universo

Antes de surgirem as estrelas e os planetas, os buracos negros e as anãs brancas, e até mesmo antes dos primeiros átomos e raios de luz, o Universo já reverberava com algo surpreendente — o som.

O zumbido primordial do Universo viajava a mais da metade da velocidade da luz, atravessando o plasma superaquecido de fótons, bárions e matéria escura. Ele surgiu de um cabo de guerra entre as poderosas forças fundamentais, que geravam ondas sonoras naquela sopa de partículas eletricamente carregada.

Quando o Universo tinha “apenas” algumas centenas de milhares de anos, o plasma desapareceu como o nevoeiro da manhã. E o Universo caiu rapidamente em silêncio profundo.

Mas ainda é possível captar ecos dessas primeiras ondas sonoras que se propagaram pelo Universo primordial, se soubermos onde procurar.

As oscilações criadas por essas ondas no plasma deixaram uma marca permanente na distribuição de matéria pelo Universo. E essas oscilações também fornecem aos astrônomos indicações sobre um dos mistérios mais profundos do nosso Universo atual: aquela força misteriosa conhecida como energia escura.

As ondas sonoras primordiais — também conhecidas como oscilações acústicas de bárions (BAOs, na sigla em inglês) — foram formadas quando as partículas do Universo inicial começaram a se reunir, atraídas pela gravidade.

“A força gravitacional da matéria escura nos primórdios do Universo criou ‘poços de potencial’, que atraíam o plasma para o seu interior”, segundo a física brasileira Larissa Santos, professora do Centro de Gravitação e Cosmologia da Universidade de Yangzhou, na China.

Mas o plasma era tão quente que também criava outra força, na direção oposta. “Os fótons criavam pressão de radiação que lutava contra a gravidade e empurrava tudo de volta para o lado externo. Esta luta criava oscilações acústicas — ondas sonoras”, explica a professora.

As BAOs irrompiam de incontáveis poços de potencial, formando esferas concêntricas de energia sonora em expansão. Elas se entrecruzavam, esculpindo o plasma em padrões de interferência tridimensionais complexos e deslumbrantes.

Se houvesse seres humanos vivendo na época das “oscilações acústicas de bárions” (BAOs), eles não teriam ouvido nenhum ruído. Os sons estavam cerca de 47 oitavas abaixo da primeira nota do piano. Seus comprimentos de onda eram gigantescos — cerca de 450 mil anos-luz.

Esses estrondos inaudíveis e incrivelmente profundos viajavam através de um meio incapaz de ser penetrado, até pelos nossos telescópios mais poderosos.

Em busca de ‘registros fósseis’
Quando mais profundamente olhamos para o Universo, mais retornamos na sua história. Isso se deve ao tempo que a luz leva para chegar até nós.

Mas só conseguimos ver tão longe porque as cargas elétricas dos prótons e elétrons liberados naqueles primeiros estágios de vida do Universo espalhavam e difundiam a luz, criando um brilho aleatório impenetrável.

Enquanto isso, as BAOs criaram padrões nesse meio que oscilavam para o lado externo. Por isso, podemos observar suas evidências no Universo atual.

O Telescópio Espacial Planck, da Agência Espacial Europeia, conseguiu captar ecos de BAOs dos primórdios do Universo, que os cientistas traduziram para frequências audíveis.

O zumbido é composto de um tom baixo com sobretons mais altos. Ele foi processado para produzir um arquivo sonoro com ruídos intensos, que podem ser ouvidos por seres humanos.

Quando atingiu cerca de 379 mil anos de idade, o Universo se resfriou o suficiente para que os prótons e elétrons se emparelhassem, formando os primeiros átomos de hidrogênio neutros. O plasma então desapareceu, o que deixou o Universo subitamente transparente e permitiu a transmissão da luz.

Ao mesmo tempo, a batalha entre a radiação e a gravitação chegou ao fim. As BAOs cessaram e o Universo entrou em silêncio.

Um jato de energia luminosa começou então a se espalhar pelo Universo. Ele era tão poderoso que ressoa até hoje pelos radiotelescópios, atraindo os físicos como um sinal da radiação cósmica de fundo em micro-ondas (CMB, na sigla em inglês), 13 bilhões de anos depois.

A CMB é o registro visual mais antigo e detalhado dos primórdios do Universo. Ela oferece aos cientistas um “registro fóssil” dos primeiros sons do cosmos.

“Nós vemos [os sons] impressos na radiação cósmica de fundo em micro-ondas e também na estrutura do Universo em larga escala”, segundo Santos. A física brasileira participa de um novo projeto de radiotelescópio internacional para analisar os ecos modernos daquela canção antiga.

“Sua assinatura é encontrada na quantidade levemente excessiva de pares de galáxias que são separadas em uma escala fixa de 150 Megaparsecs – cerca de 500 milhões de anos-luz”, explica a professora.

Projeto em construção na Paraíba

As assinaturas de BAO não são apenas indicações de como seriam os primeiros sons do Universo. Elas também servem de padrão para medir os efeitos de outro fenômeno invisível: a energia escura.

A energia escura faz o Universo se expandir. Seus efeitos estão em toda parte, mas sua natureza é desconhecida.

O estudo da escala das assinaturas de BAO a diferentes distâncias da Terra conta como os efeitos da energia escura alteraram a história do Universo.

“Chamamos de régua padrão”, afirma Santos. “Temos esta escala fixa. Pelas suas variações aparentes, podemos saber como o Universo evoluiu ao longo do tempo.”

Larissa Santos faz parte do projeto internacional responsável pelo radiotelescópio Bingo, atualmente em construção na Paraíba. Bingo é a sigla em inglês de “BAOs de Observações Integradas de Gás Neutro”.

O radiotelescópio será sintonizado com as assinaturas de radiação características do hidrogênio — o átomo mais simples, mais antigo e mais abundante do Universo.

Os átomos de hidrogênio liberam radiação com comprimento de onda de 21 centímetros. Este comprimento é invisível para o olho humano, mas pode ser detectado pelo radiotelescópio.

A energia escura “estica” a radiação das nuvens de hidrogênio mais distantes. Com isso, o comprimento de onda observado aqui na Terra aumenta. Quanto maior a distância, maior o comprimento de onda.

“Você escolhe a frequência do radiotelescópio de acordo com a época do Universo que você quer medir”, explica Santos.

O radiotelescópio Bingo foi projetado para mapear a distribuição do hidrogênio entre um bilhão e quatro bilhões de anos-luz atrás — o que é relativamente próximo, na escala cósmica de tempo e espaço.

Os dois enormes espelhos parabólicos do Bingo refletem essa radiação primordial sobre um conjunto de 50 detectores de ondas dirigidas, conhecidos como “cornetas”.

A base móvel do telescópio é o planeta onde ele está sendo construído. A rotação da Terra movimenta o equipamento sob as estrelas, varrendo uma área do céu de 15 por 200 graus.

Usando cálculos estatísticos complexos, a professora Larissa Santos irá analisar os dados para localizar milhões de galáxias, examinando as distâncias relativas entre elas. Com isso, será possível estudar com mais profundidade como a energia escura afetou os padrões de BAOs naquela época.

“O Bingo irá examinar o Universo posterior, depois que a energia escura dominou a expansão. É um grande complemento para outros experimentos”, segundo ela. E muitos desses outros experimentos já começaram ou estão planejados.

Abordagem ‘gananciosa’

“O mapeamento da intensidade de hidrogênio, em princípio, pode medir qualquer coisa no Universo entre os dias atuais e a CMB. É um imenso volume a ser explorado”, afirma a professora de física Cynthia Chiang, que estuda a densidade do hidrogênio na Universidade McGill em Montreal, no Canadá.

“O Bingo e outros experimentos similares procuram os gases que ficam dentro das galáxias. Eles são um marcador de onde está a matéria”, explica a professora.

Os instrumentos sintonizados em regiões relativamente próximas são do interesse de Chiang, mas ela também deseja obter respostas sobre o restante da história cósmica.

“Minha abordagem é muito gananciosa”, afirma Chiang, rindo. “Estou organizando um experimento sintonizado em frequências correspondentes à ‘Idade das Trevas’.”

“Este é o período imediatamente seguinte à formação das micro-ondas de fundo. Nunca tivemos acesso à cosmologia daquele período porque é muito, muito difícil”, segundo a professora.

Entre a “superfície da última dispersão” (quando o plasma bariônico deu lugar à CMB) e a “madrugada cósmica” (quando brilhou a luz da primeira estrela), existe um intervalo de 250 a 350 milhões de anos. As BAOs deixaram nuvens de hidrogênio agrupadas em finas estrias, como as ondas do mar em refluxo, que deixam ondulações na areia.

Antes que Chiang possa ter acesso à radiação de 21 cm daquela época, ela precisa projetar experimentos para excluir os sinais mais recentes da nossa própria galáxia, que podem mascarar os dados mais antigos.

“Este primeiro experimento ainda não irá chegar à cosmologia”, explica ela. “O objetivo é mapear as emissões da Via Láctea nessas frequências em resolução muito alta, para podermos conhecer a aparência do céu na primeira passagem. Depois, esperamos poder subtrair aquilo e chegar à cosmologia.”

“Como o nome indica, na Idade das Trevas, o Universo era um lugar muito escuro e monótono”, prossegue a professora. “Ali, o sinal que você recebe é uma emissão de 21 cm quase uniforme daquela parede de hidrogênio.”

“Mas existem flutuações sutis de brilho que correspondem às densidades mais altas e mais baixas. Você consegue minúsculos pontos frios e quentes.”

Para a professora, a CMB é como uma fotografia estática que captura, em detalhes impressionantes, um momento fundamental da evolução cósmica. Mas o mapeamento da densidade do hidrogênio na Idade das Trevas também capturaria centenas de milhões de anos imediatamente posteriores.

“Você consegue sondar um volume tridimensional”, explica Chiang. “Se você conseguir medir o mesmo tipo de informação da CMB, mas refletido sobre hidrogênio, você consegue muito mais dados e, potencialmente, pode restringir ainda mais os parâmetros cosmológicos.”

“Se chegarmos lá, será maravilhoso. Mas é um caminho muito, muito longo.”

A inflação cósmica

Os experimentos planejados por Cynthia Chiang e o telescópio Bingo somam-se a um conjunto cada vez maior de instrumentos de observação inovadores que pretendem desvendar a história das BAOs, a estrutura do Universo em larga escala e a energia escura invisível que separa as galáxias.

“Quando medimos o céu, medimos tudo”, explica Larissa Santos. “A CMB, o hidrogênio neutro, as fontes das galáxias, todo este tipo de coisas. Precisamos conseguir reconhecer o que é um sinal cosmológico e o que é outra coisa qualquer.”

Santos também espera que as BAOs revelem ainda mais sobre o passado do Universo, perfurando a parede de plasma com 379 mil anos de espessura para fornecer dados sobre a fração de segundo anterior – a “era inflacionária” do Universo. Afinal, a maioria dos cosmólogos acredita que, naquela era, o espaço tenha se expandido com velocidade maior que a da luz.

A inflação cósmica é uma teoria amplamente aceita sobre a evolução do Universo do seu estado original minúsculo, quente e denso, até se tornar o cosmos que vemos hoje em dia.

Esta teoria passou por muitos modelos, variações e simulações. Ela oferece muitas previsões consistentes que foram testadas e verificadas, embora não haja evidências diretas a respeito.

“Muitas teorias inflacionárias já foram descartadas pelas nossas observações”, segundo Santos. “Com as medições que queremos ver, podemos determinar quais teorias se adaptam melhor às medições antes de seguir adiante.”

As oscilações acústicas de bárions existiram apenas por algumas centenas de milhares de anos. Mas elas ajudaram a criar a história do Universo invisível do começo ao fim.

Agora, elas ajudam os cientistas a contar essa história.

G1PB com BBC

Presidente do TCE desmente tese de prefeitos da PB e diz que repasse do FPM não diminuiu

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) não diminuiu, foram as prefeituras da Paraíba que aumentaram seus gastos. A avaliação é do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Nominando Diniz, durante entrevista ao programa F5, da Rádio Pop FM, nesta sexta-feira (6).

De acordo com o chefe da Corte, as prefeituras estão apresentando o dobro de gastos da arrecadação via FPM.

“As estatísticas mostram que o FPM não está abaixo do que vinha sendo praticado no ano passado. Agora, o acréscimo foi apenas 3%, já a despesa cresceu 6%. Significa dizer que no balanço final a despesa suplantou a receita no dobro, e evidentemente há um desequilíbrio. A administração pública não fabrica dinheiro, então quando você não tem uma receita que compense a despesa, você tem que cortar”, afirmou Nominando.

O presidente do TCE também fez uma explanação citando a Lei de Responsabilidade Fiscal, e deixou claro o que deve ser feito: gastar menos.

“A Lei de Responsabilidade explica como fazer: você tem o cronograma mensal de desembolso, que é a despesa, e as metas bimestrais de arrecadação, que é a receita. Se isso não comporta, o artigo 9 explica como fazer, que é reduzindo empenhos. E reduzir empenhos é não fazer mais despesas”, disse.

Fonte: Paraíba Já

Ministro projeta Patos como futuro centro regional da Azul e prevê voo direto para SP

O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, autorizou, na manhã desta sexta-feira (06), as obras de reforma e adequação do Aeroporto de Patos, no Sertão da Paraíba. Durante o anúncio, Costa disse que a ampliação do terminal vai permitir voos diretos entre Patos e São Paulo e fazer com que a Morada do Sol seja um centro regional de voos da Azul Linhas Aéreas. Atualmente, os voos que decolam de Patos têm direção a Recife, capital de Pernambuco.

“É um investimento de R$ 35 milhões, sendo R$ 22 milhões do Governo Federal e o resto o governador João Azevêdo vai concluir o resto. Na hora que esse aeroporto estiver pronto, a Azul vai transformar Patos num centro da aviação regional do Nordeste, inclusive com voos entre Patos e São Paulo. O Sertão vai poder receber voos de São Paulo”, disse.

O ministro destacou que a ampliação do aeroporto vai proporcionar desenvolvimento econômico e social para os municípios sertanejos. “Teremos um novo terminal, uma pista qualificada, pista bem iluminada. Esse aeroporto vai ser fundamental para o desenvolvimento da região”, concluiu.

A solenidade contou ainda com as presenças do governador João Azevêdo (PSB), da senadora Daniella Ribeiro (PSD), do deputado federal Hugo Motta (Republicanos), da deputada estadual Francisca Motta (Republicanos) e do secretário de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Deusdete Queiroga.

MaisPB

Famup esclarece redução de 13,28% em valores da cota do FPM para o mês de outubro

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) emitiu nota, nesta sexta-feira (6), onde esclarece redução de valores da primeira cota do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para outubro. Segundo a entidade, o depósito nas contas das prefeituras paraibanas acontece na próxima terça-feira (10) no valor de 4,1 bilhões, sendo 13,28% menor que a mesma cota repassada em outubro de 2022.

De acordo com a Famup , não há como fazer comparações entre cotas de meses dentro do mesmo ano, outubro com setembro ou junho, por exemplo, pois o FPM é cíclico com meses de maior arrecadação e outros com menor valor arrecadado. Ainda destaca que não se pode fazer comparações de decêndios de meses anteriores, pois não existe consistência econômica entre os valores.

A Famup destaca ainda que, diante do atual cenário de dificuldades financeiras, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 136/2023 aprovado no Senado, mediante uma mobilização nacional dos municípios, com apoio e participação da Federação paraibana, servirá para equiparar FPM de 2023 com o de 2022.

Wscom

Enem 2023: conheça os temas das redações de edições anteriores

A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aborda, a cada ano, temas de ordem social, científica, cultural ou política. A prova de redação é a única parte discursiva do exame, que é composto basicamente por questões objetivas múltipla escolha. Na reta final para as provas, que serão aplicadas em todo o país nos dias 5 e 12 de novembro, a Agência Brasil reuniu todos os temas cobrados nas edições anteriores do Enem.

Na prova de redação, os estudantes precisam escrever um texto dissertativo-argumentativo. No texto devem defender um ponto de vista – uma opinião a respeito do tema proposto –, apoiada em argumentos consistentes, estruturados com coerência e coesão, formando uma unidade textual. Além disso, os candidatos precisam elaborar uma proposta de intervenção social para o problema apresentado no desenvolvimento do texto que respeite os direitos humanos.

O texto produzido é avaliado por, pelo menos, dois professores graduados em letras ou linguística, de forma independente, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Essa é a única prova que tem uma nota de zero a mil, Caso tire zero, o candidato é eliminado.

A cada ano, ao longo da história do Enem, o exame teve pelo menos dois temas de redação, um cobrado na aplicação regular e outro no Enem voltado para adultos privados de liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade, o chamado Enem PPL, aplicado em data posterior ao exame regular. Também fazem essa prova os estudantes que foram prejudicados por questões logísticas no dia do Enem regular.

Em alguns anos, no entanto, houve exceções. Em 2020, houve um terceiro tema. Era a primeira aplicação do Enem Digital, que teve uma prova diferente do Enem impresso. Em 2016, houve duas aplicações regulares devido a um amplo movimento de ocupação de escolas por estudantes em várias cidades do país. Entre os motivos do protesto estava o Novo Ensino Médio, que na época acabava de ser proposto por meio de medida provisória. As ocupações de alguns locais de prova impediram a realização das provas na data regular.

Em 2014, houve também três aplicações. Nesse ano, 31 candidatos de Pernambuco não conseguiram fazer o Enem regular por conta, principalmente, de falta de energia no local de prova. Eles fariam a reaplicação junto com Enem PPL, mas o caminhão dos Correios que transportava os cartões de resposta e as provas de redação para correção foi roubado na cidade do Rio de Janeiro, o que levou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a realizar uma terceira aplicação das provas, para eles.

Já em 2009, na primeira aplicação do chamado novo Enem, quando o exame passou a ter o formato atual e a servir de porta de entrada para o ensino superior, o Enem teve apenas um tema de redação, o da aplicação regular. Isso porque o Enem PPL começou a ser aplicado apenas em 2010.

Todas as provas e os gabaritos do Enem estão disponíveis na página no Inep.

Confira os temas de redação cobrados em todas as edições do Enem:
Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional (Enem regular)

Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana (Enem regular) e Ajuda humanitária (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2011: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado (Enem regular) e Cultura e mudança social (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI (Enem regular) e O grupo fortalece o indivíduo? (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil (Enem regular) e Cooperativismo como alternativa social (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil (Enem regular), O que o fenômeno social dos “rolezinhos” representa? (Enem PPL e reaplicação), Alternativas para a escassez de água no Brasil” (Terceira aplicação)

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira (Enem regular) e O histórico desafio de se valorizar o professor (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil (Enem regular primeira aplicação), Caminhos para combater o racismo no Brasil (Enem regular segunda aplicação) e Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos no Brasil (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil (Enem regular) e Consequências da busca padrões de beleza idealizados (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet (Enem regular) e Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil (Enem regular) e Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2020: O Estigma Associado às Doenças Mentais na Sociedade Brasileira (Enem impresso), O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil (Enem digital) e A falta de empatia nas relações sociais no Brasil (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2021: Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil (Enem regular) e Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil (Enem PPL e reaplicação)

Enem 2022: Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil (Enem regular) e Medidas para o enfrentamento da recorrência da insegurança alimentar no Brasil (Enem PPL e reaplicação)

Agência Brasil

Governador nomeia novo procurador-geral do Ministério Público de Contas

Foto: TCE-PB

O governador João Azevêdo nomeou Marcílio Toscano Franca Filho para ocupar o cargo de procurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado, por um mandato de dois anos. Ele foi o mais votado na lista tríplice encaminhada ao governador, que era composta ainda por Manoel Antonio dos Santos Neto e Luciano Andrade Farias.

Ele vai substituir o atual procurador geral junto à Corte, Bradson Tibério de Luna Camelo, cujo mandato será finalizado no mês de novembro deste ano.

o conselheiro Arnóbio Viana, decano do TCE-PB, fez a apuração dos votos e comunicou o resultado ao presidente, Nominando Diniz. Marcílio Toscano Franca Filho (sete votos), Manoel Antonio dos Santos Neto (seis votos), e Luciano Andrade Farias (seis votos).

MaisPB