Viva, São João! Por Misael Nóbrega de Sousa
VIVA, SÃO JOÃO!
Esta cidade arretada
Onde o sol o ano inteiro
Resolveu fazer morada
Pois aqui chega primeiro
Assim ficou batizada
Patos terra abençoada
Do Nordeste brasileiro.
No hino da cidade ecoa
Cantado por Amaury
“No mundo terra tão boa”
Não há melhor que aqui;
À beira de uma lagoa
Nascida numa canoa
De um Pega e um Panati.
Encravada no sertão
Banhada pelo “Pinharas”
Já foi centro do algodão
E também de pedras raras;
Hoje tem no seu São João
A fonte de inspiração
Do povo das Espinharas.
O turismo na verdade
É outro fator importante
A cruz da menina à tarde
Uma oração lhe garante;
Templo de benignidade
Santuário da cidade
De visitação constante.
Patos é uma cidade
De comércio altaneiro
Que faz dessa atividade
Um atributo certeiro;
Lugar de felicidade
Torrão de amabilidade
E de povo hospitaleiro.
E honrando essa tradição
No mês de junho aproveita
É quando a população
Fica toda satisfeita;
Colorindo o pavilhão
Dando vivas a São João
A cidade então se enfeita.
Misael Nóbrega de Sousa
São José do Bonfim realizou Evento Cultural Bonfim na Roça com sucesso
O município de São José do Bonfim encerrou nesse domingo dia 18 a programação do Evento Cultural Bonfim na Roça.
O evento que tem como objetivo resgatar as tradições juninas através das danças, músicas e comidas típicas e tudo que envolve a verdadeira cultura do São João nordestino.
O evento que foi realizado nos dias 12, 13, 15, 16 e 18 de Junho e teve como secretarias responsáveis por coordenar e executar a secretaria de educação, assistência social e cultura, teve 4 dias na zona rural do município nos polos das comunidades São Bento, Carnaúba dos Pires, Assentamento Tubarão e Mares, e na última sexta-feira dia 16 teve seu ponto alto com a apresentação no Centro de Eventos na Cidade, e mostrou que São José do Bonfim realmente respira cultura, pois seu povo sabe produzir e apresentar verdadeiros espetáculos de cultura e tradições.
O Prefeito Esaú Nóbrega falou da importância de todos envolvidos na organização, mais destacou a importância da educação como base de tudo, e disse que por isso o município continuará valorizando a educação e seus profissionais mesmo contra a vontade de alguns atores políticos que pensam contra e não valorizam a educação.
Ascom
Álcool no trânsito mata 1,2 brasileiro por hora, revela pesquisa
Marco na luta contra a violência no trânsito no Brasil, a Lei Seca completa 15 anos nesta segunda-feira (19). Para lembrar a data, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) divulgou dossiê sobre os acidentes provocados pelo uso de álcool no país. Os dados foram coletados do Ministério da Saúde.
O documento revela que 10.887 pessoas perderam a vida em decorrência da mistura de álcool com direção em 2021, o que dá uma média de 1,2 óbito por hora.
“Esse número é altíssimo se a gente considerar que as mortes atribuídas ao álcool por acidente de trânsito são completamente evitáveis. É só você não beber”, diz o psicólogo e pesquisador do Cisa, Kaê Leopoldo. Segundo o levantamento, cerca de 5,4% dos brasileiros relataram dirigir após beber, índice que tem apresentado estabilidade no país.
Apesar de alarmante, a taxa de mortes por 100 mil habitantes de 2021 foi 32% menor que a de 2010, quando a Lei Seca ainda tinha apenas dois anos. O número de mortos por ano caiu de sete para cinco por 100 mil habitantes no período.
Para Kaê, o número ainda é excessivamente alto, mas “a gente precisa entender que a tendência é de redução. Vem sempre existindo uma tendência de redução ao longo dos 10 anos analisados”, acentua.
Hospitalizações em alta
O total de hospitalizações cresceu 34% no período, passando de 27 para 36 internações a cada 100 mil habitantes. A pesquisa mostra, também, que esse crescimento foi puxado por acidentes com ciclistas e motociclistas, uma vez que caíram as hospitalizações de pessoas que estavam em veículos e de pedestres envolvidos em acidentes causados pelo consumo de álcool.
O pesquisador do Cisa opina que a expansão das hospitalizações envolvendo ciclistas e motociclistas pode estar relacionada ao aumento da frota no período.
“Principalmente na questão dos motociclistas, que representam um caso que merece atenção especial. Cresceu o total de motoboys e de entregadores. Eles passaram a trabalhar em horários que, às vezes, há outras pessoas dirigindo embriagadas [cujos veículos] podem [atingir] motoboys”, destaca Kaê.
Diferenças
Os números de óbitos e hospitalizações variam bastante de acordo com o estado. Enquanto Tocantins (11,8), Mato Grosso (11,5) e Piauí (9,3) registram mais de nove óbitos a cada 100 mil habitantes por acidentes motivados pelo consumo de álcool, Amapá (3,6), São Paulo (3,5), Acre (3,5), Amazonas (3,2), Distrito Federal (2,9) e Rio de Janeiro (1,6) não chegam nem a quatro óbitos por 100 mil habitantes.
Em relação a hospitalizações, elas podem variar de 85,2 a cada 100 mil pessoas, como no Piauí, até 11,8 a cada 100 mil no Amazonas. A diferença é de mais de sete vezes entre os dois estados. Para o pesquisador, é difícil entender essa diferença.
“Temos alguns indicativos como implementação de políticas públicas, fiscalização, densidade de blitzes, fatores culturais, frota de veículos e qualidade da frota e das estradas. Tudo isso entra no cálculo e afeta na diversidade dessas taxas de óbitos e hospitalizações”, argumenta.
A socióloga Mariana Thibes, coordenadora do Cisa, diz que as autoridades locais devem aumentar a fiscalização nas ruas e implementar campanhas de educação.
“A educação da população tem um importante papel na segurança viária e, em relação à fiscalização, sabemos que quando não há continuidade o impacto na redução de mortes viárias tende a diminuir, apesar da existência de leis”, opina.
Perfil das vítimas
O perfil das vítimas de acidentes envolvendo consumo de álcool é majoritariamente masculino. Isso porque 85% das hospitalizações envolvem homens, enquanto 89% das mortes causadas pelo álcool são de pessoas do sexo masculino. “Em relação à faixa etária, a população entre 18 e 34 anos de idade é a mais afetada”, informa o estudo.
O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool alerta que não há um volume seguro para ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir. Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Cisa, acentua que muitas pessoas acreditam que a pouca ingestão de álcool não interfere na capacidade de dirigir.
“Em pequenas quantidades, o álcool já é capaz de alterar os reflexos do condutor e, conforme a concentração de álcool no sangue, [ele] se eleva e aumenta também o risco de envolvimento em acidentes de trânsito graves, uma vez que provoca diminuição de atenção, falsa percepção de velocidade, aumento no tempo de reação, sonolência, redução de visão periférica e outras alterações neuromotoras”, finalizou.
Agência Brasil
Prefeita de Riachão, Da Luz assina ficha de filiação ao MDB e destaca fortalecimento da legenda na Paraíba
A Prefeita do município de Richão, Maria da Luz Lima, mais conhecida como Da Luz, assinou nesta sexta-feira (16) a ficha de filiação ao MDB. Da Luz revelou que, como pedagoga e amante pela história paraibana, sabe da importância e relevância para o estado de uma sigla como o MDB.
“Como pedagoga e especialista em educação e mestra em educação popular é muito honroso entrar num partido que tem tantos feitos pela educação neste estado. Além disso, ter um presidente estadual do partido como Veneziano é um privilégio. O povo riachãoense só tem a ganhar com a grande representatividade que tem o Senador, tanto a nível estadual como nacional. Além disso, Veneziano é um defensor nato da educação e do municipalismo”, disse a nova filiada.
O ato de filiação da Prefeita Da Luz foi realizado na sede estadual do MDB da Paraíba, em João Pessoa. Veneziano deu boas vindas à nova filiada, lembrando o legado do MDB no Estado, e destacou as qualidades que tornam Da Luz uma prefeita querida pelo povo. “Com muita alegria, recebendo a confirmação de filiação da prefeita de Riachão, Da Luz . O MDB continua se fortalecendo em nossa Paraíba! Vamos juntos”, disse.










