João Azevêdo transmite cargo para Lucas Ribeiro e viaja para China em busca de novos investimentos
O governador João Azevêdo transmitiu, nesta quarta-feira (12), o cargo para o vice-governador Lucas Ribeiro, que assume o cargo a partir desta quinta-feira (13) até o próximo dia 24. João Azevêdo se licencia do mandato para cumprir missão na China, onde irá buscar investimentos e apresentar os potenciais do estado.
Na ocasião, o chefe do Executivo estadual evidenciou o compromisso do vice-governador com a Paraíba e seu trabalho e compromisso com o Estado. “Lucas tem acompanhado as nossas agendas, sabe o que o estado está fazendo e irá continuar com o trabalho que está em andamento. Desejo a Lucas toda sorte nesse período e viajo com muita tranquilidade porque sei da responsabilidade e compromisso dele com a Paraíba”, frisou.
O vice-governador Lucas Ribeiro agradeceu ao governador João Azevêdo pela confiança e destacou que dará continuidade à agenda de visita e entrega de obras no estado. “Eu agradeço ao governador pela confiança. É uma honra poder estar à frente do estado e daremos continuidade a tudo que está sendo feito. O nosso estado está se desenvolvendo, continua no ritmo acelerado em obras e investimentos e estamos aqui torcendo e tendo a certeza de que essa viagem será muito produtiva e trará muitos frutos para o nosso estado”, afirmou.
Secom
Fim do programa de escolas cívico-militares deve afetar 6 unidades na Paraíba; veja lista
Seis escolas da Paraíba estavam na lista do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Com a decisão do governo federal de encerrar o programa, essas instituições devem sofrer alterações.
A decisão do governo federal foi informada aos secretários de Educação de todo o país por meio de um ofício, revelado pelo Estadão e obtido pelo g1.
Criado em 2019, o programa de escolas cívico-militares estipulava transformação de escolas públicas para o modelo cívico-militar. O formato propunha uma divisão das gestões administrativa e pedagógica das escolas, na qual a parte pedagógica continuava nas mãos de educadores civis, mas a gestão administrativa passava para os militares.
Na Paraíba, as seguintes escolas participavam do programa, conforme relação disponível no site do Pecim:
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2020 – João Pessoa – Municipal Caixa Escolar Chico Xavier
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2021 – Bayeux – Municipal EMEF Maria do Carmo da Silveira Lima
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2021 – Santa Rita – Municipal Escola Cívico-Militar Capitão Tomaz Panta
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2021 – Cabedelo – Municipal Escola Municipal Mª José de Miranda Burity
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2022 – João Pessoa – Municipal EMEIF Prof. Aníbal Moraes
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2022 – Patos – Municipal CIEP III – Dr. Firmino Ayres Leite e Ottto de Souza Quinho
De acordo com o documento, haverá:
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desmobilização do pessoal das Forças Armadas dos colégios;
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adoção gradual de medidas que possibilitem o encerramento do ano letivo dentro da normalidade.
O programa
Criado em setembro de 2019 por meio de um decreto, o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares começou a ser posto em prática no ano seguinte. Foi proposto com o objetivo de diminuir a evasão escolar e inibir casos de violência escolar a partir da disciplina militar.
O Pecim estabelecia uma cooperação entre MEC e Ministério da Defesa para dar apoio às escolas que optassem pelo novo modelo, bem como na preparação das equipes civis e militares que atuariam nessas instituições.
O programa descrevia que a parte pedagógica da escola permaneceria com os educadores civis, mas a gestão administrativa da instituição seria feita por militares.
Dentro da sala de aula, as escolas têm autonomia no projeto pedagógico. As aulas são dadas pelos professores da rede pública, que são servidores civis.
Fora da sala de aula, militares da reserva atuam como monitores, disciplinando o comportamento dos alunos. Eles não têm permissão para interferir no que é trabalhado em aula ou ministrar materiais próprios.
G1PB
Prefeitos e prefeitas se reúnem com bancada federal paraibana para discutir queda em repasses para municípios
A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), ao lado de prefeitos e prefeitas, se reúne com a bancada federal para discutir temas de interesse dos municípios e dividir preocupações sobre as constantes quedas de receitas que vem afetando diretamente o bom andamento das administrações municipais. O encontro acontece no próximo dia 24 de julho, às 9h, no Hotel Manaíra, em João Pessoa.
Entre os temas discutidos com os deputados federais e senadores presentes, estarão as constantes quedas de receitas como no Fundeb, no ICMS e nos repasses do Fundo de Participação de Municípios (FPM), reflexos ainda da política de desoneração (redução) dos impostos sobre os combustíveis, telecomunicações e energia, implantada pelo Governo Federal em junho de 2022.
Consta na pauta ainda a discussão sobre a PEC 25/22, que prevê a ampliação em 1,5 ponto percentual ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para que os municípios possam arcar com os custos do piso da enfermagem. “É preciso encontrar apoio a essa PEC para que os municípios possam garantir o pagamento dos enfermeiros, técnicos de enfermagem e parteiros”, disse o presidente da Famup, George Coelho.
De acordo com George, a reunião será uma oportunidade de debater com a bancada federal paraibana temas de interesse dos municípios, sobretudo no que diz respeito as constantes quedas de repasses. “Está a cada dia mais difícil manter os serviços essenciais nos nossos municípios. Vamos conversar com a nossa bancada e buscar apoio no Congresso para que possamos reverter a situação atual”, disse.
Wscom
Patoense precisa fazer cirurgia com urgência que custa R$ 20 mil; uma rifa foi criada para arrecadar doações
O senhor Antônio Marcos Ferreira (45), conhecido por Marcos da Eletrônica, residente no Bairro do Jatobá, município de Patos (PB), está precisando fazer uma cirurgia com urgência.
Ele está com problemas nos rins. No rim esquerdo existem vários cálculos, além da amilose e da delatação. O tamanho máximo das pedras é de 15,5 mm, não tendo como expirar, o procedimento é a cirurgia. O outro rim parou, o médico examinou e informou que iria colocar um dreno na tentativa do órgão voltar a funcionar. O médico sugeriu que a cirurgia deve ser feita no máximo em 90 dias e já passou 45 dias e não foi apurado do dinheiro para custear os procedimentos médicos.
O paciente corre risco de vida, ele toma entre quatro e cinco morfinas por dia, para aliviar as dores. Ele revelou que já fez cinco cirurgias e não conseguiu nenhum beneficio do INSS. Ele disse que vendeu a maioria dos seus bens para custear o seu tratamento.
Foi criada uma rifa solidária no valor de R$ 0,50 em prol da cirurgia que custa R$ 20 mil.
Veja a premiação:
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1º prêmio: R$ 4 mil;
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2º Prêmio: R$ 200;
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3º Prêmio: R$ 200;
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4º Prêmio: R$ 200;
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5º Prêmio: R$ 200;











