Convite de Missa de 30º Dia pela alma de Maria do Socorro Soares de Albuquerque
A Família de Maria do Socorro Soares de Albuquerque, conhecida popularmente por Dona Socorro de Beija, convidam parentes e amigos para a missa de 30º Dia pela sua alma que será celebrada no domingo, 30 de abril, às 8h, na Igreja Matriz de Santa Terezinha (PB).
Desde já, a família agradece a todos que comparecerem a este ato de solidariedade.
Entenda o que muda na Lei Maria da Penha em favor da vítima de violência doméstica
Uma nova mudança na Lei Maria da Penha foi sancionada pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira (20). A partir de agora, a medida protetiva à mulher passa a ser concedida de forma sumária.
O advogado criminalista e presidente da Associação Nacional da Advocacia Criminal (Anacrim-PB), Romulo Palitot, explica o que muda e o quanto essas alterações são importantes.
“Para o alcance de medidas protetivas de urgência, não se faz mais necessário o ajuizamento prévio de instauração de inquérito policial, registro de boletim de ocorrência ou de existência de ação penal ou cível e até mesmo independente da tipificação penal de violência. Basta que a mulher, ou seus dependentes, estejam em situação de riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral”, detalhou Romulo Palitot.
O presidente da Anacrim-PB lembrou que ao longo do tempo a Lei Maria da Penha vem sofrendo alterações que permitem mais rigor nas punições àqueles que praticam a violência contra mulher e também mais proteção às vítimas.
“Desde a entrada em vigor da Lei 11.340/2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha, que importantes alterações vêm ocorrendo, sempre buscando uma maior proteção à mulher. Há alguns dias tivemos a Lei Maria da Penha que passou a determinar que as Delegacias Especializadas de Violência Contra Mulher passem a funcionar por 24 horas, ininterruptamente, finais de semanas e feriados”, enfatizou Romulo Palitot.
As mudanças foram publicadas na edição de quinta-feira (20) do Diário Oficial da União e incluem, entre outros pontos, três novos incisos no Artigo 19 da lei, que trata das medidas protetivas de urgência.
Portal Correio
Ramonilson Alves emite Nota em razão de críticas sobre sua postura como oposição ao governo municipal em Patos
Nesta segunda-feira, dia 24 de abril de 2023, uma matéria divulgada na imprensa patoense trouxe o vereador Jamerson Ferreira (PSC) falando sobre a postura do advogado e ex-juiz de direito, Ramonilson Alves, que estaria sem exercer seu papel de oposição ao governo municipal atual, tendo em vista que o mesmo teria sido escolhido para cumprir este papel.
Jamerson ainda disse que os vereadores de oposição é que estão fazendo esse papel, e que o ex-juiz Ramonilson Alves deveria ser mais ativo como oposição.
Ramonilson Alves emite Nota
Em nota enviada ao portal de notícias Patosonline.com, o ex-juiz Ramonilson Alves disse que a respeito das matérias que citam o seu nome, seu pedido é apenas para registrar que ele reside na cidade de Patos, onde nasceu, cresceu, trabalhou no mercado público, e escolheu para viver com sua família.
Ainda na sua nota, Ramonilson acrescenta que, é também na cidade de Patos que ele trabalha no Escritório Ramonilson Alves Gomes & Advogados Associados, e ainda leciona como professor do Curso de Direito da UNIFIP.
“No mais, Bençãos de Deus sobre às famílias de Patos, do Sertão, da Paraíba e do Brasil. Paz, muita Paz do Nosso Senhor Jesus Cristo”.
Patosonline.com
Efraim sobe o tom contra invasões do MST: “Não há espaço para esse caos no país”
O senador Efraim Filho (União) subiu o tom criticou nesta segunda-feira (24), em publicação nas redes sociais, as invasões promovidas pelo Movimento dos Sem Terra (MST) em diversos pontos do país durante o chamado “Abril Vermelho”. Ontem (23), três fazendas na Bahia foram invadidas pelo movimento, horas depois de deixar uma área da Embrapa no estado vizinho de Pernambuco.
Na avaliação do senador e de outros parlamentares críticos do movimento, a ação do movimento tem causado danos ao meio ambiente e ao agronegócio. “O MST insiste em invadir propriedades alheias. Não há espaço para esse caos em um país que deseja crescer e se desenvolver. É nosso dever defender a propriedade privada e, também, a preservação ambiental”, disse o parlamentar, em publicação feita em seu perfil oficial no Twitter.
“As invasões do MST na área da Embrapa — Semiárido, foram um ataque à preservação do bioma da Caatinga e colocam em risco a vida de animais ameaçados de extinção. O caos não pode prevalecer sobre a lei e a ordem!”, acrescentou o senador.
Na semana passada, o movimento promoveu uma marcha na Paraíba, saindo do Distrito de Mata Redonda, em Alhanda, com chegada em João Pessoa. Não há registros de invasões ocorridas em âmbito estadual, mas lideranças da sigla entregaram uma carta com uma série de reivindicações à Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Portal Paraíba
Jovem morre após sofrer descarga elétrica na Zona Rural de Santa Luzia
Um jovem de 22 anos veio a óbito após receber uma descarga elétrica ao subir em um poste, no município de Santa Luzia, Sertão do estado. De acordo com populares, Ricardo Gabriel da Silva tentou manusear um transformador de energia e acabou recebendo a descarga. A informação foi confirmada pela Polícia, conforme apurou o ClickPB. A situação ocorreu em uma comunidade na zona rural do município, e a vítima residia no município de Junco do Seridó.
Com o impacto do choque, a vítima foi arremessada ao solo. Quando a Polícia chegou ao local, Ricardo Gabriel já estava sem vida. De acordo com a imprensa local, Gabriel era pai de uma filha e a esposa está grávida. O corpo foi encaminhado ao Núcleo de Medicina e Odotonlogia Legal de Patos, onde passou por exames e foi liberado para o enterro, que ocorreu ontem (22).
Clickpb
A “Rua Grande” de Meus Pais, por Misael Nóbrega Sousa

A “RUA GRANDE” DE MEUS PAIS
À época de meus pais, a “Rua grande” aparentava maior que hoje. Começava numa extremidade da terra e terminava bem detrás do sol. Havia uma igreja, casarões, sobrados… Às noites eram acesas pelo lampadário na hora de sempre.. – E pouco importava ser um carrilhão de pirilampos. Fazia-se a luz. E isso bastava.
A “Rua grande” de meus pais se sustentava por meio de um comércio de fina flor, à influência recifense. Transcursar a “Rua grande” era um estágio santificado. Alí, o lugar de todas as festas… Onde se passeava com suas prometidas de vestidos acetinados e anáguas… E seus desejos à flor da pele, mas contidos em respeito.
De manhã, a “Rua grande” de meus pais, vestia-se; e, às madrugadas, despia-se para, entorpecida, guardar-se para o dia seguinte. Um sono abalado, apenas, pelos passos apressados de quem preferia se revelar às horas mortas. Essa era “Rua grande” de meus pais.
Hoje, com a força estúpida do progresso, puseram-lhe paralelepípedos e asfalto, iguais vestes de agouro; e, por último, flores sem graça. E, pareceu-me que ela ficara desfalecida, bem diferente daquela rua de feições primárias, mas viva e apaixonante… A “Rua grande” de meus pais. Os traços do novo facilmente nos iludem.
Onde estão os verdadeiros matizes? Os comerciantes remodelaram as suas fachadas. Os carros ziguezagueiam inoportunos. Os sons são, agora, de alvoroço. As horas não mais são medidas por um relógio de areia… A palidez característica sumira, naquele cenário avassalador de sinal dos tempos.
Um canteiro rasga a avenida ao meio numa analogia do mar morto… – Para que as almas de meus pais e dos pais de meus pais possam enfim atravessar… Era isso!. Fugidias, todas elas, para aonde iriam?… Sem ternura não há perspectiva… – Elas iriam para lá.
As famílias retornaram às calçadas de braços dados com a eternidade. Boêmios e seresteiros, por assim dizer, desafiam os corações solitários com seus violões e bandolins. E, dos parapeitos dos prédios, agora, reerguidos, as mocinhas trocam juras de amor… Mas, só assim, espiritualmente, é que a “Rua grande” de meus pais estaria transitável como antigamente.
Uma sombra se move devagar por entre os prédios da Solón de Lucena, outrora “Rua grande” de meus pais. Houve quem dissesse que o espectro era a reencarnação de tudo que já foi vivido… – Imerso na lembrança, é que eu pude enxergar o que havia entre os dois mundos. Aquela rua, reside em mim. Então, peguei o que restou da “Rua grande” de meus pais e o dobrei em mil pedaços.
Em meu testamento deverá estar escrito, em caligrafia legível, que as cinzas do que eu fora, deverão ser espalhadas naqueles confins de mundo: a “Rua grande” de meus pais. E que meu coração seja antes arrancado do peito para que fique sincronizado às batidas do relógio da Matriz até o derradeiro dos tempos.









