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Armas são apreendidas durante abordagem da Polícia Militar, no Sertão

Uma guarnição de Força Tática, pertencente a 5ª CIPM, realizava rondas pela estrada de acesso ao sítio Caldeirão, zona rural de Juru, momento em que se depararam com dois homens identificados posteriormente pelos nomes de Sebastião Francisco de Amorim (1° investigado) e Jorge Severino da Silva (2° investigado), os quais portavam, cada qual, uma arma de fogo do tipo espingarda.

Ao perceberem a presença da viatura policial, ambos acusados se desfizeram de suas armas, soltando- as ao solo e tentaram se ocultar em uma mata às margens do caminho mencionado anteriormente; motivados pela fundada suspeita de que os acusados traziam consigo arma de fogo, a equipe policial procedeu a uma abordagem e busca pessoal, sendo encontrado com o senhor Sebastião, 1° acusado, uma cartucheira porta cartuchos com 30 cartuchos calibre 36 intactos e 6 cartuchos do mesmo calibre deflagrados; já com a pessoa do senhor Jorge, 2° acusado, foi encontrado 34 cartuchos calibre 40, acondicionados em um bolso de sua vestimenta; sendo 22 cartuchos intactos e 12 deflagrados; ato contínuo foi realizada buscas das armas de fogo, sendo estas uma espingarda calibre 36. Marca Rossi, numeração 5943, de propriedade do senhor Sebastião e uma espingarda calibre 40, de propriedade do nacional Jorge.

Os investigados relataram não estar de posse de seus documentos pessoais e nem também tinham registro de arma de fogo das armas apreendidas: que ainda durante entrevista, o senhor Sebastião disse ter em seu poder mais uma arma de fogo, sendo esta uma espingarda de marca, calibre, modelo e numeração não identificada, e que queria fazer à entrega da mesma a equipe policial, pois não tinha mais o interesse em possuí-la; já o senhor Jorge disse que tinha em sua residência uma certa quantidade de insumos para recarregamento de armas de fogo do mesmo calibre da que foi encontrada em seu poder, e que também queria fazer a entrega do referido material.

Em seguida, atendendo ao convite dos acusados, os policiais se deslocaram até os respectivos imóveis, sendo a casa do senhor Sebastião localizada no sítio Brejinho, zona rural de Juru-PB, e a casa do senhor Jorge, localizada na rua são Sebastião, Juru-PB, locais onde fizeram a apreensão do material sobre dito.

Os dois homens foram conduzidos a delegacia juntamente com o material apreendido sendo entregues a autoridade policial de plantão para a adoção das medidas cabíveis.

Fonte: Repórter PB

Paraíba registra 387 casos de hanseníase em 2022 e SES faz campanha

De acordo com o o Boletim Epidemiológico de Hansenías, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Paraíba registrou 387 casos de hanseníase em 2022. A conscientização sobre a prevenção da doença é tema da campanha “Janeiro Roxo”, iniciada nessa sexta-feira (13) pela pasta.

De acordo com a chefe do Núcleo de Doenças Endêmicas da SES, Anna Stella Pachá, a taxa de detecção anual de casos novos na população geral da hanseníase no estado da Paraíba em 2021 foi de 9,5 casos/100 mil habitantes, o que corresponde a 384 casos novos. Em 2022, a taxa de detecção avaliada até 04/01/2023 permaneceu a mesma, com 387 casos detectados. Este indicador avalia a carga de morbidade e de magnitude da hanseníase, de acordo com os dados avaliados.

Ainda segundo Anna Stella, a Paraíba apresenta uma carga considerada média da doença, o que mostra a importância das ações de vigilância e controle no estado.

Sobre o indicador de cura, Anna Stella reforça que em 2022 foi satisfatório apenas na 4ª, 7ª e 8ª Regiões de Saúde. Ela pontua que estes valores mostram a necessidade de fortalecer ações de vigilância e de um monitoramento adequado que venham garantir a efetividade do tratamento e a adesão do paciente ao programa de controle da hanseníase, como também a necessidade de qualificação dos dados pelos municípios no Sistema de Informação de Agravos e Notificação (Sinan).

Campanha

Com o tema “Conscientização sobre Hanseníase na comunidade para busca ativa de novos casos e vigilância de contatos”, o intuito da campanha este ano é trabalhar durante todo o mês de janeiro junto às coordenações municipais de Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária, como também profissionais do Complexo Hospitalar de Doenças Infectocontagiosas Dr. Clementino Fraga e a Coordenação de Saúde Prisional.

“Não podemos esquecer da vigilância dos contatos que são aquelas pessoas que moram com pacientes e precisam ser avaliados para quebra da cadeia de transmissão”, observa.

A programação envolve a qualificação dos agentes comunitários de saúde para preparação, sensibilização e buscas de casos, qualificação de médicos e enfermeiros da Atenção Primária; Reinauguração da Oficina de Calçados do Hospital Clementino Fraga; e o Dia H, uma campanha educativa para busca ativa de casos nos municípios, que será realizado no dia 31 de janeiro.

O que é e como tratar doença?

A hanseníase é uma doença crônica, que atinge preferencialmente a pele e nervos periféricos e pode causar lesões neurais devido ao seu alto poder incapacitante. A transmissão ocorre pela eliminação do bacilo pelas vias aéreas superiores (mucosa nasal e orofaringe) por meio de contato próximo e prolongado com pessoas doentes e sem tratamento.

Os principais sintomas são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, sem pelos e que não coçam, com alteração de sensibilidade (térmica, dolorosa ou tátil) e/ou da força muscular. Pode surgir dor e sensação de choque, formigamento e dormência ao longo dos nervos dos braços e das pernas.

O tratamento é realizado em Unidades de Saúde e a medicação é oferecida pelo SUS de forma gratuita. Ao iniciar o tratamento, a carga bacilar da doença diminui de forma gradativa e o paciente deixa de transmitir a doença para outras pessoas.

Portal Correio

Paraibana Tarciana Medeiros chora ao falar de origens durante posse e lembra importância do apoio das mulheres da sua família

A nova presidenta do Banco do Brasil, a paraibana Tarciana Medeiros se emocionou bastante durante seu discurso de posse ao falar da família e relembrar sua infância em Campina Grande. Ela destacou a importância do suporte que recebeu de toda a família, sobretudo das mulheres. “Mainha, obrigada por me ensinar a não ter vergonha de trabalhar”, agradeceu.

Ainda em seu discurso, Medeiros destacou a importância das mulheres da sua família na sua formação como pessoa e como profissional tanto como suporte, mas também como exemplo. “É muito simbólico participar deste evento no CCBB, palco de momentos importantes do nosso país. Que coincidência ter na minha posse a exposição armorial criado por Ariano Suassuna. Eu, mulher nordestina, paraibana, mãe, quando fui indicada para presidir voltei para minhas raízes e a primeira coisa que fiz foi ligar para mainha e titia”, disse.

Funcionária de carreira do Banco do Brasil, Medeiros disse que sua nomeação para a presidência “significa o reconhecimento à competência técnica e ao comprometimento desse time”.

Seu nome foi divulgado em 30 de dezembro de 2022 pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). Sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na edição desta segunda ao lado da exoneração do então presidente do banco público, Fausto de Andrade Ribeiro, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Clickpb

Piso nacional dos professores sobe para R$ 4.420,55

O piso nacional dos professores subirá para R$ 4.420,55 em 2023, um reajuste de 15% em relação ao piso do ano passado, que era de R$ 3.845,63. A portaria com o novo valor foi assinada hoje (16) à noite pelo ministro da Educação, Camilo Santana.

“A valorização dos nossos profissionais da educação é fator determinante para o crescimento do nosso país”, escreveu o ministro, ao anunciar o novo valor nas redes sociais.

O piso nacional do magistério representa o salário inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio. O valor considera uma jornada de 40 horas semanais na modalidade normal de ensino.

A cada ano, o piso do magistério deve ser corrigido todos os anos pelo crescimento do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, estabelecido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para 2023, o Fundeb estabelecia o reajuste de 15% no valor.

Agência Brasil

Homem é executado a tiros em área rural de Itaporanga

Um homem, identificado como Francisco Tolentino Neto, foi executado a tiros na noite dessa segunda-feira (16) no sítio Riacho da Onça, zona rural do município de Itaporanga (PB).

Conforme informações policiais, ele teria sido vítima de uma emboscada ao trafegar de moto por uma estrada vicinal.

Neto do Tempero, como era mais conhecido, morreu no local. A motivação e a autoria do crime são desconhecidas.

Diamante Online

Procon/Patos autua agência bancária por falha na prestação dos serviços

O Procon/Patos autuou, nesta segunda-feira, dia 16, uma agência bancária por falha na prestação de serviço.

De acordo com a secretaria de defesa do consumidor, o órgão recebeu informações por parte de consumidores de que a agência estaria com os caixas eletrônicos sem funcionar desde o último sábado.

O setor de fiscalização compareceu ao local nesta segunda e constatou a falha em todos os caixas eletrônicos.

“De pronto foi lavrado o auto de infração em desfavor da agência bancária na falha na prestação de serviço, uma vez que os consumidores não estavam conseguindo realizar qualquer tipo de operação”, explicou o secretário do Procon, Ítalo Torres.

A empresa tem o prazo de 10 dias para apresentar sua defesa e, após esse prazo, ela poderá ser multada ou advertida, conforme a legislação.

Coordecom

Dois tempos feitos no gran circo brazil; por Edson de França

Hipocrisia à brasileira – Velório de Pelé. Consta que poucos jogadores e ex-jogadores compareceram às cerimônias de despedida do rei. Talvez isso tenha a ver, como lembrou a jornalista Helen Brown (Band News), o nosso secular pouco apreço pelos símbolos nacionais. Outro, diria eu, pela ressignificação, aos olhos do recorte contemporâneo, do status que a morte ocupa. Andamos mais frios para as sentimentalidades que acompanham os desfalecimentos até dos entes mais próximos. Atravessamos tempos de enterros rápidos e de cremações de acesso restrito, diferente de outros tempos de velórios domiciliares, noites de vigília, latumias de carpideiras e féretros concorridos. Tudo bem. Entende-se. Sinal dos tempos.

Durante a “campanha” da Copa, dois jogadores (um ex e um atual) criticaram os brasileiros por não valorizarem os ídolos nacionais. Conste-se: nem eles compareceram ao velório do Rei. Ou seja, para além do respeito às “glórias nacionais”, somos naturalmente hipócritas em relação ao “amor” e o “respeito” que a eles dedicamos. Na minha humilde opinião, na maioria das vezes, quando exposta de forma escandalosa e ufânica, como nos últimos dias, não tem nada de genuína. E antes fake e oportunista.

Sou daqueles que não gostam de velórios. De preferência até ao meu quero chegar atrasado. Mas entendo o velório de um representante de uma categoria como a do futebol – talvez o maior expoente dentre eles – como um momento simbólico. Há um simbolismo inerente, em reafirmação ou recriação permanente, que precisa ser motivado para gerar referências.

A simples presença de alguns atores deste “circo” traria impressa uma mensagem: o empreendimento é humano, tem história, reconhece seus vultos, se irmana em todas as situações. Essa mensagem enraiza-se entre os povos amantes da prática, dá-lhe confiabilidade, justifica as audiências internacionais.

Em tempos de consolidação capitalista da indústria do futebol, da frieza dos ganhos e das transações bilionárias – o tal business que é sinônimo de números incontáveis -, porém, isso parece ser coisa do passado. Os “peões” bilionários da máquina não viram o evento assim. Humanos e normais demais, por isso indiferentes. Talvez e por isso mesmo tantos administrem tão mal as próprias vidas e carreiras.

As instituições gestoras do futebol, por seu turno, parecem não ver assim. Representantes das duas instituições estiveram por lá. Talvez por entenderem, para muito além da mentalidade dos “peões” do sistema, que simbologias são importantes para a reificação dessa empresa que, assim como a vida humana, pode atingir de uma hora para outra a exaustão máxima e a decadência irreversível. Experimentar apagões como todo sistema produtivo, que precisa contar com os níveis de aceitação social para aperfeiçoamento de seus produtos e a manutenção do consumo.

Para os empreendimentos de apelo popular como o esporte, a noção de símbolos e ícones é importante. As cerimônias, então, nem se fale. O ato dos atletas deixa só um sinal, são peões no grande jogo, humanos falíveis as ondas e modismos, prestes a serem consumidos pelos abismos da própria egolatria e lembrados apenas pelos mais próximos que, por deveres familiares, não podem faltar ao enterro ou a cremação.

É preciso entender que os milhões da indústria dos esportes não vieram assim do nada. São fruto de uma construção, ou seja, de muito empenho na estruturação do esporte e, sobretudo, numa história que possa ser contada e apreciada. Ela preexiste aos atuais astros que parecem não entender que o status quo foi conseguido, ou melhor, construído passo a passo. Vivem as regalias do ápice de uma indústria que se retroalimenta por meio das simbologias. Assim como a efemeridade da Copa, o título mundial ou regionais do mundo, do gol emplacado em bronze, dos pés marcados na calçada da fama.

A falibilidade progressiva ou o passamento dos ídolos maiores também há de ser acompanhada; as homenagens finais prestigiadas. Fazem parte da liturgia estratégica do empreendimento. Pelo valor da lenda e pelo prestígio do esporte na memória popular. Ao civil amante do esporte apenas, que jamais ostentou um escudo nem ganhou um real ou um título com o futebol, se compreende. A quem viveu e, inclusive, ainda vive depois de aposentado, dos frutos proporcionados por ele, esperando ainda ostentar o cartaz de ídolos e ser reconhecido por seus feitos…é um caso a se pensar.

Voyeurismo alimentado – Um casal transa (simula ou quase concretiza o ato, sei lá!) em rua de cidade do interior. Um voyeur, essa categoria epidêmica em nossos dias (abutres das cenas do ridículo alheio e das violências de toda ordem), saca um celular e filma a cena. Presumivelmente se excitou com ela. Entrementes.

Logo em seguida ao registro, ele experimenta mais um desejo: participar de algum modo do “espetáculo”, compor a cena. Deseja também ser voyeurizado. Reproduz-se, assim, o mecanismo dessa sede vampiresca por momentos de êxtase. A captação aleatória dos instantâneos alimenta uma indústria do olhar e faz as honras de chamariz para os comentários e avaliações mais absurdos.

O próximo passo do providente abutre é compartilhar com seguidores em sua própria rede social. Ou mais, garantir acesso à opinião pública via audiência dos “portais profissionais” de imprensa. O que é feito imediata e mecanicamente. Aí surge outro drama e a imagem gera comoção social.

Creio que a ação de uma boa editoria não levaria aquelas cenas ao público. Simplesmente abortaria bem no início da propagação, assim como pessoas de bom senso não espalham pornografia, cenas de crimes e tragédias ou fake news explicitamente manipuladas. Sem estardalhaço, sem cair na tentação de sensacionalizar e espargir a “versão” do fetichista. Simples.

Mas a imprensa “nanica” – que um dia foi chamada de “marron”, dada a inconsistência de seus produtos e a militância “político-ideológica” ou coisa aparentada – atualmente em franca expansão nos portais eletrônicos, tá nem aí para esses critérios. Necessita de visualizações para garantir sua existência. Muito mais que justificar sua importância estratégica, é preciso garantir acessos, audiência, penetração popular. Em nossos dias, estrategicamente montada numa cruzada “sanitarista” insana, ideologicamente corrompida e, sobretudo, eivada de hipocrisia.

Porque não, então, revestir um fato desses com um invólucros discursivos que atraiam a ação condenatória da sociedade e lançá-la feito restos de banquete aos cães. As etiquetas do anticristão, antisocial, traição aos castos costumes familiares, antidemocrático e até movimento comuno socialista (a que o homem comum teme sem entender bem o que é) recheiam o texto e os comentários que se seguem, cujo teor jornalístico e substituído pela sugestão de viés ideológico conservador e, digamos, reacionário.

O libelo é reproduzido integralmente por muitos meios, afinal, nesse setor prevalece a lei do menor esforço, ou seja, colar e copiar é bem mais fácil do que produzir uma linha que seja. Também não se tem tempo. O mundo é uma profusão de informações e não dá tempo de pensar; é preciso manter a página atualizada de sucessos mundanos, mesmo aqueles a que nem um cronista menor daria atenção. Na verdade, só reforçando, o voyeur se equipara aos desinibidos, cada qual com sua vontade de expor-se e o prazer resultante.

Por Edson de França

Hervázio Bezerra é o único a não apoiar Adriano Galdino em eleição da Assembleia e diz que não dobra joelhos para ninguém

Foto: Sistema Arapuan de Comunicação

O deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB), declarou que ainda não definiu sua posição sobre a eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba. Ele garantiu que não tem diferenças pessoais com Adriano Galdino (Republicanos) , mas que não dobra os joelhos pra ninguém.

“A questão de condicionar, procurar, eu nunca me ajoelhei aos pés de ninguém e não seria agora que eu o faria”, sentenciou.

Galdino já tem o apoio de 35 deputados e está faltando apenas o apoio do deputado Hervázio Bezerra para obter a unanimidade na Casa. Há a expectativa de que os deputados conversem essa semana e cheguem a um consenso sobre o futuro de Galdino.

Hervázio Bezerra afirmou recentemente que houve negociata por apoio a Adriano Galdino na eleição da Assembleia Legislativa da Paraíba. Ele vem criticando reiteradamente a candidatura de Galdino e chegou a dizer que ela significa um retrocesso no que se refere à perpetuação de poder.

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Município de Teixeira é condenado a implementar gestão integrada de resíduos sólidos

A Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a decisão de 1º Grau que condenou o município de Teixeira a apresentar ao Ministério Público, no prazo de 120 dias, o Plano Municipal ou Microrregional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, bem como implementar medidas necessárias à garantia permanente de direito da sociedade à informação e ao controle social em relação à destinação dos resíduos sólidos.

O Ministério Público estadual ingressou com a Ação Civil Público nº 0801263-41.2017.8.15.0391 em defesa do Direito ao Meio Ambiente, mas especificamente na regularização dos serviços de coleta, transporte e destinação dos resíduos sólidos do município de Teixeira. Conforme o órgão, durante as vistorias realizadas pela Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente do Estado da Paraíba, foi constatada irregularidades expressamente vedadas pela legislação.

“No local existe uma grande quantidade de resíduos expostos, o que propicia a proliferação de microvetores (bactérias, fungos, vermes, vírus etc) e macrovetores (baratas, ratos e moscas),responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças. A situação se agrava pela presença de vários animais no local”, alega o MPPB.

Ao julgar o processo, a Segunda Câmara Cível considerou que a atuação do Poder Judiciário não pode ser interpretada como ingerência indevida na gestão de política pública, visto buscar garantir, apenas, a observância de um dos direitos mais fundamentais à nação. “Do caderno processual, depreende-se que o município de Teixeira, ao tempo do ajuizamento da presente ação, não havia tomado as medidas normativas e materiais necessárias ao cumprimento de seu dever, constitucionalmente e legalmente imposto”, destaca o acórdão.

Da decisão cabe recurso.

Fonte: PBAgora

Senadora Daniella Ribeiro pede a Lula para rever decisão sobre extinção da Funasa

A senadora Daniella Ribeiro (presidente estadual do PSD-PB) pediu diretamente ao presidente Luís Inácio Lula da Silva a reversão da decisão que extingue a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), após ser procurada por prefeitos municipais preocupados com a extinção do órgão.

O pedido de Daniella foi feito na semana passada, quando ela e outros parlamentares estiveram em reunião com o presidente da República. “Logo que terminou a reunião sobre a entrega simbólica do decreto da intervenção federal no Distrito Federal, tive a oportunidade de conversar alguns instantes com o presidente Lula e externei a preocupação sobre o fim da Funasa, e como isso vai atingir diretamente os pequenos municípios brasileiros”, afirmou.

Daniella disse ainda que o presidente, após ouvir a demanda, pediu para que ela procurasse o ministro Alexandre Padilha para detalhamento da solicitação. “Vou essa semana pedir reunião com o ministro para discutir esse problema e expor as demandas e solicitações dos prefeitos que têm me procurado desde que a notícia da extinção da Funasa foi anunciada”, declarou.

Extinção – O anúncio sobre o fim da Funasa foi feito no início deste mês. As atribuições do órgão foram transferidas para os ministérios da Saúde e Cidades. A Funasa, criada em 1991, tem atuação principal a execução de obras de saneamento em municípios pequenos – os mais atingidos com sua extinção, portanto.

Paraiba.com.br com informações de assessoria