Campinense e Sousa fazem o primeiro jogo da final do Campeonato Paraibano nesta quinta
A final do Campeonato Paraibano 2021 começa a ser disputada nesta quinta-feira (17), no Amigão, em Campina Grande. A partida está marcada para as 16h. A partida é uma reedição da final de 2012. O segundo jogo da final acontecerá no dia 20 de junho às 10h no Marizão.
O Campinense vem de três finais sem vencer, já o Sousa não leva o troféu Paraibano desde 2009. O confronto promete emoção com dois clubes em busca de quebrar o jejum sem o títulos estaduais.
Apesar do embalo do Campinense, comandado pelo técnico Ranielle Ribeiro, após a vitória por 3 a 0 sobre o América-RN, pela série D, o time tem vários desfalques, seis jogadores estão com covid-19: Os atacantes Cadu e Ivamar, os volantes Cleidson Pink e Pedro Victor, o goleiro Danilo e o zagueiro Victor Jatobá. Além disso, os laterais-esquerdos João Victor e Gilmar estão lesionados.
Já o Dinossauro do Sertão tem a melhor defesa da competição, mas o técnico Índio Ferreira, poupou a linha defensiva contra o ABC-RN e o clube foi goleado por 4 a 0, pela Série D do campeonato brasileiro. No caminho inverso ao da Raposa, que perde jogadores, o Sousa terá de volta Arisson, Roni Lobo, Marcelo, Weslley e o volante Daniel Costa, retornam à equipe, que segue desfalcada do meia Natalício, fora para operar o joelho e sem previsão de retorno.
Arbitragem
Afro Rocha apita o jogo, auxiliado por Kildenn Tardeu e Rafael Guedes. A quarta árbitra escalada é Ruthyanna Camila.
Escalações
Campinense: Mauro Iguatu, Vitinho, Michel Bennech, Cleiton, Felipinho; Rafinha, Patrick, Marcelinho; Matheus Régis, Marcos Nunes e Cláudio. Técnico: Ranielle Ribeiro.
Sousa: Ricardo, Arisson, Roni Lobo, Marcelo, Weslley; Liniker, Daniel Costa, Juninho, Wesley Soares; Dentinho e Rodrigo Poty. Técnico: Índio Ferreira.
Paraiba.com.br com informações do Voz da Torcida
Câmara aprova projeto que altera Lei de Improbidade Administrativa
A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (16) o projeto que modifica a Lei de Improbidade Administrativa. O texto prevê punição para agentes públicos que agirem com intenção de lesar a administração pública. A matéria segue para o Senado Federal.
O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL) afirmou que o texto evitará distorções e excessos na gestão administrativa. Além disso, o projeto vai garantir que não haja uso político-eleitoral da lei para cometer injustiça com servidores. Para o deputado, a proposta vai melhorar a tipificação das condutas configuradoras de improbidade e aumentará a penalidade para atos de gestores desonestos.
“Agora vamos separar o joio do trigo. Somente será punido por improbidade quem agir para lesar efetivamente o Estado”, disse.
De acordo com o projeto, o agente público será punido se agir com intenção de cometer crime, não bastando a voluntariedade do agente. O mero exercício da função ou desempenho de competências públicas ou a interpretação da lei sem comprovação de ato doloso com fim ilícito também afastam a responsabilidade do autor.
O texto determina ainda que serão responsabilizados aqueles que tenham influência na prática ilícita, seja induzindo ou concorrendo dolosamente para sua ocorrência. O projeto prevê ainda que o juiz terá liberdade para estipular as punições. As penas, após trânsito em julgado, de perda dos direitos políticos foram majoradas, aumentando o prazo máximo. Não há mais previsão de pena mínima.
O projeto aprovado atualiza a definição de algumas condutas consideradas improbidade; determina legitimidade privativa do Ministério Público para a propositura da ação de improbidade; inclui o rito do novo Código de Processo Civil na lei; e a previsão de celebração de acordo de não persecução cível.
De acordo com o relator da proposta, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), a alteração na lei evitará que gestores sejam punidos quando não houver dolo e, dessa forma, possam exercer suas atribuições sem receio de que sejam punidos por tudo.
“Queremos restringir essa lei para dar mais funcionalidade à administração pública, mais garantias àqueles que propõem políticas públicas e que são eleitos com base nas suas propostas, e que muitas vezes não podem colocá-las em ação, em vigor, porque são impedidos por decisões que nada têm a ver com tentativas de combater a corrupção”, disse Zarattini.
Contrária a proposta, a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), afirmou que, embora seja necessário discutir o assunto, a matéria retira a possibilidade de responsabilizar erros de gestores públicos.
“Este relatório aprovado suprime a responsabilização de condutas que sejam erros grosseiros e causem dano ao Erário; não tem pena mínima para suspensão dos direitos políticos; ou seja, é um texto cheio de boas intenções que não significam um bom resultado”, argumentou.
Agência Brasil
Gynbet faz doação de uniforme esportivo a projeto social no Distrito de Santa Gertrudes, em Patos
A empresa de apostas esportivas GynBet fez a doação de uniforme de campo ao projeto social RC Bola no Pé, sediado no Distrito de Santa Gertrudes, no município de Patos (PB).
Nessa quarta-feira (16) ocorreu a entrega do material esportivo com a presença do representante regional, Miguel Fernandes e os membros do projeto.
A Gynbet também é parceira do Projeto Social Meninos de Santa Terezinha, sediado no município de Santa Terezinha (PB).
Com sede no estado do Goiás, criada há seis anos, consolidou-se no país como uma das maiores empresas de apostas esportivas do Brasil. As pessoas podem apostar tanto no site (https://gynbet.com/) quanto com os representantes.
Na Paraíba a Gynbet está em atuação há um ano e na região de Patos há trinta dias.
Se você deseja ser um representante e ganhar uma renda extra, entre em contato com o representante regional, Miguel Fernandes pelo (83) 98149-3342 (telefone e Whatsapp).









