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Suspeitos de assaltar casa de empresário em Sousa, disfarçados de policiais, são presos

A Polícia Civil da Paraíba, através das Delegacias Seccionais de Sousa e Cajazeiras, deu cumprimento a cinco mandados e sete de busca e apreensão nessa sexta-feira (18), nas cidades de São João do Rio do Peixe, Sousa e também em João Pessoa.

Durante a ação, a Polícia conseguiu prender os suspeitos que teriam praticado o assalto na casa de um empresário em Sousa. Os criminosos invadiram a residência usando fardas para dar a entender que eram policiais civis. Além disso, utilizaram um mandado judicial de busca e apreensão falso.

“As prisões ocorridas hoje retiram de circulação um grupo criminoso que vinha praticando assaltos em Sousa e outras cidades da região. Há algum tempo a Polícia vem investigando e monitorando o grupo. A partir desse trabalho investigativo, representamos pela prisão e fomos atendidos pela Justiça, fazendo cumprir os mandados com êxito nesta sexta-feira”, disse o delegado Glauber Fontes, da Seccional de Polícia Civil em Cajazeiras.

A ação foi realizada em conjunto pelas equipes das delegacias seccionais de Sousa e Cajazeiras e obteve êxito com a prisão de um homem conhecido como “Paulo Tábua” na cidade de São João do Rio do Peixe por participação em assaltos na região. Em Sousa, foram presos um popular conhecido como “Junior Papo” e outro conhecido como “Marquinhos de Paulo Tábua”, todos presos pela Polícia Civil. Além disso, a Polícia Militar prendeu mais dois envolvidos e os levou para a Delegacia de Sousa, onde foram realizados os procedimentos necessários.

Já em João Pessoa, foi dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão na casa de um advogado que também estaria envolvido com a quadrilha. “Eles trabalhavam de forma muito organizada. Nós vamos continuar as investigações e novas prisões poderão acontecer. O trabalho da Polícia é constante e todos os indícios estão sendo investigado”, concluiu o delegado Antonio Luís Barbosa Neto, da Seccional de Polícia Civil em Sousa.

Os presos foram ouvidos na Delegacia de Sousa e, depois das formalidades legais, foram conduzidos à Colônia Agrícola Penal da cidade.

Paraiba.com.br com Assessoria

Caio Roberto tira licença na Assembleia Legislativa e abre vaga para Jullys Roberto

O suplente de deputado estadual, Jullys Roberto, assumiu uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta sexta-feira (18). Ele ficará por 122 dias no lugar do deputado Caio Roberto, que se licenciou do cargo para tratamento de saúde e também para tratar de assuntos de interesse particular.

No mês de agosto, Jullys Roberto já havia ocupado o lugar de Raniery Paulino, que tirou licença de quatro meses para cuidar da saúde e da campanha eleitoral no município de Guarabira. Com o afastamento de Caio, o suplente garantiu a permanência na Casa. A licença de Caio Roberto será sem remuneração, ou seja, sem nenhum ônus para o Legislativo Paraibano.

Jullys Roberto é filho do ex-deputado estadual e ex-prefeito de São Bento, Márcio Roberto. Ele é natural da cidade de São Bento, no sertão do Estado. É formado em Direito, tem 33 anos de idade, e já assumiu anteriormente o mandato na Casa de Epitácio Pessoa na legislatura passada.

Wscom

João Azevêdo e mais 16 governadores pedem que Bolsonaro prorrogue estado de calamidade por seis meses

Governadores de 17 estados enviaram um ofício nesta sexta-feira (18) ao presidente Jair Bolsonaro no qual pediram que o governo federal prorrogue por seis meses o reconhecimento do estado de calamidade pública.

O atual decreto, proposto por Bolsonaro e aprovado pelo Congresso, vale até 31 de dezembro deste ano e foi motivado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Na prática, com o reconhecimento do estado de calamidade, o governo pode aumentar o gasto público e descumprir a meta fiscal prevista para o ano.

“Neste desafiador momento, em que vivenciamos o aumento do número de casos da doença [Covid-19], com elevação da taxa de transmissibilidade em várias regiões brasileiras, alto percentual de utilização de leitos clínicos e de terapia intensiva, e crescimento diário do número de óbitos, faz-se necessário o reconhecimento de que o país ainda se encontra em estado de calamidade pública”, argumentaram os governadores no pedido.

“Diante do exposto, apresentamos proposta de prorrogação, por mais 180 dias, do reconhecimento do estado de calamidade pública, uma vez que essa medida asseguraria a continuidade de ações de proteção àqueles que vivem em situação de vulnerabilidade social e que necessitam de auxílios correspondentes neste momento”, acrescentaram.

Articulação política

Segundo a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor, integrantes do governo federal e aliados no Congresso passaram a discutir, em agosto, a eventual prorrogação do estado de calamidade.

Dois meses depois, em outubro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que não iria pautar no plenário um eventual pedido de prorrogação do estado de calamidade (relembre no vídeo acima).

“Prorrogar a calamidade, em tese, vai gerar a prorrogação da PEC da Guerra e, automaticamente, prorrogando a PEC da Guerra vai passar uma sinalização muito ruim para aqueles que confiam e precisam da credibilidade da âncora fiscal para continuar investindo ou voltar a investir nesse país”, disse o presidente da Câmara na ocasião.

“PEC da Guerra” à qual Maia se referiu foi a emenda constitucional aprovada pelo Congresso que criou um orçamento destinado a ações de combate à pandemia. A emenda ficou conhecida como “PEC do orçamento de guerra”.

Lista

Assinam o documento enviado a Bolsonaro os seguintes governadores (na ordem de assinatura no documento):

Wellington Dias (Piauí);
Waldez Góes (Amapá);
Rui Costa (Bahia);
Camilo Santana (Ceará);
Renato Casagrande (Espírito Santo);
Ronaldo Caiado (Goiás);
Flavio Dino (Maranhão);
Mauro Mendes (Mato Grosso);
Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul);
Romeu Zema (Minas Gerais);
João Azevedo (Paraíba);
Ratinho Júnior (Paraná);
Paulo Câmara (Pernambuco);
Cláudio Castro (Rio de Janeiro; em exercício);
Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte);
Carlos Moisés (Santa Catarina);
Belivaldo Chagas (Sergipe).

Os governadores que não assinam o documento são os seguintes (por ordem alfabética): Antonio Denarium (Roraima), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Gladson Cameli (Acre), Helder Barbalho (Pará), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), João Doria (São Paulo), Marcos Rocha (Rondônia), Mauro Carlesse (Tocantins), Renan Filho (Alagoas) e Wilson Lima (Amazonas).

Clickpb com G1 Brasília

‘2020 está chegando ao fim, mas pandemia não acabou’, alerta Ministério Público

“2020 está chegando ao fim, mas a pandemia ainda não acabou”. A mensagem parece óbvia, mas o comportamento de pessoas nas ruas mostra que ela precisa ser reafirmada. Por isso, os três ramos do Ministério Público Paraibano (o MPPB, o MPF e o MPT) lançaram uma campanha nos meios de comunicação para reforçar a importância do uso de máscaras, da manutenção de protocolos sanitários para conter a infecção por Covid-19 e da importância de não alimentar boatos.

Paralelamente, o MP está recomendando e orientando aos gestores públicos e à sociedade que se abstenham de realizar eventos com aglomerações de pessoas, neste fim de ano, lembrando que, aproximadamente, 3,4 mil famílias paraibanas choram a perda de parentes para o vírus.

A campanha inclui VT e spot de um minuto, cards para redes sociais e banners para sites, que estão sendo disponibilizados a veículos de comunicação do Estado. A produção dos materiais foi feita pela Sin Comunicação, em caráter de doação, e a veiculação em TVs, rádios, sites e blogs ocorre de forma espontânea, fazendo parte do compromisso social das empresas que atenderem ao pedido dos MPs.

O Ministério Público também reforça a importância do trabalho dos jornalistas que fazem a cobertura diária das notícias relacionadas à pandemia, principalmente, no que se refere ao combate aos boatos que inviabilizam a prevenção da Covid-19 e trazendo ao conhecimento do público os avanços da ciência relacionados à produção de vacinas e a importância do uso de máscaras, principalmente, enquanto a imunização não é feita no Brasil.

A mensagem da campanha é: “Covid-19: uma doença mundial, infecciosa e mortal. Que não escolhe vítima e se espalha de forma continental. Enquanto a vacinação não começa, o melhor ‘remédio’ continua sendo a prevenção. Sempre que sair, é máscara no rosto, cobrindo o nariz e a boca. E álcool 70% nas mãos. Em casa, use água e sabão, e não se esqueça: em tempos de incerteza… tão letal quanto o vírus é a desinformação. Não dê ouvido a boatos. Antes de compartilhar qualquer notícia, cheque a fonte. A cura da Covid vai vir da ciência e da nossa união. Não subestime o vírus. Não se entregue à própria sorte. Dois mil e vinte está chegando ao fim, mas a pandemia ainda não acabou. Se cuide. Cuide da sua família e dos seus amigos. Por enquanto, só a máscara protege.”

O pedido para os meios de comunicação veicularem as peças da campanha está sendo feito pelos chefes dos três ramos do MP – o procurador-geral de Justiça Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho (MPPB), o procurador-chefe da República na Paraíba, Sérgio Rodrigo Pimentel de Castro Pinto, e a procuradora-chefe do MPT-PB/PRT – 13ª Região, Myllena Formiga Cavalcante de Alencar Medeiros.

O pedido tem sido endossado por promotores de Justiça e procuradores que atuam na área da saúde em vários municípios paraibanos, a exemplo de Adriana Amorim de Lacerda (MPPB), Andressa Alves Lucena Ribeiro Coutinho (MPT) e José Guilherme Ferraz (MPF), dentre outros.

PortalCorreio

Ministério da Saúde prevê 24,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 em janeiro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quinta-feira (17) que prevê receber 93,4 milhões de vacinas contra a Covid-19 entre janeiro e março — 24,7 milhões em janeiro; 37,7 milhões em fevereiro; e 31 milhões em março. São vacinas de três fabricantes: AstraZeneca (vacina de Oxford), Instituto Butantan/Sinovac e Pfizer.

A programação foi citada na fala inicial do ministro em sessão remota do Senado para debater os planos de imunização no Brasil contra o novo coronavírus.

“A data exata é o mês de janeiro […]. Isso tudo dependendo do registro da Anvisa. Se somarmos esses números, vamos ter 24,7 milhões de doses em janeiro”, disse o ministro. “Isso é daqui a 30 dias, janeiro aqui eu falo meio de janeiro. Não são seis meses”, completou Pazuello.

As três vacinas precisam ser aplicadas em duas doses. Segundo Pazuello, a previsão para janeiro e fevereiro é a seguinte:

Para março, o ministro disse, apenas, que seriam 31 milhões de doses, sem detalhar a quantidade entregue por laboratório.

Pazuello afirmou ainda que, além das negociações com os três laboratórios, há o consórcio Covax-Facility, coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que disponibilizará aos países-membros vacinas à medida que forem aprovadas para uso, independente do desenvolvedor.

“Temos dez fabricantes no consórcio e, no momento em que sair o registro de uma das dez, nós podemos optar pela compra de uma delas e vamos para 42 milhões de doses entregues. Todas essas possibilidades e números, estamos em uma vanguarda, não estamos sendo atropelados, estamos em uma vanguarda”, disse.

PBAgora com G1

MEC publica edital do Fies 2021 com inscrições em janeiro e Enem de anos anteriores

O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta sexta-feira (18) o edital do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2021.

O edital prevê inscrições abertas entre 26 e 29 de janeiro e usará as notas do Exame Nacional do Ensino Médio de edições anteriores, a partir de 2010.

Como o Enem 2020 será realizado em janeiro e as notas serão divulgadas em março, não será possível usar o desempenho desta edição para concorrer ao financiamento estudantil do primeiro semestre.

O mesmo vai acontecer com o Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas de estudo em universidades privadas e também seleciona pelas notas do Enem. O edital, publicado na segunda-feira (14), também prevê abertura de inscrições em janeiro.

O Fies e o Prouni são os principais programas de acesso ao ensino superior privado do país.

Críticas

Quando o MEC anunciou que abriria as inscrições para o Fies em janeiro, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) criticou a medida.

“Já enfrentamos uma situação de evasão escolar, de total falta de apoio, de exclusão digital e agora isso. Não estamos entendendo nada. Poderemos entrar numa faculdade? Ou irão nos tirar isso também? O MEC precisa ser claro e responsável com nosso futuro, que é também o futuro do Brasil”, afirmou Rozana Barroso, presidente da Ubes.

O que é o Fies?

O Fies é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas. Atualmente, tem duas categorias:

  • a primeira oferece vagas com juro zero para estudantes com renda mensal familiar de um a três salários mínimos;
  • a segunda, chamada P-Fies, tem juros variáveis e é direcionada a alunos com renda mensal familiar de até cinco salários mínimos.

Com a crise financeira, anterior à pandemia, diversos contratos apresentaram atrasos de pagamento. Em 2019, a taxa de inadimplência do Fies cresceu: 567 mil contratos estavam com pelo menos 90 dias de atraso em abril. Em dezembro, esse número já era de 700 mil, o que representa 47% do total de 1,5 milhão de contratos na fase da amortização (quando o estudante já terminou o curso de graduação e já passou do período de carência, e precisa pagar o empréstimo em parcelas mensais).

Em outubro, o MEC abriu o processo para preencher 50 mil vagas remanescentes, ou seja, aquelas que “sobraram” ao longo dos processos seletivos, seja por desistência dos candidatos ou por falta de documentação. O número é maior do que a oferta de vagas para o segundo semestre, que foi de 30 mil.

Clickpb com G1

Ação conjunta entre BOPE, GTE e Sistema Penitenciário, evita execução, apreende pistolas e prende três pessoas, no sertão

No início da manhã desta sexta-feira (18), uma ação conjunta entre o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), o Sistema Penitenciário da cidade de Sousa, e Grupo Tático Especial (GTE) da Polícia Civil, conseguiram evitar a execução de uma pessoa, além de apreender três pistolas de calibres 380, 40 e 9 mm, bem como, prender três pessoas, identificadas como os irmãos gêmeos de Bom Sucesso, Wesley Igor da Silva e Wellington Hugo da Silva, e o jovem Pablo Erick Aquino da Silva.

As prisões aconteceram às proximidades do Fórum Dr. José Mariz em Sousa, após os suspeitos serem abordados em um veículo Siena de cor prata, perto de um popular que seria assassinado pelo trio, sendo em seguida conduzidos à delegacia de Polícia Civil, juntamente com as armas apreendidas para serem aplicadas as medidas que determina a Lei.

Conforme informações da polícia, os irmãos gêmeos de Bom Sucesso, são suspeitos de diversos crimes contra instituições financeiras e prática de homicídios.

Sertão Informado

STF decide que vacinação contra Covid-19 poderá ser obrigatória

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu aval nessa quinta (17) para que os governos locais possam estabelecer medidas para vacinação compulsória da população contra a Covid-19. Conforme o entendimento, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios podem estabelecer medidas legais pela obrigatoriedade, mas não podem determinar a vacinação forçada.

O caso foi julgado de forma preventiva. Até o momento, nenhum dos laboratórios que desenvolvem a vacina contra o novo coronavírus pediu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização do produto.

Com a decisão, nenhuma lei poderá prever que o cidadão seja levado à força para tomar a vacina, mas a eventual norma poderá prever a restrição de direitos pela falta de comprovação da vacinação, como deixar de receber um benefício, ser proibido de entrar em algum lugar ou ser impedido de realizar matricula escolar na rede pública de ensino.

No mesmo julgamento, a Corte decidiu que pais ou responsáveis de crianças e adolescentes também são obrigados a vacinarem seus filhos.

O entendimento do Supremo foi firmado no julgamento de três processos. A Corte julgou ações protocoladas pelo PDT para que o tribunal reconheça a competência de Estados e Municípios para determinar a vacinação compulsória e pelo PTB, cujo objetivo era garantir que a imunização não seja compulsória. Também foi julgado o caso de uma casal vegano que se recusou a vacinar os filhos por convicções pessoais. Esse caso chegou ao STF antes da pandemia.

Votos

No julgamento, prevaleceu o voto do ministro Ricardo Lewandowski, proferido na sessão de quarta (16), e do ministro Luis Roberto Barroso, relatores das ações. Segundo Lewandowski, a vacinação forçada da população é inconstitucional. No entanto, os governos podem aprovar medidas para determinar indiretamente a vacinação compulsória.

Barroso disse que a liberdade de consciência e de crença devem ser respeitadas, mas devem prevalecer os direitos da coletividade. O ministro citou que a vacinação compulsória começou a ser prevista em lei na época da monarquia no Brasil. “Não é novidade a obrigatoriedade de vacinas no direito brasileiro”, disse.

Para o ministro Alexandre de Moraes, é obrigação do Poder Público a realização da vacinação compulsória da população, sob pena de responsabilização dos agentes públicos.

“Cada brasileiro terá a obrigação de se vacinar, o que não significa que poderá ser lavado de forma forçada até a vacina. Obrigatoriedade não significa isso. A obrigatoriedade significa que eventual descumprimento levará a uma sanção”, afirmou.

O entendimento também foi seguido pela ministra Rosa Weber e os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e o presidente, Luiz Fux. Nunes Marques ficou vencido ao entender que a vacinação obrigatória deve ocorrer somente em último caso.

PortalCorreio

Ladrões promovem estragos e roubam vários objetos na sede da Podium Cursos na cidade de Patos

Ladrões invadiram e roubaram objetos da sede da instituição de ensino Podium Cursos, localizada na Rua do Padro, onde antes funcionou a antiga Campal.

A invasão foi percebida na terça-feira dia 8 de dezembro, quando alguns objetos tais como mesa de som, fios de rede elétrica, medidor de energia e lâmpadas tinham sido roubados.

O ladrão, ou os ladrões, provavelmente utilizaram uma das janelas principais do prédio, que estava danificada.

Diante do fato, os responsáveis pela instituição prestaram um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil de Patos. Porém, no dia seguinte perceberam um novo arrombamento em outra janela do prédio. Após uma averiguação, ficou constatado que outros objetos haviam sido roubados, a exemplo de um frigobar, dentre outros.

Além disso, fotografias do local mostram claramente que os ladrões danificaram grande parte do gesso para retirar a fiação do local.

Diante do fato, a Polícia Civil está dando continuidade às diligências para identificar os ladrões.

Veja o vídeo:

 

Patos Online

Paraíba registra 1.053 novos casos e 16 óbitos por covid-19 em 24h; total de mortos chega a 3.523 e 158 mil infectados

A Paraíba registrou 1.053 novos casos de Covid-19 e 16 óbitos confirmados desde a última atualização, 08 deles ocorridos nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde ao ClickPB neste sexta-feira (18), 158.449 pessoas já contraíram a doença, 122.935 já se recuperaram e 3.523, infelizmente, faleceram. Até o momento, 509.079 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados. 

Números da Covid-19 na Paraíba em 18/12 — (valores totais):

  • Casos Confirmados: 158.449
  • Casos Descartados: 212.439
  • Óbitos confirmados: 3.523
  • Casos recuperados: 122.935

Ocupação de leitos

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 56%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 59%. 

Em Campina Grande estão ocupados 57% dos leitos de UTI adulto e no sertão 93% dos leitos de UTI para adultos.

Alta de casos nos municípios

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos. A diferença de casos de ontem para hoje é de 1.053, nos quais 10 municípios concentram 665 casos, o que representa 63,15% dos casos em toda a Paraíba. 

São eles: 

  • Patos, com 210 novos casos, totalizando 6.437; 
  • João Pessoa, com 144 novos casos, totalizando 39.759; 
  • Sumé, com 64 novos casos, totalizando 982; 
  • Sousa, com 45 novos casos, totalizando 3.363; 
  • Campina Grande, com 42 novos casos, totalizando 14.934; 
  • Pombal, com 41 novos casos, totalizando 1.253; 
  • Monteiro, com 38 novos casos, totalizando 1.453; 
  • Cacimba de Dentro, com 30 novos casos, totalizando 588; 
  • Santa Rita, com 27 novos casos, totalizando 3.983; 
  • Catolé do Rocha, com 24 novos casos, totalizando 1.063.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 18/12, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Cidades

Até hoje, 188 cidades registraram óbitos por Covid-19. Os 16 óbitos registrados nesta sexta ocorreram entre 12 de maio e 18 de dezembro, sendo 09 deles nas últimas 48h. Os pacientes tinham idade entre 31 e 88 anos. Hipertensão, diabetes e cardiopatia foram as comorbidades mais frequente. Dos locais, dois ocorreram em hospitais privados, um em residência e os demais em hospitais públicos.

  • Homem, 79 anos, residente em Congo. Cardiopata. Início dos sintomas em 23/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 18/12/2020. 
  • Homem, 31 anos, residente em Queimadas. Diabético. Início dos sintomas em 10/12/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 18/12/2020. 
  • Mulher, 88 anos, residente em Bom Jesus. Hipertensa e obesa. Início dos sintomas em 08/12/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 18/12/2020. 
  • Mulher, 85 anos, residente em Pombal. Sem comorbidade. Início dos sintomas 01/12/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 17/12/2020.
  • Mulher, 84 anos, residente em Campina Grande. Cardiopata. Início dos sintomas em 10/12/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 17/12/2020. 
  • Homem, 74 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, diabético, cardiopata e tabagista. Início dos sintomas 23/11/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 17/12/2020. 
  • Homem, 39 anos, residente em Campina Grande. Sem comorbidade. Início dos sintomas 19/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 17/12/2020. 
  • Homem, 50 anos, residente em Araruna. Hipertenso, diabético, obeso e portador de doença hepática. Início dos sintomas em 19/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 17/12/2020. 
  • Homem, 65 anos, residente em Itabaiana. Diabético, cardiopata, tabagista e etilista. Início dos sintomas 04/12/2020. Foi a óbito em sua residência no dia 16/12/2020. 
  • Mulher, 75 anos, residente em Teixeira. Hipertensa. Início dos sintomas 01/12/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 15/12/2020.
  • Mulher, 70 anos, residente em Campina Grande. Cardiopata. Início dos sintomas 13/12/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 14/12/2020.
  • Mulher, 79 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa e diabética. Início dos sintomas 27/11/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 12/12/2020.
  • Mulher, 68 anos, residente em Malta. Hipertensa, diabética, cardiopata e portadora de doença renal. Início dos sintomas 02/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 12/11/2020.
  • Mulher, 73 anos, residente em Maturéia. Portadora de neoplasia. Início dos sintomas 05/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 09/11/2020.
  • Homem, 48 anos, residente em Campina Grande. Sem comorbidade. Início dos sintomas 18/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/05/2020.
  • Mulher, 81 anos, residente em Campina Grande. Sem comorbidade. Início dos sintomas 11/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 12/05/2020.

Clickpb