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Morre prefeito de Ingá Manoel da Lenha, vítima de Coronavírus

Morreu nesta quinta-feira (16), o prefeito de Ingá, Manoel da Lenha, vítima de Coronavírus. Manoel tinha 64 anos e estava internado na Clínica Santa Clara em Campina Grande desde o início do mês de julho.

No último dia 05 de julho a Prefeitura da cidade emitiu uma nota confirmando o teste positivo do prefeito. Manoel da Lenha apresentava comorbidades, por isso os médicos decidiram pela internação.

Devido a causa da morte o corpo do prefeito deve ser enterrado apenas na presença de familiares.

Manoel da Lenha foi eleito em 2012 e reeleito em 2016 pelo PSD com 54,95% dos votos válidos em uma coligação formada pelo PRB, PP, PRP, PR, PSB, PSDC, DEM, PHS, REDE, PSC e PT do B. A população de Ingá em 2018 foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 18.101 habitantes, distribuídos em 288 km² de área.

Clickpb

Grave acidente deixa feridos na saída de Patos para Campina Grande

Imagem: PatosTV

Por volta das 21h20min desta quarta-feira, 15/07, um acidente foi registrado no contorno da saída de Patos para Campina Grande, na BR 230.

Viaturas do Samu estiveram no local e levaram os feridos para o Hospital de Patos. Não há informações ainda de quantas pessoas estão feridas. Pelo menos duas ambulâncias do Samu estiveram no local, além de uma viatura da Polícia Militar e outra da PRF.

De acordo com as primeiras informações o acidente foi grave e envolveu pelo menos dois veículos: um carro e uma moto.

Folha Patoense
Foto: Patos TV

IFPB começa seleção de auxílio para estudantes sem acesso à internet

O Instituto Federal da Paraíba (IFPB) iniciou nessa terça-feira (14), a seleção para o Auxílio Emergencial Inclusão Digital. O benefício financeiro visa atender aos estudantes do IFPB com problemas de acesso à internet. O objetivo é proporcionar as condições para que todos os alunos consigam acompanhar as atividades acadêmicas não-presenciais que estão sendo planejadas para o IFPB enquanto durar o período crítico da pandemia.

A equipe da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) ao lado das equipes de Assistência Estudantil nos campi elaboraram as regras de seleção e os critérios para ter acesso ao benefício. Cada campus tem seu próprio edital e a maioria já publicou no seu ambiente no site institucional.

O pró-reitor de Assuntos Estudantis do IFPB, Manoel Macedo, explicou que esse auxílio é específico para que o estudante consiga contratar um plano de acesso a internet. “Os valores do benefício variam conforme o campus porque foi feito com base em uma pesquisa de valores dos provedores de internet disponíveis no município. Há campus que vai disponibilizar cinco parcelas e outros seis”, comentou Macedo.

Ele informou que a Reitoria disponibilizou aos campi, proporcionalmente ao número de estudantes, cerca R$ 400 mil para essa finalidade. Mas, a maior parte dos recursos é de cada campus, oriunda, assim como da Reitoria, de valores economizados durante a suspensão de atividades presenciais. A economia nos gastos de energia elétrica, água, telefone, diárias e passagens possibilitou a alocação desse dinheiro para o auxílio de inclusão digital.

400 estudantes beneficiados

Mais de 4000 auxílios devem ser disponibilizados aos aprovados no edital de seleção. Segundo Macedo, muitos recursos advêm da própria Assistência Estudantil como aqueles destinados a participação de estudantes em eventos científicos ou jogos, todas atividades canceladas nesse ano devido a Covid-19.

Apesar de a inscrição para o auxílio de inclusão digital ser feita também online, mediante o Suap, o pró-reitor esclareceu que as equipes dos campi estão comprometidas a fazer uma busca ativa do estudante que está fora da conexão de internet. “Muitos campi já fizeram esse mapeamento preliminar, até com auxílio de líderes de turmas e já sabem previamente quem são os estudantes em vulnerabilidade que precisam do auxílio”, apontou Macedo.

Os campi partiram, também, da pesquisa sobre conectividade, realizada com membros da Pró-Reitoria de Ensino, esclareceu Macedo. A quantidade de benefícios foi decidida justamente em virtude daquela porcentagem que se revelou fora das condições de acesso à internet e daqueles que não conseguiram preencher o questionário.

Outro benefício

O IFPB está estudando ainda um outro benefício que pode servir para estudantes dos cursos técnicos e superiores adquirirem equipamentos digitais necessários para utilizar as plataformas virtuais de aprendizagem. Macedo destaca que o início das atividades não-presenciais está condicionado à finalização dessa seleção para proporcionar que todos os estudantes do IFPB tenham condições de participar.

PortalCorreio

PIS-Pasep 2020-2021: abono salarial começa a ser pago nesta quinta

O abono salarial PIS-Pasep 2020-2021 começa a ser pago nesta quinta-feira (16) para os trabalhadores com direito ao benefício nascidos de julho (PIS) ou com benefício final 0 (Pasep). As datas valem para trabalhadores que não forem correntistas da Caixa ou do BB – no caso desses últimos, o dinheiro já foi creditado diretamente em conta.

O calendário de saques se estenderá até 30 de junho de 2021 (veja os calendários mais abaixo). No caso do PIS (trabalhadores do setor privado), os pagamentos são feitos de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. No Pasep (para servidores públicos), seguem o número final do benefício.

Só no caso do PIS, são mais de 5,9 milhões de trabalhadores que terão o crédito em conta antecipado, totalizando R$ 4,5 bilhões em recursos, segundo a Caixa.

Segundo o Ministério da Economia, quem não sacou o abono anterior, do calendário 2019/2020, até o dia 29 de maio, ainda pode fazer isso. Para os correntistas da Caixa e do BB também foi feito crédito em conta a partir de 30 de junho – e os demais trabalhadores poderão fazer o saque a partir de 16 de julho.

No caso da Caixa, o saque pode ser realizado a partir do dia 16 de julho e vai até o dia 30 de junho nos canais de atendimento com cartão e senha cidadão, ou nas agências da Caixa. A consulta ao direito também pode ser realizada pelo App CAIXA Trabalhador e pelo atendimento Caixa ao Cidadão, 0800 726 0207.

O calendário de recebimento leva em consideração o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos. O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. O Pasep é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil.

Quem nasceu nos meses de julho a dezembro ou tem número final de inscrição entre 0 e 4 receberá o benefício ainda no ano de 2020. Já os nascidos entre janeiro e junho e com número de inscrição entre 5 e 9 receberão no primeiro semestre de 2021. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2021, prazo final para o recebimento.

A Caixa vai disponibilizar cerca de R$ 15,8 bilhões para mais de 20,5 milhões de beneficiários até o final do calendário do exercício 2020/2021.

O valor do abono varia de R$ 88 a R$ 1.045, dependendo do período trabalhado formalmente em 2019.

G1

Apenas dois municípios paraibanos não possuem casos confirmados de Coronavírus

A Paraíba registrou até nesta quarta-feira (15), 63.939 casos confirmados de Coronavírus em 221 municípios. Com os novos dados, apenas os municípios paraibanos de Ouro Velho e São Domingos, não registraram casos confirmados da doença.

Até o momento, 185.202 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados. O Estado ja registrou 1.383 óbitos pela doença.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 52%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 61%.

Em Campina Grande, estão ocupados 47% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 56% dos leitos de UTI para adultos.

Os casos confirmados estão distribuídos por 221 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (38); Aguiar (19); Alagoa Grande (594); Alagoa Nova (217); Alagoinha (605); Alcantil (26); Algodão de Jandaíra (4); Alhandra (453); Amparo (13); Aparecida (37); Araçagi (368); Arara (138); Araruna (170); Areia (217); Areia de Baraúnas (6); Areial (37); Aroeiras (125); Assunção (30); Baia da Traição (320); Bananeiras (105); Baraúna (120); Barra de Santa Rosa (32); Barra de Santana (71); Barra de São Miguel (19); Bayeux (1122); Belém (512); Belém do Brejo do Cruz (14); Bernardino Batista (3); Boa Ventura (2); Boa Vista (61); Bom Jesus (6); Bom Sucesso (7); Bonito de Santa Fé (9); Boqueirão (200); Borborema (7); Brejo do Cruz (165); Brejo dos Santos (15); Caaporã (833); Cabaceiras (25); Cabedelo (2059); Cachoeira dos Índios (53); Cacimba de Areia (7); Cacimba de Dentro (83); Cacimbas (41); Caiçara (313); Cajazeiras (894); Cajazeirinhas (4); Caldas Brandão (121); Camalaú (1); Campina Grande (8511); Capim (130); Caraúbas (30); Carrapateira (28); Casserengue (161); Catingueira (15), Catolé do Rocha (194); Caturité (64); Conceição (137); Condado (98); Conde (545); Congo (42); Coremas (59); Coxixola (16); Cruz do Espírito Santo (243); Cubati (61); Cuité (128); Cuité de Mamanguape (77); Cuitegí (208); Curral de Cima (16); Curral Velho (1), Damião (5); Desterro (43); Diamante (3); Dona Inês (48); Duas Estradas (45); Emas (7); Esperança (337); Fagundes (64); Frei Martinho (5); Gado Bravo (77); Guarabira (2809); Gurinhém (271); Gurjão (19); Ibiara (17); Igaracy (4); Imaculada (26); Ingá (603); Itabaiana (854); Itaporanga (62); Itapororoca (362); Itatuba (217); Jacaraú (176); Jericó (5); João Pessoa (17.223); Joca Claudino (2); Juarez Távora (226); Juazeirinho (129); Junco do Seridó (31); Juripiranga (340); Juru (15); Lagoa (4); Lagoa de Dentro (61); Lagoa Seca (501); Lastro (15); Livramento (52); Logradouro (100); Lucena (237); Mãe d’Água (16); Malta (29); Mamanguape (1700); Manaíra (8); Marcação (127); Mari (660); Marizópolis (8); Massaranduba (239); Mataraca (125); Matinhas (56); Mato Grosso (7); Matureia (25); Mogeiro (105); Montadas (35); Monte Horebe (1); Monteiro (157); Mulungu (247); Natuba (47); Nazarezinho (12); Nova Floresta (30), Nova Olinda (7); Nova Palmeira (40); Olho D´Água (37); Olivedos (50); Parari (5); Passagem (30); Patos (2082); Paulista (73); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (27); Pedras de Fogo (1110); Pedro Régis (33); Piancó (96); Picuí (134); Pilar (209); Pilões (46); Pilõezinhos (187); Pirpirituba (158); Pitimbu (540); Pocinhos (71); Poço Dantas (4); Poço de José Moura (1); Pombal (200); Prata (3); Princesa Isabel (48); Puxinanã (214); Queimadas (694); Quixaba (26); Remígio (186); Riachão (37); Riachão do Bacamarte (197); Riachão do Poço (49); Riacho de Santo Antônio (20); Riacho dos Cavalos (5); Rio Tinto (700); Salgadinho (12); Salgado de São Felix (149); Santa Cecília (48); Santa Cruz (15); Santa Helena (11); Santa Inês (29); Santa Luzia (185); Santa Rita (1618); Santa Terezinha (44); Santana de Mangueira (5); Santana dos Garrotes (6); Santo André (6); São Bentinho (24); São Bento (820); São Domingos do Cariri (31); São Francisco (19); São João do Cariri (56); São João do Rio do Peixe (113); São João do Tigre (4); São José da Lagoa Tapada (27); São José de Caiana (32); São José de Espinharas (12); São José de Piranhas (83); São José de Princesa (1); São José do Bonfim (53); São José do Brejo do Cruz (5); São José do Sabugi (175); São José dos Cordeiros (7); São José dos Ramos (155); São Mamede (35); São Miguel de Taipu (90); São Sebastião de Lagoa de Roça (149); São Sebastião do Umbuzeiro (5); São Vicente do Seridó (34); Sapé (674); Serra Branca (104); Serra da Raíz (14); Serra Grande (8); Serra Redonda (163); Serraria (66); Sertãozinho (64); Sobrado (108); Solânea (222); Soledade (105); Sossego (8), Sousa (773); Sumé (112); Tacima (92); Taperoá (53); Tavares (34); Teixeira (100); Tenório (13); Triunfo (21); Uiraúna (31); Umbuzeiro (57); Várzea (9); Vieirópolis (4); Vista Serrana (3), Zabelê (9).

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Com vetos, Bolsonaro sanciona lei do novo Marco Legal do Saneamento Básico

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (15) a lei do novo Marco Legal do Saneamento Básico no país, que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033. O texto, aprovado no Congresso no mês passado após muita discussão, viabiliza a injeção de mais investimentos privados nos serviços de saneamento.

Atualmente, em 94% das cidades brasileiras o serviço de saneamento é prestado por empresas estatais. As empresas privadas administram o serviço em apenas 6% das cidades. A nova lei extingue os chamados contratos de programa, aqueles em que prefeitos e governadores firmavam termos de parceria diretamente com as empresas estatais, sem licitação. Com a nova lei, será obrigatória a abertura de licitação, na qual poderão concorrer prestadores de serviço públicos ou privados.

A cerimônia de sanção reuniu vários ministros no Palácio do Planalto. O presidente participou por videoconferência do Palácio da Alvorada.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já tem uma carteira de mais de R$ 50 bilhões em investimentos, pronta para ser oferecida à inciativa privada. O primeiro leilão deve ser em setembro, em Alagoas.

Segundo Marinho, Rio de Janeiro e São Paulo já estão trabalhando para montar suas carteiras. No Amapá, os 16 municípios do estado também consolidaram o consórcio para atrair os investimentos, processo que também está em curso no Acre. A expectativa do governo é de investimentos em torno de R$ 500 bilhões a R$ 700 bilhões em dez anos.

Confira a cerimônia completa:

De acordo com o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, o saneamento será prioritário na agenda do banco para os próximos anos e “não haverá falta de crédito e financiamento para os projetos do setor”. O órgão também trabalhará como estruturador dos projetos e das modelagens de operação para definir a melhor política pública para cada estado e região, considerando a universalização no menor tempo possível, respeito à capacidade de pagamento de cada localidade, abertura de concorrência e sustentabilidade financeira do projeto.

“Uma boa modelagem, uma boa análise de impacto ambiental, uma boa engenharia são fundamentais para que os recursos sejam otimizados e aportados em tempo e a contento, nessa jornada de anos que temos pela frente”, disse.

A nova lei prevê também que os contratos em vigor poderão ser prorrogados por mais 30 anos, desde que as empresas comprovem a capacidade econômico-financeira e se adequem aos objetivos de universalização do marco. A metodologia para essa comprovação será publicada em até 90 dias, e as empresas terão até 30 de março de 2022 para consolidar os contratos em vigor.

Universalização

As empresas devem ampliar o fornecimento de água para 99% da população e da coleta e tratamento de esgoto para 90% da população, até o final de 2033. Mas há a possibilidade de extensão desse prazo até 2040, caso se comprove a inviabilidade técnica ou financeira.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 35,7% da população brasileira não têm acesso aos serviços de saneamento básico, cerca de 75 milhões de pessoas – soma maior que o número de habitantes da França. Na Região Norte, oito de cada dez domicílios não dispõem de esgoto sanitário (dados de 2018).

Para Marinho, o novo marco é o casamento perfeito entre saúde e economia. “Com as obras de saneamento nós proporcionamos emprego, renda, qualidade de vida, desenvolvimento sustentável, respeito ao meio ambiente, ecologia, tratamento adequado das águas e diminuição da mortalidade infantil, da pressão sobre a rede de saúde pública e de doenças endêmicas que já deveriam ter sido varridas do nosso país desde o século passado”, destacou.

O novo marco também prevê o sistema de saneamento com prestação de serviço regionalizada. Assim, empresas não podem fornecer serviço apenas para os municípios de interesse delas, que gerem lucro. A prestação regionalizada inclui municípios mais e menos atraentes e não necessariamente contíguos em um mesmo território de prestação.

Para isso, em até 180 dias, os estados devem compor grupos ou blocos de municípios, que poderão contratar os serviços de forma coletiva. A adesão é voluntária. O modelo anterior funcionava por meio de subsídio cruzado: as grandes cidades atendidas por uma mesma empresa estatal ajudavam a financiar a expansão do serviço nos municípios menores e mais afastados. “Esse marco vai permitir que os municípios que têm menos capacidade técnica e financeira não sejam deixados para trás”, disse o ministro Rogério Marinho.

Outros dispositivos

Também ficou estabelecido um prazo para o fim dos lixões no país. De acordo com a governo, para capitais e regiões metropolitanas, esse prazo é 31 de dezembro deste ano. Para municípios com menos de 50 mil habitantes, o prazo é 2024.

A nova legislação também deve contribuir para a revitalização de bacias hidrográficas, fortalecimento do papel regulatório da Agência Nacional de Águas (ANA) e alocação de recursos públicos federais e os financiamentos com recursos da União. Será instituído o Comitê Interministerial de Saneamento Básico (Cisb), sob a presidência do Ministério do Desenvolvimento regional, para assegurar a implementação da política.

O novo marco legal divide opiniões. Entre entidades empresariais, há expectativa de que a mudança na legislação gere condições de investimento e ambiente de negócio que possam favorecer a ampliação dos serviços de abastecimento de água e de coleta de esgoto. As entidades que se opõem temem que a medida privatize o acesso a recursos hídricos e deixe a universalização do saneamento fora de perspectiva.

Vetos

De acordo com o ministro Rogério Marinho, o texto foi sancionado com 11 vetos. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou a razão de três deles.

Foram vetados os parágrafos 6º e 7º do Artigo 14 pois, “ao criarem uma nova regra para indenização de investimentos não amortizados das prestadoras de saneamento, geram insegurança jurídica por descompasso ao já previsto na Lei nº 8987/95 (Lei de Concessões)”. “Ademais, como não é possível na prática a distinção da receita proveniente de tarifa direcionada para um ativo, haveria inviabilidade de pagamento da indenização”, diz a nota.

De acordo com a Secretaria-Geral, também foi vetado o Artigo 16 e seu parágrafo único pois permitem a renovação, por mais 30 anos, dos atuais contratos de programa. “[Dessa forma] prolongam demasiadamente a situação atual, de forma a postergar soluções para os impactos ambientais e de saúde pública de correntes da falta de saneamento básico e da gestão inadequada da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Ademais, os dispositivos foram vetados por estarem em descompasso com os objetivos do novo marco legal do saneamento básico, que orientam a celebração de contratos de concessão, mediante prévia licitação, estimulando a competitividade da prestação desses serviços com eficiência e eficácia, o que por sua vez contribui para melhores resultados”, diz a nota.

O Artigo 20 do projeto aprovado no Congresso foi vetado integralmente. De acordo com Rogério Marinho, o dispositivo impedia que o setor de tratamento de resíduos sólidos também fosse contemplado no novo marco legal, da mesma forma que o esgotamento sanitário e o acesso à água potável. A nota da Secretaria-Geral diz que isso quebraria “a isonomia entre as atividades de saneamento básico, de forma a impactar negativamente na competição saudável entre os interessados na prestação desses serviços, além de tornar menos atraente os investimentos”.

Agência Brasil

Em delação, Cabral aponta ‘mesada’ para Vital do Rêgo e mais dois ministros do TCU

O site da Crusué detalhou nesta quarta-feira (15) um trecho da delação de Sérgio Cabral que apontou o pagamento de uma ‘mesada’ de R$ 100 mil para o paraibano Vital do Rêgo e mais dois outros ministros do TCU.

De acordo com repercussão publicada no Antagonista, a Crusoé informa que Sérgio Cabral delatou os ministros Vital do Rêgo, Bruno Dantas e Raimundo Carreiro.

“Eles teriam recebido valores mensais, por meio de um contrato simulado entre a Fecomércio e um escritório de advocacia. Cada um dos ministros teria recebido 100 mil reais mensais por um período de mais de um ano, segundo a delação do ex-governador. Ele também afirma que outros 100 mil reais ficavam com o advogado Marcelo Nobre.”

Fonte: PB Agora

Justiça Federal em Patos condena União por danos morais a anistiado político preso e torturado durante ditadura militar

A Justiça Federal na Paraíba (JFPB), em Patos, condenou a União a pagar indenização por danos morais a Marcos Antônio de Gois Nogueira, que foi declarado judicialmente como anistiado político. Na ação consta que Marcos Antônio sofreu várias consequências na vida pessoal e profissional por causa das perseguições ideológicas ocorridas no final da década de 1960. Ele foi preso e torturado pelo regime militar.

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça indeferiu o pedido do autor da ação. Com isso, ele ajuizou ação na 14ª Vara Federal da JFPB. Contra a decisão ainda cabe recurso.

Segundo o processo, no dia 11 de setembro de 1969, Marcos Antônio foi detido pela Polícia Militar em Patos, tendo permanecido por várias horas na delegacia, até ser liberado, às 17h. No mesmo dia, as Polícias Militar e Federal, em ação conjunta, o prenderam novamente e o levaram para João Pessoa, onde permaneceu preso, inclusive no Presídio do Róger, sob a acusação de que, com outras pessoas, havia feito pichações políticas em algumas paredes. Na prisão, as torturas físicas e psicológicas se tornaram constantes, tentando fazer com que o autor confessasse atos que não havia praticado.

Ficou registrado, na sentença, que Marcos Antônio de Gois Nogueira foi vítima de perseguição motivada por razões exclusivamente políticas, ao ser “preso para averiguação”, tendo seus direitos e garantias fundamentais violados.

A União alegou prescrição do pedido de anistia, mas a decisão da 14ª Vara Federal destaca que a orientação dos Tribunais Superiores é pela imprescritibilidade das pretensões indenizatórias decorrentes de violações a direitos fundamentais ocorridas ao longo da ditadura militar no Brasil.

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Paraíba mantém a menor taxa de letalidade por Covid-19 do Nordeste

Há um mês a Paraíba vem mantendo a menor taxa de letalidade por Covid-19 da região Nordeste. Entre as pessoas que contraíram a doença, 2,1% delas foram a óbito. No cenário nacional, o estado está em sexto lugar, ficando abaixo da média nacional, que é de 3,8%. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) atribui este resultado ao alto número de testagem e à assistência adequada prestada à população paraibana.

Até a última atualização, 185.202 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados na Paraíba. Para a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, ações de testagem e isolamento e os cuidados prestados ao povo paraibano foram efetivos para controlar uma doença de fácil transmissão e com o cenário pandêmico como a Covid-19 e manter a taxa de letalidade baixa.

“Trabalhamos inicialmente com os testes nas referências e portas de entrada para os casos suspeitos. À medida que ampliamos a distribuição junto aos municípios, ofertamos também os testes na Atenção Primária e captamos mais casos leves de Síndrome Gripal. Hoje, a proporção dos casos confirmados é de que 95% deles são leves. Essa estratégia de testagem ampliada foi importante para conter os casos do novo coronavírus na Paraíba”, afirma.

A taxa de letalidade é a proporção entre o número de mortes por uma doença e o número total de doentes que sofrem desse agravo, ao longo de um determinado período de tempo. Comparando com outros estados da federação, a Paraíba está à frente do Rio de Janeiro, que apresenta a pior taxa do Brasil com 8.8%, e São Paulo (4.4%), e tem o mesmo coeficiente de letalidade que Minas Gerais (2.1%). Os estados que apresentam uma taxa menor que a Paraíba são: Santa Catarina (1.2%), Mato Grosso do Sul (1,3%), Amapá (1.5%), Tocantins (1.7%) e Roraima (1.7%).

Segundo os dados mais recentes do Estado, a Paraíba até o momento confirmou 62.462 casos de Covid-19 e registra 1.342 óbitos. O vírus está presente em 219 dos 223 municípios paraibanos.

Secom-PB

Prefeitura de Santa Terezinha começa a instalação dos equipamentos esportivos na Academia da Saúde que está sendo construída no sítio Santana

A Prefeitura Municipal de Santa Terezinha – PB começou nesta semana a instalação dos equipamentos esportivos da Academia da Saúde que está sendo construída no sítio Santana.

Com recursos próprios está sendo feita a parte da construção e os equipamentos esportivos são recursos de uma emenda parlamentar do ex-deputado federal Benjamin Maranhão.

O beneficio é uma reivindicação da Associação Agrícola Santana e Queimadas.

Nos próximos dias a obra será entregue a população que poderá fazer atividades físicas em um local adequado para a prática.

Construção da caixa d’água

A Prefeitura também atendeu outro pleito daquela comunidade e está construindo uma nova caixa d’água na região.

Foi solicitado à recuperação ou construção de uma nova caixa d’água porque o atual reservatório está em péssimas condições.

De acordo com o Setor de Engenharia da Prefeitura, a obra está 98% concluída e também será entregue a comunidade nos próximos dias.

Equipamentos Esportivos

 

Caixa d’água