Adriano Galdino apresenta voto de aplauso e título de cidadão paraibano para dono do Grupo Mateus
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, apresentou voto de aplauso e projeto de Lei propondo à concessão de título de cidadania paraibana ao empresário Ilson Mateus, dono do Grupo Mateus, pelos relevantes serviços prestados ao Estado.
“O presente reconhecimento trata-se de homenagem justa, considerando os relevantes serviços prestados pelo empresário aos paraibanos, pois são milhares de empregos gerados através do Grupo Mateus, que figura hoje no mercado como a maior rede varejista do Norte/Nordeste e a terceira maior empresa de varejo alimentar do Brasil”, ressaltou Adriano.
Atualmente, o Grupo Mateus emprega mais de 50 mil colaboradores nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Paraíba e Alagoas. A marca Mateus está presente nos setores de varejo, atacarejo, eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento. Na Paraíba, as lojas estão nas cidades de Cajazeiras, Campina Grande, Sousa, Guarabira, João Pessoa, Bayeux e Cabedelo gerando mais de três mil empregos direto e indireto.
As lojas de João Pessoa, Bayeux e Cabedelo serão abertas para atendimento ao público em geral nesta quinta-feira (20).
Sobre o homenageado:
Ilson Mateus Rodrigues nasceu em Imperatriz, no Maranhão, no dia 6 de março de 1963. É o terceiro filho entre os 6 irmãos e ,desde muito cedo, trabalhou em busca de uma vida melhor para a família. Foi engraxate, torneiro mecânico e na década de 1980, atraído pela promessa do ouro, se aventurou no garimpo de Serra Pelada.
Anos mais tarde, em 1986, Ilson Mateus abriu um pequeno armazém de apenas 50m2 na cidade de Balsas, interior do Maranhão, que se tornaria o primeiro supermercado da Rede Mateus no estado. Nos anos seguintes o empreendimento cresceu e a marca Mateus ganhou espaço dentro do mercado do Maranhão, em seguida expandindo a atuação para outros estados.
Casado com Pauliana Menezes e pai de 6 filhos, Ilson Mateus é um homem de muita fé e que dedica a vida à família e ao trabalho.
Wscom
A História Viva de Patos, por Misael Nóbrega de Sousa
A HISTÓRIA VIVA DE PATOS
Quinta-feira (18), participei no auditório da fundação Ernani Sátiro (FUNES), de uma palestra da professora Zoetânia Nóbrega, minha confreira no Instituto Histórico e Geográfico de Patos (IHGP), intitulada: Reflexão sobre a história de Patos no ensino fundamental.
Diferentemente da dinâmica convencional, Zoetânia preferiu provocar os presentes sugerindo que contassem as suas experiências, ligadas aos temas que melhor se identificassem com eles, fosse por: curiosidade/pesquisa ou por vocação/trabalho.
E não é que deu certo! O que se viu foi a remontagem da história patoense numa aula viva, pois como já dissera numa crônica que fiz outro dia: cada um de nós é um livro aberto com todas as letras caindo e um mundo inteiro abrindo caminho.
O resumo da história durou o tempo da costura… – Um discurso organizado em tessituras para não haver disputas – Ali, tivemos a oportunidade de ser. E eu me vi nos relatos de todos: ora menino ora meu pai… E fui indo e fluindo até que sumi para dentro das páginas como em “Alice no pais das maravilhas”.
Esta cidade é o meu extrato de mundo. Cada beco tem o meu hálito. A relação mais fiel de um indivíduo com a sua gente é quando ele faz questão de ser semente. Aqui, “quando pararem todos os relógios de minha vida” repousarei o meu corpo sofrível e devolverei a esta terra tudo o que dela tenho tirado.
Agradeço a professora Zoetânia pela oportunidade de respirar o mesmo ar que nos absolve e condena. E, entre um fôlego e outro, eu digo: – Valeu a pena.
Misael Nóbrega de Sousa
Lula vê possibilidade de soluções para Rússia, Ucrânia e Venezuela
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (19), em Bruxelas, que o mundo já está cansado dos impasses e dos conflitos contemporâneos, mas ressaltou que esse cansaço pode ajudar na busca por soluções. A afirmação foi feita em meio a comentários sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, bem como sobre os problemas internos e externos vividos pela Venezuela.
Segundo o presidente, esse “cansaço”, associado aos eventos negativos que naturalmente decorrem das duas situações de conflitos e impasses, poderão criar um” clima” por soluções mais depressa do que se imagina.
Nesse sentido, o presidente afirmou que é importante a participação de países não diretamente envolvidos nos processos de negociação.
Em entrevista coletiva, pouco antes de embarcar de volta para o Brasil, Lula disse que as reuniões ocorridas durante a Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE) possibilitaram aos países europeus melhor compreensão sobre o posicionamento moderado dos latino-americanos com relação à guerra entre Rússia e Ucrânia.
O presidente disse que compreende a dificuldade para os envolvidos direta ou indiretamente no conflito entenderem que o distanciamento de outros países menos envolvidos poderá ajudar em futuras negociações. “Obviamente não posso deixar de entender o nervosismo da UE. Afinal, há países que fazem fronteira com a Ucrânia”, disse Lula, ao citar o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky.
“Tem muita gente que estava nervosa e afobada há meses, que agora precisa de alguém que ajude a encontrar o caminho da paz. O Brasil tem feito isso [busca pela paz] desde o começo. Temos conversado sobre isso com China, Indonésia, América Latina. É preciso que a gente construa um grupo de países capazes de, no momento certo, convencer Rússia e Ucrânia de que a paz é o melhor caminho”, acrescentou.
Lula reiterou o posicionamento do Brasil a favor de que se pare com a guerra o quanto antes, e que, depois, as partes se sentem à mesa para discutir. Segundo ele, não há como abrir o diálogo enquanto não houver um cessar-fogo. “Enquanto houver tiro, não se vai conversar”, lamentou.
Cansaço
O presidente brasileiro disse que seu enviado especial aos dois países, o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, fez relatos sobre o quão assustadas estavam as pessoas nessas regiões.
“É normal que a preocupação deles seja maior do que a minha, que estou a 14 mil quilômetros de distância. Mas é exatamente pelo fato de estarmos distantes que podemos ter tranquilidade para tentar criar um clima de construção de paz”, argumentou. “Por enquanto, nem Zelensky, nem [Vladimir] Putin [presidente da Rússia] querem falar de paz porque cada um pensa que vai ganhar”, acrescentou.
“Mas já está havendo um cansaço. O mundo começa a se cansar. Os países começam a se cansar. Então vai chegar o momento em que vai ter paz. Aí vai ter de ter um grupo de países capazes de conversar com a Rússia e com a Ucrânia”, completou.
Venezuela
Lula aproveitou o tema para falar também do “cansaço” pelo qual passam a Venezuela e seu povo, em meio aos questionamentos sobre a política interna e sobre as sanções externas aplicadas contra aquele país pelos Estados Unidos.
Durante a cúpula na Bélgica, foi divulgada uma declaração conjunta, assinada pelos presidentes da França, Argentina, Colômbia e Brasil, pedindo ao governo venezuelano e a representantes da oposição que retomem o diálogo e assegurem a organização de eleições livres e transparentes no país.
O documento foi publicado nesta terça-feira (18), um dia após reunião, em Bruxelas, entre os presidentes dos quatro países, com a participação do Alto Representante da União Europeia para Relações Exteriores e Política de Segurança, Josep Borrell.
Todos se reuniram na mesma mesa com a vice-presidente da Venezuela e o negociador-chefe da Plataforma Unitária da oposição venezuelana, Gerardo Blyde.
“A conclusão a que chegamos é que a situação na Venezuela será resolvida quando partidos e governo venezuelanos chegarem à conclusão da data das eleições e das regras que vão estabelecer as eleições. Com base nisso, o compromisso de que as punições impostas pelos Estados Unidos devem começar a cair. São sanções absurdas que não possibilitam à Venezuela sequer lidar com o próprio dinheiro que está [depositado] em outros países”, disse o presidente brasileiro.
“Sinto que todos estão cansados. A Venezuela está cansada. O povo quer encontrar uma solução. Acho que estamos chegando nesse clima. Caso eles se entendam com relação a regras e datas das eleições, teremos autoridade moral de pedir o fim das sanções”, completou Lula.
Agência Brasil
Efraim Filho é o parlamentar mais bem avaliado em ranking nacional: “Honra em colocar a Paraíba no topo”
O senador Efraim Filho (União) ficou em primeiro lugar como o parlamentar do Congresso Nacional mais bem avaliado do país. A classificação é da plataforma Ranking dos Políticos, iniciativa da sociedade civil, inteiramente independente, que avalia parlamentares brasileiros e pode ser acessada via Intenet. O paraibano foi o único do Brasil a ultrapassar a barreira dos nove pontos na avaliação, ficando em segundo lugar a deputada por São Paulo, Adriana Ventura do Novo, e o Senador Laercio Oliveira (PP/SE) em terceiro. “Uma honra colocar a Paraíba no topo do Ranking nacional”, afirmou o senador.
Aos 44 anos, depois de 4 mandatos como deputado federal, Efraim chegou ao Senado e logo foi designado líder do terceiro maior partido da Casa, o União Brasil. E é no exercício da liderança que ele tem sido presença marcante no plenário, nas comissões e na mídia nacional, sempre debatendo os grandes temas e desafios brasileiros em pauta.
Segundo Efraim, “a Paraíba fez a opção por um Senador jovem, trabalhador e ficha limpa. Com muita humildade, vou retribuir esse carinho e confiança com muito trabalho.” Mas, para além disso, o senador paraibano conseguiu aprovar 4 importantes projetos na Casa. E projetos que mexem com a vida e o bolso das pessoas.
Projeto que simplifica o sistema tributário e facilita a vida do contribuinte, a criação da Nota Fiscal Brasil Eletrônica substitui o preenchimento de nove formulários por apenas um. A matéria é tão importante que é considerada uma “minirreforma tributária”. O projeto, por isso mesmo, contou com o apoio de pelo menos treze importantes entidades ligadas ao setor produtivo. Aprovado no Senado, o texto seguiu para a sanção presidencial.
Efraim também teve aprovado o seu projeto que mantém os coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios das cidades com redução populacional aferida pelo IBGE. O texto beneficia, principalmente, os pequenos municípios brasileiros. Só aqui na Paraíba, por exemplo, 19 municípios perderiam uma considerável fonte de renda, caso a proposta não fosse aprovada. A matéria, de tão urgente e importante, já foi sancionada, ou seja, já é lei.
A prorrogação da desoneração da folha de pagamento foi um outro ponto importante do senador. Na sua avaliação, prorrogar a desoneração da folha tem o poder de garantir entre 300 mil a 600 mil postos de trabalho. E não foi a primeira vez que Efraim trabalhou a favor do pleno emprego. Ainda na Câmara, então deputado, ele foi o autor da proposta que resultou na lei que prorrogou a desoneração da folha até o fim deste ano de 2023 (Lei 14.288, de 2021). Agora, com a aprovação do novo projeto no Senado, 17 setores da economia, justamente os que mais empregam, terão a desoneração da folha até 2027. Para Efraim, a medida “vai ao encontro do princípio constitucional da busca do pleno emprego”. O senador também afirmou que a desoneração não afeta o teto de gastos, de modo que não resulta em menos investimentos sociais.
Também de sua autoria, Efraim conseguiu aprovar o projeto que inclui a segurança viária dos agentes de trânsito no rol de projetos apoiados pelo Fundo Nacional de Segurança Pública. Efraim ainda computa 18 outros projetos de sua autoria protocolados na Secretaria Geral da Mesa e em tramitação no Senado.










