Construtor morre em acidente de carro, no Vale do Piancó
O empresário Railson Tadeu da Silva Pereira, popularmente conhecido como “Panta”, morreu vítima de um capotamento de uma caminhonete Hilux preta, na noite desta sexta-feira (19), na PB-372/382, entre as cidades de São José de Caiana e Itaporanga, no Vale do Piancó. Ele era casado com a sobrinha do deputado estadual Nilson Lacerda, Roxana Lacerda.
De acordo com informações de populares, o veículo foi encontrado capotado às margens da rodovia, nas primeiras horas deste sábado (20). Tadeu era construtor civil com obras por algumas cidades do Vale do Piancó. Ele era natural da cidade de Pombal
Vale do Piancó Notícias
Comitiva de São José do Bonfim participa do Fórum de Secretários de Agricultura em Campina Grande
Nesta sexta-feira, dia 19 de maio, o Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, promoveu a instalação do Fórum Estadual de Secretários e Secretárias Municipais de Agricultura. O evento contou com a presença de representantes de diversos municípios, incluindo São José do Bonfim, que foi representado pelo Secretário Municipal de Agricultura, José Edinaldo Rodrigues Guedes.
Além do Secretário Naldinho Guedes estiveram presentes e participaram do Fórum representando a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município Willian Diniz e Pedro Lucena.
O Fórum contou com a presença do Secretário Executivo da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido Bivar Duda, o Secretário de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca do Estado da Paraíba,Joaquim Hugo, o Secretário de Estado da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Seminário Frei Anastácio, além do Agrônomo do Município de Campina Grande Allan Bergman. O encontro ocorreu na cidade de Campina Grande.
O objetivo principal do Fórum Estadual de Secretários Municipais de Agricultura é promover o diálogo entre os gestores municipais, compartilhar experiências, discutir políticas públicas voltadas para o desenvolvimento agrícola e buscar soluções para os desafios enfrentados no setor. A troca de conhecimentos e a articulação entre os municípios são fundamentais para impulsionar a agricultura e fortalecer a economia rural.
Ascom
O ateliê da Benjamin Constant, por Misael Nóbrega de Sousa
O ATELIÊ DA BENJAMIN CONSTANT
(Um registro da casa-viva do pintor Murilo Santos de Almeida, “onde morreram todos os doentes”, em Patos, Paraíba)
O tracejar do pincel faz o mundo se abrir pelas frestas do tempo é quando o vento entra para forçar a porta semi-cerrada atrás da cena uma rua singular como testemunha de algo sendo parido na ansiedade do próprio parto soluços em guaches e pincéis são ouvidos toda noite eventos que fluem do imaginário feito arte moderna em plena caverna do ser humano mas o escuro não é pano de fundo para o medo as paredes grafadas são pedras filosofais livros apócrifos que nos dão a ideia do que podemos ser a liberdade é o tema de todos os quadros o sangue coagulado a tinta essencialíssima e o quadrilátero a abadia pois o sacrossanto é o discurso que se sustenta pelo cavalete da ciência da técnica da persistência figuras que perguntam mais que respondem e que não fazem outra coisa senão sacrifícios feito périplo cruz calvário não diria inocência ali a loucura de Roterdã sempre foi ponto de arranque e isso justifica todas as idades a própria extrema-unção o natimorto ou aquele que esmola os seus anos atestamos a cada pincelada um vida duas vidas e gerações e reencarnações e transcendentalismos e metabolismos compostos metafísicos é a linguagem encerrando capítulos e reabrindo outros além e dando coragem para o enfrentamento e nada é real e tudo é real o espelho quebrado de forma aparente a deformação do esquadro o tamborete que vem com uma explicação e que também pode ser Atlas carregando o globo celestial a menina que se maquia para a festa e que é uma virgem pelo globo ocular do pintor a mesma que todos os dias morre em seus braços e que se nutri do leite do peito do pai do filho e do espirito santo na mesa de madeiro artesanal ou no armário démodé um sem-número de pertences de outras épocas um escapulário ainda por terminar uma revista que fala em Picasso um livro de Graciliano Ramos Uma Bravo um tronco de árvore no degrau da escada que não leva a lugar nenhum uma pintura de uma mulher que eu gosto com a sua nudez acentuada e que após ser maculada fora dependurada um pouco acima de um grito rabiscado a cara de um boi uma moldura sem pano Camille Claudel um recorte de jornal um Cotidiano amassado também anteparo de ontem com as suas letras caindo sobre o sofá de muitas noites de amor sem esquecer a aquarela de mil vertigens que borra o esbranquiçado na mistura lúdica sensual política crítica universo conteúdo e continente a própria esquina a canalização dos valores a ética a estética a moral o imoral um sapo com semblante de Renoir que reflexivo vigia o artista e um bilhete um valete um disco de vinil que teima em descortinar todo esse passado citado um auto-retrato na insistência de querer se encontrar o flagelo não a comiseração a amálgama dos matizes de Íris que passa a ser mortal e sofre porque também existe uma fera dentro dela e tudo é recorrente capela de frágeis imagens onde só o amor redime e o pecado é renegado e as lembranças viram quadros suave uma música que enfim reparte os mundos e que ecoa naquele porão me chega aos ouvidos uma voz que lembra Ney Matogrosso a conversa desfiada quase novelo a curtição a voz de Deus a voz da mãe a voz da vida a voz do diabo a face do pai o irmão a irmã o filho o filho do filho a consciência e a “alegoria” ora carne feito modelagem abençoada por Rodin um café meio amargo a fumaça do cigarro por sobre as cabeças decepadas a tosse e o pigarro constantes trivialidades humanidades uma noite de segunda-feira morna 22 horas e tudo se faz começo.

Seis a cada 10 brasileiros sonham em empreender
Pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Anegepe detectou recorde no desejo de ter o próprio negócio
Ter o próprio negócio voltou a ser o segundo maior sonho do brasileiro. De acordo com o relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2022, realizado pelo Sebrae e pela Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), 60% dos entrevistados citaram ter uma empresa como um dos maiores desejos. O resultado é o recorde da série histórica da pesquisa, que é realizada há 23 anos no Brasil. Em 2020, início da pandemia, a pesquisa também havia detectado essa posição, quando 59% dos entrevistados indicaram esse quesito.
Se comparado com a edição da pesquisa anterior, realizada em 2021, quando o sonho de ter o próprio negócio foi respondido por 46% dos entrevistados, houve um incremento de 14 pontos percentuais, um dos maiores das opções de respostas apresentadas aos entrevistados. Comparado com 5 anos atrás, o incremento foi de 42 pontos percentuais. “Isso comprova o espírito empreendedor brasileiro, o interesse crescente pelo negócio próprio e mostra o quanto é importante que sejam criadas políticas públicas que incentivem o empreendedorismo, que vão desde a educação empreendedora até a legislação”, afirma o presidente do Sebrae, Décio Lima.
Na Paraíba, o cenário do empreendedorismo permanece aquecido e com boas expectativas. De olho nas oportunidades locais, Geruisa da Silva Ferreira decidiu empreender este ano. Após passar anos na Europa, surgiu a vontade de voltar ao Brasil e, também, ter o próprio negócio. Apaixonada por animais, ela conta que percebeu o crescimento no setor de pets. Contudo, buscou orientação e planejamento para começar com organização e saber se realmente seria este o ramo a investir.
“Eu queria voltar ao Brasil e montar algo para mim. Escolhi o ramo petshop, porque é uma área muito boa, está crescendo muito e, principalmente, porque amo os animais. Então, juntei o útil ao agradável”, comenta a empreendedora. Antes de realmente executar o projeto da Lovelypet, Geruisa Ferreira fez a análise de mercado, cursos na área e buscou diferenciais para o seu negócio, como é o caso de banho de ofurô e ozonioterapia para cães. “O Sebrae me apresentou uma pesquisa de campo, plano financeiro e orientações. A positividade que o Sebrae no plano financeiro me passou, me incentivou demais a abrir o meu negócio e ofereço o melhor para o meu público”, acrescenta.
É exatamente o planejamento prévio antes de empreender de fato que é necessário para o desenvolvimento do pequeno negócio e a longevidade da empresa, conforme explica a analista do Sebrae/PB, Rosário Brito. “Para empreender é necessário agir de forma planejada para não se ter perda financeira. É necessário para a pessoa que queira empreender ver a questão do aporte de recursos financeiros para que o seu negócio não seja inviabilizado. É também necessário que seja feita uma análise mercadológica, econômica e financeira. Pensar em questões como ‘qual o melhor local para o meu negócio? Qual o investimento? Em quanto tempo terei retorno desse investimento?’ É de suma importância saber de tudo isso de forma planejada, porque a gente sabe que quando se planeja a probabilidade do negócio dar certo é bem maior”, orienta a analista.
Com tudo organizado e muitos projetos pela frente, Geruisa Ferreira está confiante no sucesso do empreendimento. “Estou sempre em busca de aprender e oferecer o melhor para os nossos filhos de quatro patas. A equipe é muito engajada e comprometida com o trabalho e vamos ter bons resultados”, diz.
Pesquisa GEM
A Pesquisa GEM é considerada a principal pesquisa sobre empreendedorismo no mundo. Realizada anualmente há 23 anos, já participaram mais de 110 países, o que representa mais de 95% do PIB mundial. No Brasil, em 2022, foram entrevistados 2 mil adultos e 52 especialistas. Os dados foram coletados entre junho e agosto de 2022. O Brasil é um dos poucos países que participou de todas as edições.
Assessoria – Sebrae – Paraíba
Lula defende participação de países emergentes na governança global
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu neste sábado (20), no Japão, uma representação adequada de países emergentes nos principais órgãos de governança global, como o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula discursou durante reunião de cúpula do G7, em Hiroshima, onde o Brasil participa como convidado e que conta com a participação de lideranças políticas de 15 países, além da União Europeia.
“A solução não está na formação de blocos antagônicos ou respostas que contemplem apenas um número pequeno de países. Isso será particularmente importante neste contexto de transição para uma ordem multipolar, que exigirá mudanças profundas nas instituições”, disse Lula.
O presidente brasileiros disse que nenhum país poderá enfrentar sozinho as ameaças “sistêmicas da atualidade” e que os países precisam ter suas vozes ouvidas para que o mundo possa resolver suas “crises múltiplas”.
“Não faz sentido conclamar os países emergentes a contribuir para resolver as crises múltiplas que o mundo enfrenta sem que suas legítimas preocupações sejam atendidas e sem que estejam adequadamente representados nos principais órgãos de governança global”, afirmou.
“A consolidação do G-20 como principal espaço para a concertação econômica internacional foi um avanço inegável. Ele será ainda mais efetivo com uma composição que dialogue com as demandas e interesses de todas as regiões do mundo. Isso implica representatividade mais adequada de países africanos”, completou durante o discurso.
Lula voltou a defender a ampliação do Conselho de Segurança da ONU, órgão com poder de tomar importantes decisões internacionais e que reúne hoje apenas Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.
“Coalizões não são um fim em si e servem para alavancar iniciativas em espaços plurais como o sistema ONU e suas organizações parceiras. Sem reforma de seu Conselho de Segurança, com a inclusão de novos membros permanentes, a ONU não vai recuperar a eficácia, autoridade política e moral para lidar com os conflitos e dilemas do século XXI. Um mundo mais democrático na tomada de decisões que afetam a todos é a melhor garantia de paz, de desenvolvimento sustentável, de direitos dos mais vulneráveis e de proteção do planeta. Antes que seja tarde demais.”
Bem-estar
No discurso, Lula também criticou o enfraquecimento do sistema multilateral do comércio e o protecionismo adotado pelos países ricos. “A Organização Mundial do Comércio permanece paralisada. Ninguém se recorda da Rodada do Desenvolvimento. Os desafios se acumularam e se agravaram. A cada ameaça que deixamos de enfrentar, geramos novas urgências. O mundo hoje vive a sobreposição de múltiplas crises: pandemia da covid-19, mudança do clima, tensões geopolíticas, uma guerra no coração da Europa, pressões sobre a segurança alimentar e energética e ameaças à democracia”
Segundo o presidente, para enfrentar essas ameaças “é preciso que haja mudança de mentalidade. É preciso derrubar mitos e abandonar paradigmas que ruíram”.
Ele afirmou, ainda, que o sistema financeiro global precisa estar a serviço da produção, do trabalho e do emprego.
Para ele, o endividamento externo que assola países como a Argentina causa uma “desigualdade gritante e crescente” e, por isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) precisa considerar as consequências sociais em políticas de ajuste.
“Desemprego, pobreza, fome, degradação ambiental, pandemias e todas as formas de desigualdade e discriminação são problemas que demandam respostas socialmente responsáveis. Essa tarefa só é possível com um Estado indutor de políticas públicas voltadas para a garantia de direitos fundamentais e do bem-estar coletivo”.
Economia verde
Lula ressaltou ainda que o mundo precisa se comprometer com um desenvolvimento sustentável, com estados que fomentem a transição ecológica e energética, e com indústria e infraestrutura verdes.
“A falsa dicotomia entre crescimento e proteção ao meio ambiente já deveria estar superada. O combate à fome, à pobreza e à desigualdade deve voltar ao centro da agenda internacional, assegurando o financiamento adequado e transferência de tecnologia. Para isso já temos uma bússola, acordada multilateralmente: a Agenda 2030.”
Participam da Cúpula do G7, Brasil, Japão, Austrália, Canadá, Comores, Ilhas Cook, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Coreia do Sul, Reino Unido, Estados Unidos, Vietnã e União Europeia.
Agência Brasil
Ao lado de Veneziano, Prefeito Léo Bandeira, de Lucena, assina ficha de filiação e retorna ao MDB
O prefeito de Lucena, Léo Bandeira, assinou a ficha de filiação para retornar ao MDB, em ato realizado na manhã desta sexta-feira (19), com a presença do presidente estadual do partido, o Senador e Vice-Presidente do Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo.
A assinatura ocorreu na sede do partido, em João Pessoa, onde Léo Bandeira foi acolhido e destacou a sua alegria em poder retornar os quadros do MDB. Léo é prefeito de Lucena em primeiro mandato e disputará a reeleição, em 2024, pela legenda.
“Um partido forte, com uma história maravilhosa de lutas e que estamos abraçando para ajudar o presidente Veneziano a fortalecer ainda mais a legenda. Eu que tantos momentos alegres passei aqui no MDB e que agora retorno a essa casa com muita alegria, pra que a gente possa construir um projeto novo pro nosso futuro”, destacou Léo Bandeira.
“Na condição de presidente do MDB eu tenho a gratíssima satisfação de poder abonar a ficha de filiação do meu estimado companheiro, muito correto em nossa caminhada, nosso Prefeiro Léo Bandeira. Quero agradecer a você a confiança. O MDB se enriquece e se fortalece com a sua presença, renovando os compromissos partidários e os compromissos parlamentares com a sua gestão e com um companheiro que, de fato, engrandece e volta à casa em que, um dia, esteve por um bom tempo. Seja bem vindo, Léo”, disse Veneziano.
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